⬛NASCE A OSL!🟥
Com muita satisfação, anunciamos a fundação da Organização Socialista Libertária (OSL), organização política anarquista nacional, que nasce como um desdobramento de quase três décadas de construção do especifismo no Brasil.
📕ARTIGO: BREVE TRAJETÓRIA DA ORGANIZAÇÃO ANARQUISTA SOCIALISMO LIBERTÁRIO (SÃO PAULO, 2009-2019)
Reproduzimos artigo publicado em fevereiro de 2022, no livro “Em Movimento: Memórias, Experiências e Performances Coletivas”, e publicado pelas Edições EACH (USP).
A cooperativa Jataí esteve presente na sexta (15) e no sábado (16), na Feira da Reforma Agrária Popular, organizada pelo MST e pelo Armazém do Campo, nos Arcos da Lapa, centro do Rio de Janeiro.
Convidamos todos e todas ao lançamento da 2a edição do livro "Elementos Inflamáveis: organizações e militância anarquista no Rio de Janeiro e São Paulo (1945-1964) de Rafael Viana da Silva.+
Como já dissemos na ocasião de nossa saída da CAB, em 2022, a intenção é nos constituirmos como uma única organização política anarquista, com condições para atuação militante em todas as regiões do país.
LUTA E ORGANIZAÇÃO!
CONSTRUIR O SOCIALISMO LIBERTÁRIO!
PELO PODER POPULAR!
O Coletivo Mineiro Popular Anarquista, a Federação Anarquista do Rio de Janeiro, a Organização Anarquista Socialismo Libertário e a Rusga Libertária realizam Congresso conjunto unificado neste mês de julho, na cidade de São Paulo.
54 ANOS DE STONEWALL: viva a rebeldia e a luta LGBT+!
Após 54 anos da Revolta de Stonewall, segue viva a memória e o legado de luta. Resposta direta à repressão policial, a revolta impulsionou a repercussão internacional na luta de classes pela libertação sexual e de gênero.
Por tudo isso, e muito mais, continua sendo preciso ir pra rua contra as tarifas dos ônibus, dos trens e do metrô!
Leia a convocação assinada por mais de 20 agrupamentos, organizações políticas e entidades da classe trabalhadora: https://t.co/BpqS3ivRMu
🔥Em junho de 2013, o aumento das tarifas do transporte coletivo levou multidões às ruas de centenas de cidades brasileiras. Como consequência da violência policial, do aumento da exploração, da carestia e de um sentimento generalizado de insatisfação,
o movimento tornou-se uma revolta de grandes proporções contra a ordem estabelecida.
Dez anos depois, as coisas estão mais caras e a vida só piorou. O transporte está cada vez mais caro, a qualidade não melhora e a privatização continua apontada como solução.
Há pouco mais de um mês em greve, os trabalhadores e trabalhadoras da Educação estadual do Rio de Janeiro se mobilizam em defesa de suas demandas, por meio de seu sindicato, o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (SEPE-RJ).
A precarização e a destruição da Educação pública estadual no Rio de Janeiro é um projeto das classes dominantes alinhadas com a perspectiva neoliberal, que atua por meio dos lobbies de suas fundações e políticos profissionais.
Portanto, não se trata apenas de uma luta pela liberdade individual, mas sim pelo fim da barbárie que essa guerra gera no mundo.
Leia a nota completa: https://t.co/iEbadx2mzI
🌱✊🏽 O STF volta a discutir a partir do dia 21 de junho a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal. Enquanto isso, os movimentos organizados na Marcha da Maconha realizam manifestações em diversas cidades do país.
A simples legalização, de forma acrítica, somente beneficiaria a criação de uma nova indústria, a qual, muito provavelmente, atuará para manter a dominação sobre as classes oprimidas.