Na plenitude dos tempos, Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado. Ele é o cumprimento da Páscoa. Nele temos a redenção. Paulo nos lembra que devemos agora celebrar a festa, não com o velho fermento da malícia e da maldade, mas com os asmos da sinceridade (1 Co 5:8).
A verdadeira fé se consuma através das obras. Como Abraão demonstrou sua fé ao obedecer a Deus, nossas ações revelam e aperfeiçoam nossa fé. Fé sem obras é incompleta, pois elas são o fruto visível da fé invisível.
Nada nos tranquiliza mais do que saber que Deus escuta atentamente nossas orações e que Ele nos atende. Não estamos sós. O Senhor do universo responde aos que são seus. Tenhamos ânimo e perseveremos em oração. A resposta virá no tempo certo.