Para quem passou a vida preenchendo cadernos à mão, ver os traços se curvarem e as vogais se reduzirem a respingos trouxe a vergonha de uma desintegração exposta.
A crônica de sexta na Sler.
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No cinema, a troca dos religiosos pelos primatas foi um acidente de percurso, um erro de audição. Na política, a distorção é deliberada.
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A crônica de sexta na Sler.
Quem passa não sabe o que ele pensa. Quem olha de longe é obrigado a inventar.
A crônica da semana na Sler.
O velho, o mar e a ressaca https://t.co/Wn9OpCkWvw via @NeubarthF
https://t.co/UwDt2GoNuX A corrupção é uma via de dois sentidos, mas o espetáculo da punição costuma iluminar apenas uma das pontas. A crônica de sexta na Sler.
O ecossistema das redes sociais opera da mesma forma, exigindo que cada detalhe da rotina ganhe uma aura de sucesso irrefutável.
A crônica de sexta na Sler.
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É o risco de ver a política, o fanatismo religioso, a ganância econômica e o crime organizado marchando juntos para dentro dos tribunais.
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Antes do Big Brother, os anos 1930 já haviam descoberto a fórmula de lucrar com a vulnerabilidade alheia. https://t.co/4leWuLJzXl A crônica de sexta na Sler.
Ela está ali para me lembrar, diariamente, que a arte existe porque a vida pura e simples não basta.
A crônica de sexta na Sler.
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A história mais fascinante da nossa iconografia pode não ter nascido no Olimpo nem no Monte Sinai, mas sim no chão poeirento dos mercados e tendas do Levante...
A crônica de sexta na Sler.
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Na memória de quem viveu o cinema clássico, sob os ecos de suas trilhas sonoras, o elefante habita um lugar de pura magia.
A crônica de sexta na @Sler_Oficial.
O Passo do Elefantinho https://t.co/AN9V78NLiS via @NeubarthF
Há uma sabedoria secreta partilhada entre os que dedicam a vida à literatura e os que dividem os dias com os gatos.
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A crônica da semana na Sler.
O tom muitas vezes alarmista e sensacionalista das coberturas jornalísticas pode atuar de forma nociva, servindo como gatilhos para a retraumatização de quem já está vulnerável.
A crônica da semana na Sler.
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