Uma das melhores, se não mesmo a melhor crónica do @NGPocas.
António Banderas, o Ocidente e o “Homem português”.
“O nosso tempo é pródigo na produção de respostas e deficitário na colocação de perguntas. Desistimos da busca pela verdade, porque cada um tem a sua. Afinal, a tecnologia responde antes sequer de perguntarmos, os algoritmos escolhem por nós antes de pensarmos e decidirmos, a política anuncia soluções antes de compreender os problemas, a cultura entretém antes de inquietar, e não poucas vezes é a própria cultura que, julgando inquietar, acaba por pronunciar as suas respostas, no que comummente se designa por "activismo". Banderas tem razão: é mais do que desejável que se recupere o espaço necessário para que as grandes interrogações que acompanharam a aventura do Homem voltem a ser colocadas: quem somos?, porque sofremos?, o que existe para além de nós próprios?, o que devemos aos outros?, quem queremos ser?”
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Como viver com o mal? Esta parece ser a pergunta feita pelo escritor Fernando Aramburu em ‘Maite’, o seu mais recente romance. Hoje o @observadorpt publica o meu ensaio sobre este livro. https://t.co/LcXDmVHo9s
Se todo o triste episódio da morte de Henry Nowak (dos meses de silêncio mediático sobre o tema até ao facto de a polícia se sentir mais comprometida com a punição do racismo do q com a protecção da vida humana, etc.) não faz soar campainhas, não sei o que mais fará.
Detecto muito mais ressentimento nas vozes dependentes do governo AD que vociferam contra Passos Coelho do que ressentimento em Passos Coelho contra o governo AD.
O processo judicial contra o antigo Presidente de Governo espanhol José Luis Rodríguez Zapatero marcará o fim da experiência ‘progressista’ em Espanha. O meu Sítios Fora do Lugar de hoje, no @dntwit https://t.co/nOxmbDrTQn
O “caso Zapatero”, no @SolOnline, com declarações minhas: “a acusação formal de Zapatero é politicamente devastadora para o PSOE. Não apenas pela gravidade objetiva dos factos e dos crimes em causa, mas porque atinge uma das figuras tutelares do sanchismo / o PP não pode limitar-se a ser o partido que denuncia o sanchismo; tem de ser o partido que mostra que há vida política depois do sanchismo. Assim, o PP deve demonstrar firmeza total na oposição, mas não deve apresentar uma moção de censura neste momento”.
Notícia do @goncalonabeiro.
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@Deus_outro O MDLP surge como resposta à violência do PREC. As FP25 surgem como resposta violenta à democracia. São mais próximas dos movimentos skinhead dos anos 80 do que com o MDLP.
Estou hoje na História do Dia, com o Pedro Benevides, na rádio @observadorpt, a analisar a acusação ao anterior presidente de governo espanhol Zapatero. Olhamos também para o impacto que tem no já muito frágil governo de Pedro Sánchez.
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