Octavio Guedes foi cirúrgico: Flávio não tem preparo nem para administrar loja de chocolate, quanto mais para a República. Visitou um banqueiro bandido de tornozeleira eletrônica e tratou tudo como intimidade entre "parceiros" e "irmãozões". Não é ingenuidade, é cumplicidade!!
Durante convenção do PL, foi exibido um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro produzido por inteligência artificial. Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF, comenta como o TSE pode interpretar a divulgação desse conteúdo: "O tribunal estabelece a vedação ao uso das chamadas deep fake (...) Então, o ato em si da divulgação desse vídeo poderá e certamente será questionada perante o Tribunal Superior da Justiça Eleitoral".
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Milei chamando os outros de ladrão é até engraçado. Vamos conhecer um pouquinho mais sobre o ladrão Milei?
1. Caso $LIBRA Milei divulgou no X uma criptomoeda chamada $LIBRA no dia do lançamento. O preço disparou e depois despencou em poucas horas (clássico “rug pull”), causando prejuízo a milhares de investidores. Ele está sob investigação e registros telefônicos mostram várias ligações com um dos criadores do token naquela noite. Relatos de que foram 80 milhões de dólares no esquema.
2. Esquema ANDIS Áudios vazados do ex-chefe da Agência Nacional de Deficiência (ANDIS) afirmam que Karina Milei (irmã e secretária geral da Presidência) recebia 3% de propina sobre contratos de medicamentos para a agência. Ela é citada como suspeita; Javier Milei havido sido informado e silenciou.
3. Caso Adorni (enriquecimento ilícito) Manuel Adorni, chefe de Gabinete de Milei, é investigado por aumento de patrimônio e gastos (incluindo reformas em casa) que não batem com a renda declarada. Milei o protegeu até onde deu, dizendo que não sairia do governo. A pressão foi tanta que Adorni acabou saindo.
4. Cartão Nucleoeléctrica Investigação sobre gastos excessivos e pessoais (discotecas, hotéis, free shops, serviços de praia etc.) feitos com o cartão corporativo da empresa estatal de energia nuclear. O alvo principal é Demian Reidel, que foi presidente da empresa. A turma de Milei nada de braçada no luxo, enquanto o povo passa fome.
5. Hipotecas do Banco Nación O banco estatal concedeu centenas de créditos hipotecários a funcionários, aliados e pessoas politicamente expostas durante o governo Milei. A oposição questiona se houve condições privilegiadas; o governo e os envolvidos dizem que foram as mesmas condições de mercado abertas a qualquer um. Sabe aquele empréstimo de pai pra filho do BRB para Flávio? Prática generalizada para a turma de Milei.
Esquema de propina de Vorcaro para Flávio Bolsonaro será provado pela PF em breve. A matéria do JN esclarece o esquema, e PF vai mostrar como bilhões foram parar no Master, direcionado por bolsonaristas.
Isso aqui é absolutamente ilegal! Isso é abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
O texto normativo que proíbe exatamente isso está na Resolução TSE nº 23.610/2019 (com a redação dada pela Resolução TSE nº 23.732, de 27 de fevereiro de 2024):
Art. 9º-C
É vedada a utilização, na propaganda eleitoral, qualquer que seja sua forma ou modalidade, de conteúdo fabricado ou manipulado para difundir fatos notoriamente inverídicos ou descontextualizados com potencial para causar danos ao equilíbrio do pleito ou à integridade do processo eleitoral.
§ 1º É proibido o uso, para prejudicar ou para favorecer candidatura, de conteúdo sintético em formato de áudio, vídeo ou combinação de ambos, que tenha sido gerado ou manipulado digitalmente, ainda que mediante autorização, para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou fictícia (deep fake).
§ 2º O descumprimento do previsto no caput e no § 1º deste artigo configura abuso do poder político e uso indevido dos meios de comunicação social, acarretando a cassação do registro ou do mandato…
Quem são os funcionários do governo americano que tiveram entrada negada no Brasil, porque iriam, segundo o Washington Post, questionar a integridade das urnas? Segue o perfil do dois:
RILEY M. BARNES
Riley M. Barnes é um diplomata norte‑americano com trajetória marcada pela mistura entre política externa, moralidade religiosa e defesa de valores ocidentais.
Embora seja tecnicamente um funcionário de carreira, sua atuação sempre esteve fortemente ligada a temas como liberdade religiosa, direitos humanos sob ótica cristã e democracia como missão civilizacional. Isso o colocaria no campo dos neoconservadores religiosos, que enxergam política externa como instrumento de correção moral do mundo.
Barnes trabalhou em áreas do Departamento de Estado que frequentemente são usadas como justificativa para pressão política: democracia, direitos humanos e liberdade religiosa. Esses setores, embora importantes, são historicamente instrumentalizados por governos dos EUA para missões diplomáticas com objetivos ideológicos.
Ele também atuou como speechwriter político, o que reforça seu perfil de formulador de narrativas e não apenas técnico.
Barnes é útil nesse tipo de operação porque sua atuação combina discurso moralista, defesa de valores cristãos e crítica a instituições civis que não se alinham à visão ideológica americana.
SAMUEL D. SAMSON
Samuel D. Samson é tido como mais explícito e radical que Barnes. Ele não é um diplomata tradicional: é um ativista ideológico que ganhou cargo dentro do Departamento de Estado. Sua formação em Hillsdale College (um centro intelectual conservador cristão) e sua atuação em organizações católicas tradicionalistas teriam moldaram um perfil profundamente religioso, moralista e politizado.
Samson defende conceitos como direitos naturais, civilização ocidental cristã, soberania nacional e combate ao globalismo. Ele é alinhado com a direita populista europeia e já se reuniu com figuras como Nigel Farage e representantes de governos ultraconservadores da Europa Central. Seu histórico incluiria viagens para denunciar supostas fraudes, violações de direitos e ameaças à democracia em países que ele considera ideologicamente desviados.
Ele não é um técnico em sistemas eleitorais. Ele é um militante político com cargo diplomático. Sua atuação costuma envolver a criação de narrativas, pressão ideológica e uso de relatórios de direitos humanos como arma política. Samson é o tipo de emissário enviado quando o objetivo não seria observar, mas sim gerar ruído, tensionar relações e alimentar discursos internos nos EUA.
Ele é útil para missões onde o objetivo é político, não técnico.
O Brasil negou o visto de ambos porque entende que não seriam observadores imparciais, cuja entrada no país poderia ser interpretada como tentativa de interferência direta no processo democrático.
Imprensa: se forem copiar, citem a fonte. Eu trabalho de graça. Pelo menos algum reconhecimento. Canso de ver o que levanto aqui antes, virando pauta para vocês. Tá?
Existem vários tipos de dança: balé, salsa, tango, samba, forró, zouk, merengue, flamenco, hip-hop, jazz, dança de salão, dança contemporânea, street dance e muitas outras.
Mas parece que surgiu uma nova modalidade, revolucionária e extremamente brasileira: a “dancinha do cachorro mijando no poste”.
O sujeito fica indo de um lado para o outro, fazendo movimentos aleatórios, tentando marcar território e, no final, ninguém entende exatamente o que aconteceu. 😂
A Julia Duailibi só faltou dizer "tá acabado para o Flávio Bolsonaro" com todas as falcatruas que estão sendo descobertas, mas ela manteve o profissionalismo jornalístico.
TARIFLÁVIO GOLPISTA
Exmo. Sr. Ministro André Mendonça, cumpro sua decisão e nada comento das relações de Flávio Rachadinha com milicianos. Deixo para seu colega no Supremo, o Ministro Flávio Dino, fazê-lo.
Uma família que pediu a uma potência estrangeira para taxar o Brasil não ama este país. Ama o próprio poder.
O tarifaço castiga o trabalhador brasileiro para blindar quem tentou dar um golpe. Chamam de patriotismo, mas é traição.
O povo já enxergou. Pela Quaest, 51% apontam que Flávio Bolsonaro pediu as tarifas contra o próprio país.