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Lula, 3 anos e 9 meses de poder.
Campanha: assustar o eleitor com o Bolsa Família.
Flávio, em julho: 'vou manter'.
Quem não tem o que mostrar inventa o bicho-papão.
Primeiro turno: zero debates. Segundo turno: "agora é importante ter debate na televisão". É o tipo de importância que só aparece quando o primeiro turno não sai como o planejado.
Out/2025: "traficantes são vítimas dos usuários". Out/2026, com a eleição em jogo: "bandido tem que ir para a cadeia". A segurança do Lula tem prazo de validade: o calendário eleitoral.
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A primeira frase ele mesmo chamou de "mal colocada" no dia seguinte (24/10/2025). A segunda saiu nas redes depois de ficar em segundo no primeiro turno. Coincidência é a palavra mais usada em campanha.
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A PEC da Segurança continua em discussão. Em maio, ele ainda cobrava governador por ela. Em 3 anos e 9 meses de governo, quem vive com medo de assalto já aprendeu a diferença entre frase de comício e política pública.
Oitava candidatura. Quase 12 anos no Planalto. Dois ministros do Supremo indicados por ele. E o "antissistema" é o Lula. Antissistema é o eleitor que votou no domingo. https://t.co/g3ulU1VcLL
Lula descobriu "promiscuidade" no Supremo depois de indicar Zanin e Dino e de ficar em segundo no primeiro turno. "Ninguém está acima da lei". Então fala claro: o PT apoia o Senado julgando ministro ou vai chamar de golpe o que a Constituição manda?
@g1@AndreiaSadi O Senado julgar ministro do STF não é ameaça: está na Constituição (art. 52). Se o Supremo agora "calcula a força do novo Senado", é porque percebeu que o eleitor também escolhe quem pode fiscalizá-lo.
@CNNBrasil "Rico vota na direita, pobre vota no PT", diziam. No Rio, quem deu mais votos ao Lula foram Cosme Velho, Glória e Laranjeiras. O quinto mais pobre votou 51% no Flávio.
@Metropoles Ontem o Lula descobriu "promiscuidade" no Supremo. Hoje o mesmo Supremo manda a Débora do Batom pro semiaberto, depois de 14 anos de pena e de uma conta de R$ 30 milhões dividida com outros condenados. Se tem promiscuidade, a revisão não pode parar na eleição.
@folha "Acomodação" é uma palavra curiosa para o dia seguinte de uma eleição.
O eleitor deu à direita 33 das 54 vagas do Senado. Não pediu acordo: pediu limite.
Quem lê esse resultado como convite à negociação está lendo outra eleição.
@g1 No palanque: o governador reeleito no 1º turno com mais de 62% dos votos e o deputado federal mais votado da história, com 3,1 milhões.
Palanque não vota por ninguém. Mas mobiliza muito mais quando quem sobe nele tem voto de verdade.
O PL disse que não apoia a reeleição do Alcolumbre e vai com Rogério Marinho para presidir o Senado.
Parece briga de bastidor. Não é.
Quem preside o Senado decide o que entra na pauta e o que fica parado, inclusive os pedidos que o Derrite diz estarem engavetados. O eleitor deu 19 vagas ao PL. Agora quer ver a pauta mudar.