Vocês lembram do juiz de Jales que condenou um casal a 50 dias de prisão por fazer homeschooling — ou seja, por ensinar as filhas em casa?
Na sentença, o juiz citou a rejeição de uma adolescente ao funk como “sinal de preconceito”. A investigação descobrou que mesmo juiz curtiu o Réveillon ao som de Anitta meses antes.
O problema não é o que ele ouve. É usar o gosto musical de uma adolescente — que rejeita funk e prefere música cristã — como fundamento numa condenação criminal. O critério, ao que parece, é muito mais sobre gosto pessoal do que jurídico.
O juiz afirmou que havia citado “funk” apenas uma vez na sentença, classificou as críticas como difamação, ameaça e até homofobia, e alertou que quem divulgasse informações do processo sigiloso poderia estar cometendo crime. Só que, no story seguinte, o próprio juiz divulgou um trecho da sentença para tentar se defender.
Hoje, Junior da Luz Miranda — cujo nome anterior era Eliel — responde a diversos procedimentos disciplinares simultâneos no CNJ e na Corregedoria do TJSP.
Reportagem completa em @a_investigacao_: https://t.co/r7ACdlJtb2
@GeovaneMoraes2@taoquei1 Sou de Caruaru, soube desse boato agora, lendo o POST, mas aqui não é tão petista como em outras cidades mais interioranas, graças a Deus que não!
@Metropoles A farsa dos “700 mil”.
Doria assinou decreto, está no Diário Oficial de 21/03/21 que permitiu registrar como covid qualquer morte “suspeita”, sem autópsia, sem confirmação, sem nada. A fórmula perfeita para inflar números e empurrar narrativa travestida de "ciência”.