PF: Guga Lima criou carteiras fraudulentas repassadas pelo Master ao BRB https://t.co/EMtuaqbMbU então quem começou a fraude foi o PT mesmo. Por isso, o Lula recebeu o Vorcaro e o Galípolo atendeu o Moraes.
Moraes, Dino, Zanin e Mendes inventaram um “caso Mendonça” e a mídia do Pix comprou a narrativa. Não existe “caso Mendonça”. Mendonça é realmente um juiz da Suprema Corte tentando aplicar a lei. Os outros – pseudo-juízes unidos em autoproteção mafiosa – é que são o “caso”.
Alexandre é conhecido antes mesmo de virar ministro como o rei dos dossiês.
Os corredores do poder sempre comentavam que sua acensão foi por chantagem.
O brasileiro não entendia como um só ministro teria tanto poder sem que ninguém fizesse nada.
Imaginem o tamanho do dossiê contra Alcolumbre.
Imaginem o tamanho do dossiê contra Gilmar.
Contra Dino.
Eles não são parceiros. Não existe relação de amizade. São reféns.
E isso aconteceu com André, Fux e Kassio.
Só que esses não cederam.
O futuro ninguém sabe. Mas o presente está muito claro.
Tratam com naturalidade ter um ministro supremo agindo para ajudar Lula. Diante da gravidade da situação como um todo, acho realmente que Caiado e Zema deveriam abandonar a disputa e declarar apoio a Flávio para tentarmos fechar isso já no primeiro turno...
OMERTÀ (código de silêncio)
"André Mendonça não cometeu abuso de autoridade, ao contrário do que publicam os porta-vozes dos políticos do STF.
O crime do ministro foi romper a omertà (código de silêncio) com a qual o Supremo pretendia enterrar a verdade sobre a relação promíscua entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.
A omertà tinha como cúmplices o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Foi para cumprir a sua obrigação como relator do caso Master, função para o qual foi sorteado depois do espetáculo indecente protagonizado por Dias Toffoli, outro envolvido com Daniel Vorcaro, que André Mendonça determinou que a PF investigasse quem era o destinatário das mensagens cabulosas do maior fraudador do sistema financeiro do país.
A investigação se tornou necessária, lembre-se, porque Alexandre de Moraes mentiu deslavadamente quando parte das mensagens veio à tona, no início de março, ao negar ser o interlocutor do banqueiro do Master.
Se não era o ministro, quem era ele? Essa informação era vital para o andamento do processo.
Ao constatar que Alexandre de Moraes havia faltado com a verdade, assim como em relação ao contrato de Daniel Vorcaro com o escritório de advocacia da sua mulher, André Mendonça cumpriu a obrigação de encaminhar ao presidente do STF, Edson Fachin, o pedido de permissão para incluir o mentiroso no processo, fazendo muito bem em ignorar o parecer contrário de Paulo Gonet, que deveria ter se declarado suspeito, uma vez que é citado nas mensagens.
Tudo o mais é infâmia: da inclusão do ministro no inquérito das fake news mediante um relatório apócrifo e ilegal produzido sob encomenda para Alexandre de Moraes à história de que André Mendonça recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro e à lorota de que ele teve um terno pago por um cupincha do fraudador.
A infâmia visa a criar uma falsa equivalência criminosa entre um ministro que agia como funcionário regiamente pago por Daniel Vorcaro e outro que seguiu o dever funcional".
É de uma insanidade absoluta o que estamos vivendo na antevéspera da sessão do STF marcada para terça-feira para decidir se abre uma investigação para apurar a conduta do ministro Alexandre no caso Master. De partida, vale anotar que o Supremo Tribunal Federal precisar reunir seu colegiado para decidir se instaura ou não um procedimento investigatório contra um ministro já é algo fora da regra.
Na verdade, não há regra que discipline isso. O Regimento interno atribui ao relator a competência para determiná-la e é assim que sempre se procedeu. Submeter ao plenário aquilo que o relator decide monocraticamente todos os dias não é aplicação de regra, mas criação de uma etapa que o ordenamento não previu e que só aparece quando o investigado é um dos seus. Mas, ok. Inventaram essa. Mais essa…
Seja como for, para instaurar um procedimento investigatório basta uma notícia-crime. No caso, ela surgiu no curso de outra investigação, aquilo que a doutrina chama de notícia-crime de cognição direta: durante a apuração de um crime, surgem elementos indicando o possível envolvimento de outra pessoa ou a prática de outro delito. Isso pode levar à ampliação do objeto investigado ou à instauração de nova investigação.
Foi o que aconteceu. Ao se investigar com quem Vorcaro trocava mensagens nada republicanas, identificou-se o telefone do ministro Alexandre. Agora se quer saber se esse elemento e seu contexto, somados a outros já conhecidos, indicam sua eventual participação em possível crime.
E, para iniciar uma investigação, basta um juízo de mera possibilidade. As razões para acreditar na hipótese estão em pé de igualdade com aquelas que recomendam desconfiar dela. Pode ser verdade ou pode não ser. Não se sabe e, justamente por isso, investiga-se. Não é necessário sequer chegar ao juízo de probabilidade exigido para o início de um processo criminal.
No entanto, alguns ministros parecem querer ir muito além. Peticionam ao Presidente do STF e até diretamente à Polícia Federal, pedindo acesso a outros documentos e elementos de prova. Essa preocupação em ampliar o quadro cognitivo em momento tão preliminar sugere que pretendem exigir, para decidir se uma investigação pode começar, algo próximo de um juízo de certeza reservado ao final do processo penal. É a escada percorrida de cabeça para baixo: quer-se ter o fato provado antes de permitir que seja apurado. Mas investiga-se justamente porque ainda não se sabe. Se já soubéssemos, não haveria o que investigar.
Daí a perplexidade diante da chuva de petições, pedidos de acesso à íntegra dos autos e requerimentos sucessivos. A discussão deveria ser muito mais simples: há elementos suficientes para investigar as circunstâncias das relações do ministro Alexandre com o banqueiro Vorcaro, que, em juízo preliminar e em tese, podem indicar possível crime de corrupção passiva? O alargamento do quadro probatório em relação a outras pessoas ou fatos não apaga aquilo que já veio a público sobre o ministro Alexandre, nem elimina os elementos que já podem ser suficientes para iniciar uma apuração.
De resto, a prerrogativa de foro existe para proteger a função pública, não para blindar quem a exerce. Transformá-la em escudo contra a própria apuração é inverter sua razão de existir. Respeitá-la significa permitir que a investigação siga seu curso e que, ao final, se decida pelo arquivamento ou pelo oferecimento da denúncia.
Num verdadeiro Estado Democrático de Direito, expressão tão repetida e tão convenientemente invocada em discursos inflamados, a lei deve valer para todos, sobretudo quando sua incidência se torna incômoda. Democracia não se mede pela facilidade com que se exige a aplicação da lei aos adversários, mas pela disposição de aceitá-la quando ela alcança os próprios. Se há pessoas a quem sequer se permite investigar, já não estamos falando de prerrogativa. Estamos falando de privilégio. E onde há privilegiados acima da lei, o adjetivo “democrático” começa a perder o sentido
QUANDO INVESTIGAR VIRA O PROBLEMA
Um jurista vai à CNN e diz que os indícios envolvendo Moraes são “abundantes” e mais que suficientes para justificar uma investigação.
E o que aparece em Brasília? Guerra de ofícios, disputa interna, discussão sobre nulidades e uma impressionante habilidade para mudar o foco.
Curioso país onde pedir investigação parece causar mais turbulência do que os fatos que deveriam ser investigados.
Se não há nada, investiguem.
Porque tanta resistência só consegue produzir uma coisa: mais perguntas.
O que o artigo do Estadão está sugerindo⁉️
O artigo defende que desobediência civil é parte legítima da democracia quando a autoridade se afasta dos princípios que deveria proteger.
E que obedecer cegamente não é virtude democrática, o cidadão deve primeiro ser fiel a valores éticos, e só depois às ordens do poder.
O texto aponta Thoreau, Arendt e Gandhi para mostrar que transformações políticas reais nascem justamente desse atrito entre consciência moral e imposições do Estado.
A pergunta que move o artigo é: a que princípios devemos permanecer obedientes⁉️A democracia, diz o colunista, depende dessa coragem de dizer não quando o sistema exige submissão.
Que lembrança, hein!
Há quase 1 ano o PGR Gonet mandava arquivar um pedido de investigação contra o Ministro Moraes E A ESPOSA DELE por, VEJAM VOCÊS, uma "suposta" tentativa de favorecer o Banco Master.
E hoje sabemos que ATÉ O GONET estava no meio desse rolo.
A ala pró-Moraes do STF (com o apoio do governo e Alcolumbre) está agindo com um desespero extremo e visível -- uma forma de mania -- e está claramente disposta a destruir o que resta da credibilidade do STF, tudo para proteger Moraes (faz menos de uma semana que Moraes tentou incluir Mendonça no Inquérito das Fake News: eles estão descontrolados, sem limites).
Mas repare na única tática que não usaram: defender Moraes quanto ao mérito. Isso é porque sabem que não há defesa. Não há como justificar a legitimidade dos cerca de R$ 200 milhões do Banco, as conversas sobre fugir da justiça e obstruí-la ou, a exclusão deliberada das mensagens de Moraes para Vorcaro, as mentiras de Moraes ao público. Portanto, estão dispostos a transformar o STF em um circo, violar todas as regras que regem a corte, tudo para garantir que Moraes nunca tenha que responder pelo que ele fez.
ANDRÉ MENDONÇA MUDA O FOCO E QUER OUVIR OS DELEGADOS DA PF
Mais um capitulo do imbróglio
Em novo despacho na PET 16.704, neste domingo (13), André Mendonça pediu que quatro delegados da Polícia Federal expliquem, em 24 horas, como ocorreu a entrega do material encaminhado ao seu gabinete em 8 de março e, principalmente, se sofreram algum tipo de constrangimento durante as investigações.
O movimento é relevante diante da crise instalada no STF. Mendonça registra que há divergências sobre as circunstâncias em que o material chegou ao seu gabinete e ressalta que não foi indicada decisão judicial determinando aquele encaminhamento.
Ao mesmo tempo, o ministro procura preservar o julgamento marcado para terça-feira, afirmando que a inclusão, agora, de novos elementos, inclusive a abertura integral do celular de Daniel Vorcaro, poderia “tumultuar o julgamento” e comprometer o andamento das investigações.
Na prática, Mendonça separa duas questões: mantém o julgamento restrito ao material já disponibilizado aos ministros e abre uma nova frente para esclarecer como a PF atuou, quem determinou a remessa das informações e se os delegados responsáveis pela investigação sofreram pressões ou constrangimentos.
A frase final do despacho deixa clara a direção adotada pelo ministro: “A gravidade dos fatos não autoriza atalhos”, mas também não admite “subterfúgios ou desvios de rotas”.
A crise institucional, portanto, está longe de terminar, e cada vez mais o 15 de setembro se torna essencial para o Brasil.
Lula prometeu picanha. Agora, diante da carestia, trata o brasileiro como idiota: “se não tem carne, coma ovo. Se não tem nenhum dos dois, arroz com feijão puro”.
Esse é o retrato do cinismo de Lula, vestido de Al Capone, em Porto Alegre, nesta sexta-feira, 11 de setembro.
O próprio presidente admite, com a maior naturalidade: “o custo de vida está caro” - como se estivesse comentando um problema que caiu do céu, e não o país que ele próprio governa.
Enquanto Lula faz comício, o Brasil já chegou a 83,9 MILHÕES de inadimplentes - mais da metade da população adulta. São R$ 586,4 BILHÕES em dívidas. Milhões de famílias esmagadas por contas, juros e supermercado, cortando tudo o que podem, fazendo conta no caixa e escolhendo o que precisam devolver da cesta porque o dinheiro simplesmente não dá.
É gente sendo empurrada para a linha da pobreza enquanto o presidente transforma a própria carestia em piada.
Lula exibe um cinismo inacreditável, com requintes de crueldade.
Depois de mais de 17 anos de governos do PT, Lula ainda faz campanha como se seu partido tivesse acabado de chegar a Brasília e nenhuma responsabilidade tivesse pelo país que governa há quase duas décadas.
Prometeu picanha para ganhar voto na eleição passada. Agora, diante de milhões de brasileiros sufocados financeiramente e sem picanha, oferece ovo, arroz com feijão e uma aula de conformismo - não consegue comprar? Acostume-se a comer menos.
E ainda querem vender isso como “governo do povo”.
Depois de tudo isso, quem ainda vota em Lula da Silva consegue ser pior do que ele.