Muito bizarro pensar que fizeram protesto contra Dilma por 20 centavos, mas estão calados com a direita propondo 52 horas de trabalho semanal e redução do FGTS.
Flávio Dino detona a corrupção das emendas!
"Eu só quero que a obra exista. Não dá pra usar a emenda pra fazer uma quadra e não ter a quadra!"
As denúncias que chegam até ele mostram um cenário de horror, com corrupção alastrada nas emendas federais, estaduais e municipais.
A frase dita por Luciano Huck aos indígenas pedindo que “limpassem a cultura de vocês aí” ao retirar celulares e roupas modernas não é um simples deslize verbal.
É a manifestação de uma lógica que permanece viva no imaginário brasileiro e que transforma povos originários em personagens fabricados para consumo público.
Essa fala revela a continuidade de um olhar colonial que enxerga culturas indígenas como peças de museu e não como realidades vivas, dinâmicas e em constante transformação.
Quando um apresentador multimilionário se sente autorizado a determinar como um povo deve se apresentar diante das câmeras, ele repete a antiga hierarquia que sempre colocou a branquitude no centro da definição do que é legítimo.
A orientação para que celulares fossem escondidos não busca autenticidade. Ela busca reforçar a fantasia de um indígena congelado no tempo.
Essa exigência ignora que toda cultura muda e incorpora elementos novos ao longo das gerações. Ao negar essa mudança, a fala de Huck atua como um tipo de patrulha identitária colonial que tenta controlar a autoimagem de comunidades historicamente silenciadas.
A frase “limpem a cultura” não limpa nada. Ela revela um gesto de sujeira simbólica que distorce a relação entre quem filma e quem é filmado.
Huck não queria mostrar a cultura indígena como ela é. Queria uma versão estetizada e exotizada que se encaixa no imaginário confortável da televisão. É a tentativa de ajustar vidas reais ao roteiro que a branquitude espera ver.
Essa prática esvazia sujeitos e os transforma em cenário. A violência simbólica está justamente nessa transformação. A autonomia indígena é substituída pela estética que o entretenimento considera vendável.
A assimetria de poder fica evidente. Um comunicador com alcance nacional molda identidades alheias de acordo com o interesse da indústria televisiva. Enquanto isso, os mesmos povos que o país insiste em representar como figuras folclóricas continuam lutando por terra, respeito e direitos básicos.
O Brasil deseja indígenas para a fotografia, mas não para a política. Quer adorno, mas não quer escutar suas demandas. Quer rituais, mas não quer reconhecer demarcações.
O problema não está apenas na frase de Huck. Está no que ela escancara sobre a sociedade brasileira.
Ainda se espera que indígenas performem uma pureza inventada enquanto a população que consome entretenimento se recusa a enxergar a complexidade desses povos.
A fala revela a preferência nacional pela fantasia em vez da realidade.
Indígenas que usam tecnologia ou que transitam pelo mundo contemporâneo são frequentemente tratados como se tivessem perdido sua identidade, o que é uma completa distorção sociológica.
No fim, a gravação apenas confirma algo que o país insiste em não admitir. Não é a cultura indígena que precisa ser limpa.
É a nossa dificuldade histórica de aceitar que ela é plural, contemporânea, potente e resistente apesar de séculos de apagamento.
Hoje um conhecido bêbado disse com toda a convicção do mundo que eu era policial civil e eu não sei até agora de onde caralhos ele tirou isso da cabeça
Hoje faz 05 anos e a condenada segue livre cursando medicina, indo a shoppings, com sua vida social em dia.
São 05 anos lutando por justiça, hoje preciso que o Brasil se lembre e venho pedir sua ajuda, poste uma foto, um vídeo me ajude a #justiçapormiguel pfv
A gente, isto aqui foi LINDO demais hahahahaha
O cara propôs uma emenda para REDUÇÃO de cargos (enxugar a máquina pública) e sabendo que ninguém ia ler e só ia votar contra o que ele votasse, ele foi e votou contra seu próprio projeto, e todos votaram a favor kkkkkkkk
GENIAL🤣
😂 🔄 Vereador Israel Russo, de Pouso Alegre (MG) vota CONTRA a própria emenda para driblar vereadores da base do prefeito, fazendo com que eles votassem instintivamente A FAVOR do projeto que REDUZ de 33 para 7 o número de cargos criados.
Ed Gama sempre salvando o momento, fazendo questão de falar que a moça cantou a música louca por ti de Calcinha Preta, só faltou falar em Paulinha, mas tudo bem, valeu de mais já.
#Domingao