Previdência privada soma R$ 1,9 trilhão no Brasil, 14% do PIB. O setor se modernizou: taxas caíram de 6% pra menos de 2%, regulação permitiu até 10% em ativos no exterior, e agora dá pra escolher o regime tributário na hora do resgate.
Mas o IOF sobre aportes acima de R$ 600 mil no VGBL travou tudo. Captação bruta caiu 8,3% no ano.
O investidor que usava previdência como instrumento de sucessão parou de fazer aportes grandes. Resultado: o dinheiro não saiu do sistema (ninguém quer pagar IOF pra voltar), mas também não entra mais.
SpaceX has officially requested FCC approval to launch and operate a third-generation satellite constellation of 100,000 satellites, designed to power human connectivity and AI-fueled progress.
"The artificial intelligence revolution promises a supersonic tsunami of progress with the capability to deliver transformative prosperity to billions and carry the light of human consciousness far into the future. The Gen3 system will include 100,000 satellites operating in very-low-Earth-orbit to deliver extremely low-latency and multi-gigabit symmetrical throughput for consumers, enterprises, and government users and billions of Al-powered devices around the world. To achieve this ambitious goal, the Gen3 system will put new spectrum and sharing frameworks to work for American consumers. Al requires massive uplink capacity to support high-definition."
The Gen3 system will consist of 100,000 satellites, configured in two bands of thin, closely stacked operational shells with nominal altitudes between 323 and 327.5 kilometers and 473 and 477.5 kilometers. SpaceX seeks flexibility to operate its Gen3 system with inclinations ranging from 26 degrees to 96.9 degrees (sun-synchronous orbit) to optimize coverage consistent with evolving demand.
This new filing is separate from SpaceX's previous application to operate a constellation of up to 1 million AI satellites. They are two distinct constellations.
BRAZIL | Tesla, Coca-Cola, Nestlé, eBay and Siemens ask the US trade office not to impose the additional 25% tariff on Brazilian products.
(Folha de S.Paulo)
Estatal chinesa é favorita para adquirir a RUMO, maior operadora ferroviária do Brasil e da América Latina.
A imprensa informou que a empresa estatal chinesa COFCO é a grande favorita para comprar a Rumo, maior empresa ferroviária do Brasil. A maioria dos brasileiros nunca ouviu falar da COFCO, mas ela já é uma das empresas mais poderosas do agronegócio nacional.
A COFCO é uma estatal gigante chinesa, controlada pelo governo de Pequim, criada para garantir a segurança alimentar da China. Não é apenas uma trading, ela faz parte da estratégia chinesa para controlar cadeias globais de suprimento.
No Brasil, a empresa já controla uma enorme estrutura logística como armazenagem de grãos, usinas, terminais portuários em Santos, além de investir bilhões na verticalização da operação (controle de etapas da cadeia de produção). No porto de Santos, sua capacidade deverá saltar de aproximadamente 4,5 milhões para 14 milhões de toneladas anuais.
Hoje, o transporte ferroviário de grãos até Santos é concentrado na Rumo, praticamente um monopolio que domina esse corredor logístico. Se, em um cenário hipotético, a COFCO viesse a adquirir a operadora responsável por esse transporte ou passasse a controlar essa infraestrutura, ela passaria a controlar quase todas as etapas da cadeia de produção do agronegócio, armazenagem, transporte ao porto, terminais nos protos e navio. A produção está a caminho pois o Senado aprovou a aquisição de terras para estrangeiros.
Na prática, a empresa com esta aquisicão teria influência sobre origem, armazenagem, transporte ferroviário, terminais portuários e exportação.
Atualmente a imprensa diz que a empresa é a grande favorita. Mas somente esta hipótese necessita que se inicie uma discussão importante de até que ponto o Brasil deve permitir que ativos críticos de infraestrutura logística fiquem concentrados nas mãos de empresas estatais estrangeiras.
Essa é uma decisão que vai muito além do agronegócio. É uma questão de soberania econômica, segurança logística e controle de infraestrutura estratégica.
@Haddad_Fernando 4 anos depois e vc ainda está nessa, rapaz? já viu o tamanho da dívida pública q vc deixou, um rombo inédito que não fecha mesmo com recordes de arrecadação? tenha coragem de fazer um debate honesto.
A Rumo opera a maior malha ferroviária do Brasil. São cerca de 12 mil quilômetros de trilhos ligando a produção agrícola do Centro Oeste ao Porto de Santos. Boa parte da soja e do milho exportados pelo país passa por essa ferrovia. A Cosan, principal acionista da empresa, precisa vender sua participação para reduzir o endividamento. Segundo Lauro Jardim, a favorita para comprar essa fatia é a Cofco.
A Cofco é uma estatal chinesa. Já está entre as maiores compradoras da soja brasileira e também controla o maior terminal de grãos do Porto de Santos. Se assumir a participação da Cosan, passará a ser a principal acionista da Rumo e terá influência direta sobre uma infraestrutura essencial para o escoamento da produção nacional. Em outras palavras, quem compra uma parte relevante da nossa produção agrícola poderá também influenciar o principal corredor logístico por onde ela chega aos navios.
Em outros países, operações desse tipo costumam passar por um escrutínio muito maior. Em 2022, a Alemanha só autorizou a entrada da estatal chinesa Cosco em um terminal do Porto de Hamburgo depois de reduzir sua participação para menos de 25%, sem poder de controle. A Austrália vetou a venda da rede elétrica de Sydney para um grupo estatal chinês. O Canadá também bloqueou a aquisição de uma de suas maiores construtoras por uma empresa estatal da China. O Brasil, por outro lado, não possui um mecanismo específico para avaliar esse tipo de operação sob a ótica da segurança nacional.
Na Faria Lima, a discussão tende a seguir outro caminho. O foco está no negócio: o vendedor reduz sua dívida, os bancos recebem suas comissões, investidores avaliam os números da operação e o mercado segue em frente. A questão sobre quem passa a exercer influência sobre um dos principais corredores logísticos do agronegócio brasileiro acaba ficando em segundo plano.
Já tinha postado aqui sobre o que aconteceu nesta obra, que entre todas as bizarrices e falcatruas das "obras da copa" foi a mais escancarada.
Claro que você não vai perguntar se alguém foi preso, pois a resposta é óbvia.
FT Exclusive: Nato leaders support Ukraine’s intensified drone strikes deep within Russia as part of efforts to force Moscow back to the negotiating table, Finland’s president has said, arguing that Kyiv is in the 'best' position since the war began. https://t.co/vF9mRPMVFF
Eni just bought into a Chilean lithium project and broke ground on an Italian battery gigafactory.
It's building the full vertical chain: lithium mine to battery cell to grid storage.
$225 million into Chile and 16 GWh/year target in Italy. 🇨🇱🇮🇹⚡
The Chilean piece:
Eni is acquiring 25% of Black Giant SpA EnergyX's lithium project near Salar de Punta Negra in northern Chile for a phased $225 million investment.
Target production: 52.5 kton/year of lithium carbonate equivalent (LCE).
Phase 1 (Train 1): 7.5 kton/year, start-up 2028.
Phase 2: +45 kton/year additional, start-up 2030.
Eni gets a board seat and rights to purchase up to 25% of total LCE production direct feedstock for its own battery operations.
The Italian piece:
Eni Storage Systems broke ground on a battery gigafactory in Brindisi LFP (lithium iron phosphate) cells, modules and full BESS assembly, built on a former Versalis chemical site.
Partners: Seri Industrial (FIB).
Capacity: 16 GWh/year by 2030 (Brindisi + Teverola combined) more than 10% of European BESS market.
European BESS demand forecast: 36 GWh (2025) → 138 GWh (2030).
The market Eni is targeting is growing nearly 4x in 5 years.
Eni is is building an integrated industrial chain from raw material to end product inside Europe, with its own feedstock secured in South America.
The same company restructuring for "back to barrels" in oil and gas is simultaneously constructing a battery supply chain from scratch. 🌍