O X da questão no cenário político mundial e a influência das principais autoridades na guerra pelo poder centralizado na visão da Astrologia Chinesa. ☯️
VEM COM O GURU CHINÊS!
2025 => SERPENTE DA MADEIRA
MAIO => MÊS DA SERPENTE
9hs as 11hs => HORA DA SERPENTE
Momento muito especial na Astrologia Chinesa que está mudando todo o contexto geopolítico e religiosos do nosso planeta: É O PODER MUDANDO DE MÃOS! E MUDANDO VOCÊ! ☯️
🗳️ VERITÁ: Carlos Bolsonaro (PL) e Carol de Toni (PL) lideram intenção de voto na disputa pelo Senado Federal em Santa Catarina. Margem de erro é de ±2,5 p.p.
*Estimulada 1*
🔵 Carlos Bolsonaro (PL): 31,8%
🔵 Carol de Toni (PL): 26,3%
🔴 Décio Lima (PT): 15,9%
🟡 Outros: 26,0%
*Estimulada 2*
🔵 Carlos Bolsonaro (PL): 31,6%
🔵 Carol de Toni (PL): 23,0%
🟢 Espiridião Amin (Progressistas): 18,3%
🟡 Outros: 27,1%
*Estimulada 1 e 2*
🔵 Carlos Bolsonaro (PL): 31,7%
🔵 Carol de Toni (PL): 24,7%
🟢 Espiridião Amin (Progressistas): 16,3%
🔴 Décio Lima (PT): 14,0%
🟡 Afrânio Boppré (PSOL): 7,8%
🟠 Gilson Marques (NOVO): 3,9%
🟡 Tânia Ramos (PSOL): 1,6%
Nota:
(1) Percentuais consideram os votos válidos.
(2) "Estimulada 1" refere-se ao primeiro voto. "Estimulada 2" refere-se ao segundo voto.
📆 27 a 31 de maio.
👤 1.525 eleitores.
📌 SC-02747/2026.
Seleção jogando com a camisa demoníaca. Mas o brasileiro é guerreiro e não desiste nunca. "Na casa do Senhor não existe satanás, xô satanás" diz leitor.
Vejo um punhado de perfis (e deve ser a robozada agindo) falando bem do tal Renan, do MBL.
Vou lembrar algumas passagens, para quem NÃO TEM MEMÓRIA.
LUCIANO AYAN... alguém lembra?
https://t.co/zFjvVWgzqQ
GABINETE DO ÓDIO?
https://t.co/yzL3mbLkvF
MAIS GABINETE DO ÓDIO...
https://t.co/SW8eOK0koI
AQUI TEM UM DOSSIÊ COMPLETO...
https://t.co/b1PjUGR5U6
Agradeçam ao MBL e sua turma a criação do INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO, A PERSEGUIÇÃO À DIREITA, À UNIÃO COM ALEXANDRE FROTA, JOICE HASSELMAN E TODOS AQUELES que defenderam o inferno que vivemos.
Canalhas!
COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER:
O Brasil aguarda ansiosamente o esclarecimento do contrato de R$ 129 milhões e AGORA outro contrato de 50 milhões do banco Master com Alexandre de Moraes… ops Vivi Barci de Moraes…🤡
Dia de corrida "Fora Lula" aqui na capital mais bolsonarista do Nordeste.
Obrigado, Maceió!
Me sinto honrado pelo convite, @tocomleonardo e @delegadofabioc1
@JulianBeck777@RoziSNews@FlavioBolsonaro Mais um inimputável.
O doidinho não consegue entender os malefícios de uma CPI com amplo domínio de senadores ligados ao PT, tendo Randolfe como presidente ou relator.
E no fim teu voto, de um lulista fanático e de uma pessoa com cérebro tem o mesmo peso.
Quando falarem que o @FlavioBolsonaro não assinou a CPI da lava toga, mostre esse corte explicativo do @kimpaim e não caia em narrativas.
Desnecessário hein Girão🤦🏻♀️
Infelizmente, a ascensão de um herói popular, seguida pela usurpação meticulosa de sua fama e de seu legado por uma figura mais jovem, constitui um dos motores mais antigos das dinâmicas de poder e da psicologia das massas. Embora não exista uma “teoria do roubo de fama”, três pensadores, em particular, desvendaram as engrenagens desse processo: René Girard, Hegel e Pierre Bourdieu.
Bourdieu, que desenvolveu o conceito de capital simbólico, observa que todo espaço, seja ele político, midiático ou artístico, é um campo de batalha onde se disputam prestígio, fama e honra. Para ele, o herói mais velho detém a “ortodoxia”: foi ele quem estabeleceu as regras do que significa ser admirado. A figura mais nova, porém, surge como “heterodoxia” e, para vencer o oponente, dispõe de duas opções estratégicas: o parricídio simbólico, através do qual destrói a reputação do herói mais velho, ou a apropriação, declarando-se o “verdadeiro herdeiro” do legado, esvaziando a figura original de sua autoridade enquanto rouba sua base de admiradores. A segunda opção estratégica visa a transferência da fama como uma herança, muitas vezes forçada.
A filosofia de Bourdieu mostra, no fim das contas, que a fama e o heroísmo não são propriedades privadas; são projeções da massa. A figura mais nova não rouba exatamente a fama do herói original, mas sequestra o imaginário popular, percebendo que a massa está pronta para transferir sua adoração a um receptáculo mais jovem, mais adaptado ao momento ou mais enérgico. Um grande facilitador dessa transferência é a imagem do primeiro herói aprisionado na torre do castelo. Aprisionado e amordaçado. Bourdieu não fala sobre isso, mas o fenômeno encaixa-se com perfeição na realidade que vivemos. Temos, e é inegável, o herói original amordaçado, escondido de seu povo, ao mesmo tempo em surge a tentativa de construir um novo mito no imaginário popular.
Ao leitor mais atento de Bourdieu, parecerá que nunca houve uma orquestração tão ilustrativa quanto o caso brasileiro. Chega a parecer que a filosofia sociológica de Pierre Bourdieu nasceu de um estudo de nossa realidade política ou foi feita sob medida para ela. Coincidência ou ironia da História, o mecanismo não se aplica com exatidão cirúrgica: o sucesso do novo mito depende, em última instância, do grau de disponibilidade da massa para transferir sua admiração ou seu amor. Resta ao pretendente arriscar. Resta-lhe medir até onde pode esticar a corda da impostura, até onde deve fingir-se mito ou fabricar-se como “novo mito”. É tática arriscada, sem dúvida; mas, como o novo ídolo não tem pressa e o tempo joga a seu favor, o risco, por ora, não lhe tira o sono. É o que se deduz, com melancólica clareza da nossa realidade política: o menino vestiu-se de mito e está imbuído de salvar o nosso destino.
Ele próprio deve acreditar nisso. É o que se deduz, repito, com melancólica clareza.