This Spain–France game makes everyone understand one thing, elite midfield will always beat elite attack.
People are obsessed with front threes, goals and individual brilliance, but football has never stopped being a game controlled from the middle of the pitch. An elite attack can only be as dangerous as the platform behind it. If your midfield cannot progress the ball consistently, escape pressure, control transitions or dictate the tempo, then even the world’s best forwards will spend most of the game isolated, feeding on scraps. That’s exactly what happened today.
This is why history keeps repeating itself. The teams that dominate eras are almost always the teams with the strongest midfield, not necessarily the strongest attack.
Spain had Xavi, Iniesta and Busquets. Real Madrid’s three-peat was built on Kroos, Modric and Casemiro. Manchester City became the best team in Europe because they controlled games through Rodri, De Bruyne and Bernardo Silva. Even Barcelona’s MSN only reached their highest level because Iniesta, Busquets and Rakitic gave them complete control of matches.
People often think football is won in the boxes, but before the ball reaches either box, there’s a battle for territory, possession and control. That battle is fought in midfield.
An elite midfield doesn’t just create chances. It decides the rhythm of the game. It decides whether the game is chaotic or calm. It decides where the ball is played, when attacks begin, how quickly transitions are stopped, and whether the opposition’s stars even get enough touches to influence the match.
That’s why you’ll often see world-class attackers disappear in big games. It isn’t always because they had a poor performance; it’s because the midfield behind them lost control. No striker, winger or No. 10 can consistently dominate when every touch comes under pressure, every pass arrives late, and every attack starts 60 metres from goal.
People say goals win games, but midfields create the conditions for goals to happen.
You can have Mbappe, Haaland, Vinicius, Salah or any elite attacker. If the opposition controls possession, wins second balls, dominates the centre, and dictates the tempo, those attackers become passengers for large parts of the game.
That’s why, if I were building a team from scratch, my biggest investment would always be in midfield first. Elite attacks win moments. Elite midfields win matches. Over the course of a season or an entire tournament the team that consistently controls midfield usually ends up lifting the trophy.
🚨 LE COUP DE GUEULE DE YANNICK BOLASIE 🇨🇩 SUR LA DÉCISION DE LA FIFA CONCERNANT FOLARIN BALOGUN 🇺🇸 :
« Si c’était la CAN et qu’un joueur était autorisé à jouer malgré un carton rouge, ON ENTENDRAIT UN NOMBRE DE BÊTISES HALLUCINANT. » 😤
📲 Compte X
Brasil lleva años intentando resolver una supuesta inferioridad frente a Europa mediante la europeización de su fútbol: entrenadores tácticamente obsesionados, jugadores formados desde adolescentes en clubes europeos, preocupación por la transición defensiva, bloques, intensidad, ocupación racional de espacios. El problema es que, al hacer eso, no puede terminar compitiendo contra los europeos precisamente en aquello que los europeos saben hacer mejor. Brasil se olvidó de su identidad, de su esencia.
Essa foto famosa de 1925 retrata o último leão-do-atlas, espécie que entrou em extinção.
Saindo de cena, vislumbrando o fim.
Deixando um longo rastro de pegadas.
E a sensação de que nada mais vai ser como era.
O Brasil foi hegemônico no futebol durante dois períodos. Hegemonia é caracterizada por domínio.
De 1950 a 1970, a seleção disputou seis copas, foi finalista em quatro e saiu vitoriosa em três. Tornamo-nos "o país do futebol".
Entre 1994 e 2002, o Brasil disputou três copas: venceu duas e foi finalista em outra.
A hegemonia de 1994 a 2002 poderia ter se estendido pelo menos até 2006, uma vez que naquele ano a base da seleção era a mesma do time campeão quatro anos antes. Não tinha mais Rivaldo, o maestro de 2002, mas Kaká e Juninho Pernambucano, no auge, estavam lá, além de Adriano, um dos melhores centroavantes do mundo na época.
Todos sabemos que o grupo de 2006 tinha tudo para pelo menos chegar à final, mas faltaram os elementos principais: compromisso, respeito à torcida, vontade. Foi triste e um prenúncio do jejum que viria na sequência.
Com o vexame de hoje, ficaremos pelo menos 28 anos sem vencer uma copa do mundo, a maior seca desde sempre (as copas começaram a ser disputadas em 1930; teve copa em 1934 e 1938, mas, por causa da segunda guerra mundial, o torneio só foi retomado em 1950, no Brasil).
Este é, portanto, o maior jejum efetivo da história da seleção brasileira.
Para o país do futebol, este é um fato que nos faz pensar: ainda somos o país do futebol?
Corremos o risco de sermos lembrados como o país do futebol quando o esporte era dominado pelo amadorismo. O retorno à elite não depende do surgimento de craques do nível de Pelé, Didi, Garrincha, Tostão, Rivellino, Rivaldo, Romário, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Fenômeno.
Depende de trabalho, seriedade, do fim de corrupção no futebol, da profissionalização definitiva dos clubes, da mudança radical da gestão da nossa principal liga, de uma revolução na CBF, da transformação do futebol brasileiro num espetáculo vendável ao mundo, na distribuição equitativa dos direitos de transmissão.
No fim da década de 1980, os ingleses, criadores do futebol, chegaram ao fundo do poço, com a exclusão por cinco anos, pela UEFA e a FIFA, da seleção e dos clubes ingleses de torneios internacionais. A razão era a violência nos estádios, característica que provocou uma tragédia inominável.
O desastre de Hillsborough, ocorrido em 15 de abril de 1989, vitimou 97 torcedores do Liverpool e deixou centenas feridos devido à superlotação e a falhas de controle de multidões durante a semifinal da Copa da Inglaterra contra o Nottingham Forest.
A tragédia puniu os times e seus torcedores - imagine o Flamengo, o Palmeiras e o Fluminense serem proibidos de disputar a libertadores durante cinco anos! Pois é, os ingleses foram rigorosos e a punição criou uma oportunidade de redenção.
Os clubes sentaram-se à mesa para reformular tudo e, dali, foi criada a Premier League. A evolução foi extraordinária e tornou a Inglaterra o principal centro do futebol mundial.
A volta do Brasil à glória do futebol depende de nós, brasileiros.
Y a un plafond de verre que les équipes africaines doivent briser.
Celui du complexes d'infériorité et surtout celui de la défaite honorable.
D'ailleurs, ça ne veux rien dire et je ne veux plus entendre un sélectionneur, un joueur ou un supporters africain le répéter.
Problema do Neymar é que ele não se tornou o que a gente fosse que ele seria.
Mas eu sou nascido nos anos 90, comecei a entender futebol acho que depois de 2002 em diante.
O Neymar no Santos era algo surreal, de jogadores brasileiros foi um dos melhores que eu vi jogar, nível de encantamento do Ronaldinho no Barcelona.
Era mágica.
Uns 10 patamares acima do que é o Endrick, do que foi o Vini e etc.
Galera não tem muita noção do que foi o Neymar de 2009 até 2011.
🚨🇧🇷| ÚLTIMA HORA.
Neymar Jr sigue sellado y no podrá jugar el siguiente partido contra Haití.
👉 Los hinchas Brasileños quieren que Ancelotti le de los 20 dedos de Pelé a Endrick.
GRAVE!!🚨
Yamato Zidane não consegue parar o despertar de Messidara e a preocupação de uma possível conquista da Segunda Copa Ninja pelo Uchiha escala. Enquanto isso, nenhum sinal sobre criança da profecia Narutendrick.
🚨GOLPE DE ESTADO NA VILA
O empate contra o Congo foi a gota d’água.
indicam que diversos ninjas da Vila de Portugal planejam usar um jutsu de selamento para Cristiano Ronaldo abrir espaço à juventude.
O principal obstáculo é que o veterano se recusa a abandonar a guerra