@PedroPRSales Júlia Zanata sem dúvida! Mas independentemente do sexo, cor, raça ou qlq outra coisa, o importante é ser alinhado com Bolsonaro e competente. Não adianta nada ser mulher e não ter competência ou bons valores.
A principal meta do sistema, tanto da esquerda quanto dos “permitidos”, que cada vez mais mostram ser parte do mesmo jogo, é insistir, eleição após eleição, na destruição do nome Bolsonaro.
Enquanto isso, ignoram completamente presos políticos, pessoas tratadas de forma desumana e centenas de brasileiros esquecidos propositalmente para que a narrativa continue intacta.
A orquestra segue afinada e tocando sem nenhum questionamento. Tudo calculado, com prudência, sofisticação e muito método.
Atacam somente o mesmo alvo, silenciam sobre os mesmos fatos e protegem os mesmos interesses. E quem ainda não percebeu isso talvez esteja apenas escolhendo não enxergar.
Vocês lembram do juiz de Jales que condenou um casal a 50 dias de prisão por fazer homeschooling — ou seja, por ensinar as filhas em casa?
Na sentença, o juiz citou a rejeição de uma adolescente ao funk como “sinal de preconceito”. A investigação descobrou que mesmo juiz curtiu o Réveillon ao som de Anitta meses antes.
O problema não é o que ele ouve. É usar o gosto musical de uma adolescente — que rejeita funk e prefere música cristã — como fundamento numa condenação criminal. O critério, ao que parece, é muito mais sobre gosto pessoal do que jurídico.
O juiz afirmou que havia citado “funk” apenas uma vez na sentença, classificou as críticas como difamação, ameaça e até homofobia, e alertou que quem divulgasse informações do processo sigiloso poderia estar cometendo crime. Só que, no story seguinte, o próprio juiz divulgou um trecho da sentença para tentar se defender.
Hoje, Junior da Luz Miranda — cujo nome anterior era Eliel — responde a diversos procedimentos disciplinares simultâneos no CNJ e na Corregedoria do TJSP.
Reportagem completa em @a_investigacao_: https://t.co/r7ACdlJtb2
Nordeste não é problema, Nordeste é solução.
O sistema quer, com sua metamorfose diária, apagar o nome do melhor Presidente da história desse país, impedir a divulgação da verdade e que a justiça seja feita! O Brasil de bem é muito maior e não permitirá! 🇧🇷
Existem culturas, como se sabe, que abominam o cão. Para elas, o animal é pouco mais que um porco de quatro patas, portador de imundície e mau agouro. Eu, ao contrário, trago-o desde a infância como um herói intemporal, desses que resistem ao ridículo do tempo. Meu imaginário infantil foi colonizado por duas produções americanas de 1954, Rin Tin Tin e Lassie, relíquias da era dourada da televisão em preto e branco, quando o sentimentalismo ainda não precisava pedir desculpas por existir.
Rin Tin Tin era um pastor alemão magnífico, e a série era ambientada no Velho Oeste do fim do século XIX. Um órfão e seu cão, adotados pela Companhia B de Cavalaria. O animal enfrentava bandidos, saltava janelas com precisão militar, corria em busca de reforços quando a tropa caía em emboscada. Defensor da lei e da ordem, sem as hipocrisias contemporâneas. Um herói, enfim, à moda antiga.
Lassie, por sua vez, era uma collie de beleza quase ofensiva, guardiã de outro órfão, o pequeno Timmy. Drama familiar de receita simples: o menino se metia em apuros, caía num poço, perdia-se na floresta, e a cadela, com inteligência quase aristotélica, alertava os adultos e conduzia-os ao local do desastre. Havia naquilo uma doçura previsível, mas eficaz. Eu me rendia, confesso, tanto à doçura do olhar quanto à lealdade canina, essa virtude rara que os homens, na sua infinita capacidade de traição, invejam secretamente. O que me fascinava, no fundo, era precisamente isso: a demonstração desinteressada de afeto, a pureza daquele olhar úmido, sem cálculo, sem segundas intenções.
A lealdade do cão continua a ser uma das poucas coisas neste mundo que ainda conseguem surpreender e, de certo modo, envergonhar a espécie humana.
Meu afeto por eles tem, obviamente, razões biográficas. Também eu fui, a meu modo, órfão de pai. Mas não é só isso. Na cultura ocidental, o cão é, em regra, mais herói que vilão. Claro que há exceções ilustres: Cérbero, o monstro tricéfalo das portas do Hades; o cão de Drácula; os cães zumbis de Resident Evil; ou a quadrilha de dobermanns de The Doberman Gang, filme de 1972 que ainda hoje diverte os cinéfilos de mau gosto. Mas são desvios. O cão serve para tudo: ação, companhia, guia de cegos, polícia, exército, circo, pastoreio, e até para prever terremotos e tsunamis.
Chegamos, por fim, ao cúmulo da nossa época: os cães políticos. Um deputado mineiro, com a finura intelectual que caracteriza a nossa classe política, chamou de cães os bolsonaristas os críticos que o incomodam, abrindo uma nova categoria para os cães: a categoria de militantes.
Enfim, o Brasil é assim: transforma tudo em palanque, inclusive a zoologia. Por tudo isso, confesso sem o menor constrangimento: não me ofendo quando me comparam a um cão. Pelo contrário. Sinto-me lisonjeado. Amável, brincalhão e, sobretudo, leal. Ah, a lealdade, um virtude que, no homem, é quase um anacronismo. Au-au, portanto.
Apenas não me atirem uma bola. Não tenho a menor intenção de sair correndo atrás dela como um idiota. Ainda conservo algum resquício de dignidade.
Obrigado a você que acredita na mudança e tira seu tempo para curtir, compartilhar e apoiar a nossa causa. Nossa militância é ouro! O Brasil tem futuro!
Todos os nossos apoiadores, tios do zap, tios do churrasco, crianças, influenciadores, vizinhos e cada brasileiro que acredita no nosso país fazem diferença nessa caminhada. Seguimos juntos, com coragem, união e amor pelo Brasil!
As expressões humanas são inconfundíveis e traidoras. Não é preciso ser filósofo nem gênio para perceber o que o rosto denuncia com impudência. Enquanto o sangue circular nas veias, todo homem, ao anunciar, ao profetizar ou ao servir de mensageiro, entrega, ainda que contra a própria vontade, o que verdadeiramente sente nas profundezas da alma. É quase inconcebível que alguém dê uma notícia trágica com semblante zombeteiro. A menos, é claro, que não tenha internalizado a tragédia, ou, pior, que nela encontre motivo de divertimento secreto. Ninguém, com sorriso nos lábios ou riso na garganta, declara: “Meu cachorro morreu”, “Meu cavalo quebrou a perna”, “Minha carteira foi roubada”. A natureza humana, em sua simplicidade ancestral, alinha gesto e sentimento. A boa-nova traz o rosto iluminado; a má, o cenho carregado. Assim foi, assim é, assim será.
Digo isto porque me chamou a atenção, e não de forma agradável, o jovem Nikolas Ferreira anunciar, com um sorriso largo e quase cúmplice, que o molusco (pela lei das probabilidades), pode vencer a próxima eleição. Não usou exatamente essas palavras, mas o espírito era esse, e o vídeo registra tudo com impiedosa clareza. Dona Lucimar, com sua habitual candura, explicou-me que ele não teria motivos para perder o sono com tal possibilidade.
Em seu projeto pessoal, Nikolas se apresentaria, quando a idade o permitisse, como a salvação divina dos nossos males. Logo, quanto piores estivessem os problemas do país, maior seria a aura de messias que ele poderia cultivar. Eis a lógica perversa do oportunista: que o incêndio se alastre para que ele apareça, por fim, como o bombeiro providencial.
O problema desse tipo de esperto, ou de sonhador cínico, é que a esperteza, com o tempo, perde o verniz e revela a madeira ordinária por baixo. Até 2030, e talvez bem antes, haverá razões de sobra para que o eleitorado brasileiro, cansado de poses e de salvadores de plantão, recuse-se a votar em espertalhões, ainda que estes tragam, por ora, ares de santidade laica. Porque o tempo, senhor implacável, é o maior inimigo dos simulacros e o aliado natural da razão.
LINK DO VÍDEO: https://t.co/DUdmiKgB8A