🇦🇷 🇺🇾 "Tutti si lamentano delle strutture e organizzazione, delle strutture di allenamento e negli aeroporti, così come della detenzione di giocatori, fotografi, arbitri, allenatori, e sarà la peggiore edizione della Coppa del Mondo di sempre". M.Bielsa
Octavio Guedes criticou o senado por aprovar o PDL do estupro em menos de 3 minutos.
💬"No Brasil, existe o dia das mães e o dia dos pais e senado criou o Dia do estuprador e o Davi Alcolumbre deixou a sua cara com o símbolo desse dia do estuprador. Então eu não entendo como, como ser conservador é você obrigar uma criança a gerar, a a carregar no ventre o filho do estuprador, se ela não tem condições, mínimas condições de ser mãe. Então você está beneficiando o estuprador e punindo a criança. A criança que é vítima do estuprador, hoje é vítima dessa decisão nojenta desse Congresso."
Massive round of applause for João Fonseca and everything he achieved at this year’s Roland Garros.
🔹Became the first teenager to ever beat Novak Djokovic in a Grand Slam
🔹Became the 2nd player in history to come back from 2 sets to 0 down to beat Novak Djokovic
🔹Became the first Brazilian man to reach a Roland Garros singles quarterfinal since Guga in 2004
🔹Beat 2-time Roland Garros finalist Casper Ruud
🔹Up to No. 25 in the live rankings
Just 19 years old doing truly incredible things.
His dream run ends here, but his dream is more alive than ever.
🇧🇷💛🇧🇷
Lembro de, em uma das noites naqueles anos em que trabalhei com José Trajano, uma vez por semana juntos comentando futebol em podcast e duas ou três vezes por semana produzindo o seu programa de TV na sala de sua própria casa, me perguntar: como é que esse cavalheiro, que viu ao vivo a Copa de 70, ainda tem tanta energia pra se envolver com a sexta rodada do campeonato brasileiro de, sei lá, 2019? Talvez eu não tivesse saco pra tanto goleiro fingindo lesão, tanto juiz egocêntrico, tanto cartão amarelo por comemoração de gol. O Zé fala de futebol e o olho muda. Tive uma camisa do América. Dei a ele, não sei se coube legal. O vermelho lhe cai muito bem.
É curioso observar, nos últimos tempos, a intensificação desse, digamos assim, "conceito": o Zé Trajano fanático pelo Arsenal contrasta com aquele nosso possesso de alma gentil que, por décadas, não parecia se importar tanto assim com o futebol daquela ilha. O negócio dele era a cobertura de um Brasil profundo, de histórias locais, do nosso rame-rame e das pelejas inglórias, sol a pino, jogadores horríveis e nem sempre esforçados, militando pelas divisões intermediárias do futebol carioca. Tudo aquilo que justifica estádios vazios, mas que a gente não larga a mão, porque ama. O Zé achou, muito bem achado, o conceito da coisa, que é um pouco o fio da vida: o futebol é um abraço. E abraço a gente dá, não proíbe.
Abraço de pai e filho, nesse caso. De um pai que vê o filho vivendo em outro país, amando outro clube, e sentindo, ali, a mesma conexão que nós temos quando vemos nossos pais sofrendo por um esporte que nem entendemos ainda. Não é complexo de entender. A história natural, na ampla maioria dos casos, traz os filhos para escolherem torcer pelo mesmo time do pai - muitas vezes nem sequer é uma escolha, já que somos tão crianças na hora de forjar esse encanto, e os pais e mães nem sempre são democráticos. Por qual motivo deveria ser difícil de entender que o pai também pode escolher o time do filho? Se o destino final é o abraço, por quê seria inviável forjar, depois de muita estrada, um afeto tardio em nome de estar com o filho? Meu amigo-irmão Paulo certa vez me disse: "se acabar o futebol, acaba 90% do meu assunto com meu pai". Tenhamos assunto, pois.
É muito bonito que o coração de José Trajano, depois de tanta pancada em transmissões amadoras, tenha vivido, no telão do Estádio dos "Gunners", essa paixão honesta e esperançosa por um clube que é acima de tudo uma outra chance. Bonito também que o Arsenal tenha se acomodado lá dentro como se na Tijuca estivesse. Clubes de futebol são instituições generosas, maleáveis, aceitam eventuais desaforos e sempre abraçam novos adeptos, mesmo aqueles "que vieram de longe". No fim, no rigor máximo, é tudo um pretexto pra gente dividir o tempo com quem ama - afinal, definitivamente, por obviedade matemática, não é um hobby que traz mais alegrias que frustrações. Quem leu Nick Hornby em Febre de Bola sabe bem disso. Hornby conta como, ao redor dos jogos do Arsenal, a sua vida foi tecida. Quem o leu, fez uma espécie de faculdade para torcer por aquele clube, já está habilitado para tal. Um clube especial, por sinal, inclusive na dor.
Mais uma vez escapou o título europeu do Arsenal - talvez seja um traço esquisito do destino do Zé, o futebol lhe deu poucas taças, radicalizando a lição que ele tem pra dar. João e José, filho e pai, assistiram juntos. O pai, tenho certeza, cruzou o oceano para o abraço, mais do que para o jogo, ainda que o jogo tenha sido o pretexto para o abraço. Eu também tenho dois clubes, um pequenininho e um grandalhão, no mesmo coração. Muitos de nós temos. E não, não é legal amar um time que só apanha, que não reage, que nem bravata tem pra soltar. Então a gente delira outros delírios. Vi uma semifinal de Copa do Mundo no sofá do Trajano, França x Bélgica, e também o vi tentando conectar um Youtube na TV pra assistir o Ameriquinha numa jornada vespertina safada pelo estadual. Via, nas duas ocasiões, o mesmo homem que ama futebol e me contagia, no mais nobre jogo e no quase anônimo duelo. Eu amo o amor que o Zé Trajano tem pelo futebol. E contemplo comovido o quanto esse esportezinho danado faz por nossas relações humanas e afetivas.
Viva @ultrajano , viva @j_castelobranco.
É fácil o governo americano americano declarar PCC e CV organizações terr0ristas.
Quero ver eles declararem a KKK uma organização terrorista.
Mas aí eles perdem a base eleitoral deles.
O problema maior de classificar CV e PCC como terrorista é q CV e PCC não têm cara, não têm registro, nome, nada, pode ser qq um q eles queiram q seja, legitimando um míssil pela tua janela, uma bomba no teu bairro, e não vai ser na Barra da Tijuca! 😓