O perigo da solitude é que ela vicia. Você aprende a gostar da própria companhia, da paz, do silêncio e da liberdade de não precisar se explicar. Depois disso, qualquer presença que traga mais desgaste do que tranquilidade simplesmente deixa de fazer sentido.
Na prática, a santificação é progressiva, não instantânea. Muitas vezes percebemos mais a luta do que o progresso. Mas o próprio fato de haver conflito, arrependimento e desejo de obedecer já é sinal da nova vida. O crente ainda peca, mas não faz mais paz com o pecado.