🚨URGENTE | STJ nega por unanimidade pedido de liberdade de Deolane Bezerra.
Deolane está presa preventivamente desde o último dia 21 de maio em uma penitenciária no interior de São Paulo.
A parte mais engraçada dessa reportagem é ouvir jornalistas dizendo que o tema "não deveria ser politizado". Em 2026, depois de anos transformando cada morte da Covid em arma política contra Bolsonaro @jairbolsonaro , descobrimos que agora existe uma preocupação repentina com responsabilidade, equilíbrio e separação entre saúde e política.
Quando Bolsonaro estava no Planalto não havia esse cuidado. Não existia prudência. Não existia espera por investigação. Não existia contextualização. Existia apenas uma narrativa pronta: Bolsonaro era o genocida, o negacionista, o culpado por tudo. Cada problema sanitário virava manchete política. Cada debate científico virava disputa ideológica. Cada decisão era tratada como crime moral.
Agora que surge um problema envolvendo um imunizante sob outro governo, a imprensa corre para alertar que o assunto está sendo politizado e que é preciso evitar associações indevidas. Curioso. O princípio que não existia em 2020 apareceu magicamente em 2026.
O problema nunca foi a politização. O problema sempre foi quem estava sendo politizado.
Quando era Bolsonaro, a política podia invadir a ciência, a medicina, os hospitais e os cemitérios. Quando não é Bolsonaro, a mesma imprensa pede calma, responsabilidade e análise técnica.
A memória é uma inimiga cruel das narrativas. E a hemeroteca continua sendo o maior pesadelo de quem passou anos confundindo jornalismo com militância.
Filipe Martins está entre os perseguidos de estimação de Alexandre de Moraes. O que espera o ministro para fazer valer a Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso?
Não há qualquer justificativa plausível para um governo não querer combater narcoterroristas, a menos que esteja associado a eles. E é exatamente essa a pergunta que os eleitores deste miserável país estão se fazendo neste momento e seguirão fazendo até outubro.
Aguardando a Justiça dar 48 horas para o desgoverno explicar as mortes associadas à vacinação contra a dengue e as dezenas de relatos de reações graves.
A impressão que fica é que só existe urgência quando se trata de um governo de direita.
Quando é um governo de esquerda, parece haver tempo de sobra e toda a boa vontade da imprensa para tentar justificar o injustificável.