Durante este mundial nos tiraron por la cabeza con el manual entero del moralismo neoliberal progresista, desafiándonos por racistas, por bárbaros, por desubicados, por usar "trucos" y ahora por "individualistas". De esto está hecha la verdadera presión colonialista.
Lo que vimos en las redes contra Argentina durante este Mundial es digno de análisis.
El rechazo deportivo se transformó en una causa moral. No alcanzaba con querer que Argentina perdiera porque era campeona, porque despertaba envidia o porque su forma intensa de vivir el fútbol resultaba irritante para otros. Había que justificar ese rechazo, volverlo legítimo y presentarlo como una batalla entre buenos y malos.
A partir de hechos individuales, recortes fuera de contexto, interpretaciones tendenciosas y directamente mentiras, se fue construyendo la imagen de un país entero como racista, xenófobo, colonizador y moralmente inferior. La identidad argentina quedó reducida a una caricatura útil para justificar el rechazo.
La rivalidad futbolística dejó de ser 'quiero que pierdan' y pasó a formularse como 'quiero que pierdan porque representan algo malo'.
El mecanismo fue perversamente eficaz: cualquier reacción nuestra era utilizada como una nueva confirmación de la acusación. Todo podía incorporarse al mismo relato.
De ese modo, miles de personas terminaron insultándonos, despreciándonos y deseándonos el mal, convencidas de que actuaban por una causa justa.
Lo más paradójico fue que sintieran que ese ODIO hacia nosotros era una forma de combatir el odio que en teoría representamos (?).
Esto nos muestra lo fácil y peligroso que puede ser manipular a las masas: basta con construir un enemigo, repetir una versión simplificada de la realidad y revestir el rechazo de superioridad moral para imponer una agenda que termine aceptándose sin pruebas, sin matices y casi sin cuestionamientos.
🗣️ En el stream de TyC Sports, Kempes cruzó a los que dicen que Argentina es beneficiada:
🎙️ "Los perdedores siempre van a llorar. Y para pensar que te regalan un Mundial hay que ser muy, muy... Después de todo lo que nos dijeron a nosotros en el 78' yo ya estoy curado de espanto", aseguró el histórico ex delantero Albiceleste.
@RafaelNieto46 La verdad existe, independientemente de que se la defienda o no. No es un argumento que hay que defender de otro argumento. Por lo tanto, al no poder ser refutada por nadie, no es necesario defenderla, sino compartirla.
Eis a importância da cultura literária; eis por que é preciso ler cem livros para, somente então, compreender um único; eis por que sempre afirmo que alguém incapaz de ver valor na literatura está irremediavelmente fadado a possuir um imaginário atrofiado e uma inteligência deformada. Esse comentário revela muito sobre Dawkins e sobre aqueles que partilham do seu pensamento. Se você lê Kafka de forma tão pueril, buscando decifrar uma exata 'alegoriazinha', sem compreender que todo símbolo é uma matriz de intelecções — ou seja, uma abertura para inesgotáveis interpretações dadas pela sua universalidade (algo que Sócrates já constatou há mais de dois milênios, quando, ao interrogar os poetas, notou que eles próprios não compreendem o escopo de sua própria arte) —, você acaba por se enclausurar em seu próprio e estreito entendimento. Para mentes assim, apenas alegorias simplórias e diretas, como a orwelliana em A Revolução dos Bichos, parecem fazer sentido.
Muitos leem O Processo de Kafka, por exemplo, e enxergam ali apenas uma crítica superficial à burocracia de sua época — e talvez o próprio autor tenha escrito sob esse escopo limitado de consciência —, sem compreender que Kafka era de família judia e que a trama gravita em torno da hýbris, como bem demonstrou o professor José Monir Nasser. Em outras palavras, os protagonistas kafkianos carregam uma culpa interna e ontológica, que deriva não só da complexa e opressiva relação de Kafka com seu pai, mas também de todo o imaginário e do arcabouço simbólico judaico que permeava sua vida. Uma obra de Kafka, ou de qualquer outro gênio literário, não se desvela com tamanha facilidade, tampouco se resume a interpretações unívocas.
O trabalho do gênio literário é justamente capturar o universal no particular e criar um símbolo poderoso que transcende de forma infinita a intenção original da obra. É por isso que se lê Kafka na adolescência e há a identificação com a transmutação de Gregor Samsa, que parece espelhar as estranhas transformações fisiológicas e identitárias da juventude; porém, ao reler na vida adulta, enxerga-se a asfixiante máquina estatal numa obra como O Processo; e, numa terceira leitura, já na maturidade, compreende-se enfim, nessas e em outras obras, a culpa fundante que permeia a psique humana. É por essa razão que a alta literatura é vital: ela nos permite não apenas um vislumbre de nós mesmos, mas a elevação para além de nossa perspectiva limitante e de nossa existência provinciana, dando-nos acesso às infinitas nuances de um símbolo primorosamente esculpido por mentes dotadas de profunda consciência, observação e poder criador — como um Dostoiévski, um Tolstói, um Goethe ou um Shakespeare.
O fato de Richard Dawkins frustrar-se sobremaneira com A Metamorfose atesta como ele passou a vida inteira prisioneiro de sua própria indigência intelectiva e hermenêutica. Sua incapacidade de apreender a religião e as realidades supraracionais mostra-se, aqui, inegável: ele simplesmente não alcança conceitos como o 'Bem', a 'Justiça', a 'Culpa', o 'Pecado' e, muito menos, a infinitude do Ser Divino. Sua inteligência, sob esse aspecto, permaneceu rasteira, árida, fitando continuamente o chão. E se o olhar se prende à terra, esquecendo-se da verticalidade da existência e da transcendência divina que repousa infinitamente acima, enxergam-se, portanto, apenas as sombras projetadas no solo. Sob essa ótica limitada, a religião e o divino inevitavelmente parecerão ilusões fugazes, irreais, demasiadamente abstratas; sombras vazias e desprovidas de substância, meros reflexos de nossos anseios biopsicológicos. Richard Dawkins dedicou uma vida inteira a combater não a Deus, mas a um deus particular e nominal; uma caricatura medíocre, erigida à exata medida de sua própria atrofia intelectiva.
God’s heart is torn apart by wars, violence, injustice and lies. But our Father’s heart is not with the wicked, the arrogant, or the proud. God’s heart is with the little ones and the humble, and with them He builds up His Kingdom of love and peace day by day. Wherever there is love and service, God is there. #ApostolicJourney #Algeria
@Arteymas_ En consecuencia, quien realiza este discernimiento mal puede decir que es "neutral u objetivo " al momento de analizar los libros, cuando ha seguido un parámetro propio para tomar los hechos que considera relevantes para su hipótesis.
@Arteymas_ Diferenciar al Jesús histórico del "místico" implica cercanar la principal fuente de conocimiento sobre Él, que son los evangelios. Cuando se aplica un criterio para realizar este discernimiento, se está tomando una postura doctrinal respecto a los hechos plasmados en los mismos.
La eutanasia empieza presentándose como algo excepcional, compasivo y muy limitado para luego normalizarlo. Termina aplicándose a personas jóvenes desatendidas en su salud mental.
No es un triunfo de la libertad sino el síntoma de una sociedad que no sabe acompañar el sufrimiento. El caso de Noelia no es para celebrarse como progreso sino para llorarse como fracaso. ❌
#NoeliaQuedate
@el_pais Soy profesor de secundaria. Luchamos a diario con adolescentes con pensamientos suicidas porque es una etapa dura y de incertidumbre.
Tú artículo es una barbaridad y tú una basura de persona.
Voy a decir algo que la mayoría no sabe y de lo que no se habla:
⚖️💸Los abogados argentinos que litigamos somos baratísimos de contratar. Y seguramente nadie se animaría a trabajar con el mismo esquema que nosotros.
🤔¿Por qué? veamos: