@matheusnobrga Tava conversando com a minha esposa sobre isso, a maior parte das pessoas não sabem nem diferenciar basicamente a definição de direita e esquerda… quanto mais saberiam diferenciar discursos sensacionalistas que fazem olhar p/ qualquer outro candidato como oposto?
Independente de que governo tenha dado o fim a possibilidade legal de outras realidades como essa, e independente do cenário que envolveu essa decisão política.
Não consigo não pensar que é uma gota de alívio.
O tema de apostas, tigrinho, bet e o que seja é pessoal para mim…
Um dos meus irmãos comprou uma moto zero km com repasses do tigrinho. Continuou jogando cada vez mais, e passou até a jogar para pessoas que pediam que ele jogasse por elas.
1 ano depois. Uma divida de +
25 mil para 6 agiotas diferentes. Ameaças de morte se tornaram se frequentes. Meu pai e a esposa dele assumiram a divida e precisarem até mudar de casa as “escondidas”.
A vida de uma família inteira mudou por causa do tigrinho. E não foi para melhor.
+
O NOVO foi criado com o compromisso de não utilizar dinheiro público. Em 2018, com essa promessa, batemos a cláusula de barreira, elegemos 8 deputados federais e, assim, o partido teve direito a receber R$ 100 milhões do Fundo Partidário.
Agora, em 2026, a atual direção do NOVO resolveu utilizar estes recursos para a campanha eleitoral, sob o pretexto de que era essencial para o crescimento do partido.
E assim a direção do NOVO, com este dinheiro dos brasileiros, fez suas 4 maiores apostas:
- Romeu Zema, pressionado a desistir da candidatura à Presidência: R$ 5 milhões
- Ricardo Salles, que desistiu da candidatura ao Senado: R$ 3,6 milhões
- Deltan Dallagnol, cuja candidatura está suspensa e pode ser indeferida pelo TSE: R$ 2,9 milhões
- Mateus Simões, candidato ao governo de MG por outro partido (PSD): R$ 2,8 milhões
Nem toda música bíblica é uma boa música congregacional.
Uma música pode ser teologicamente correta e ainda assim ter uma poesia difícil, uma melodia inacessível ou uma estrutura que não favorece o canto coletivo.
Precisamos entender que escolher o repertório também é pastorear.
Eleição no Brasil será entre duas fichas corridas: de um lado, Mensalão, Petrolão e escândalo do INSS; do outro, rachadinhas, a estranha loja de chocolates e dinheiro multimilionário de Vorcaro para um "filme". Enfim, Gotham City entre Pinguim e Carmine Falcone.
Canto congregacional não é um estilo de música específico, mas uma filosofia de condução do louvor. Tem mais a ver com focar no canto do povo de Deus do que nos tipos ou quantidades de instrumentos.
Estilos de músicas e modos de tocar diferentes podem ser congregacionais. A grande pergunta é: como estamos incentivando a igreja a cantar ativamente e não apenas a assistir passivamente?
Hoje é domingo. Aproveite para ir ao culto e cantar junto com o povo de Deus!!
VOCÊ VIU?
A nova imagem de Nárnia: O Sobrinho do Mago incluí um easter egg sobre C.S Lewis, Tolkien e os Inklings.
Na imagem vemos o famoso "The Eagle & Child" o Pub em que os membros do clube se reuniam para debater suas obras e outras literaturas fantásticas.
@allenporto Só aparece por aqui p/ falar de política?
E sobre o quase 1 ano de silêncio de uma igreja de sua denominação sobre um caso de assédio?
O caso que em nota oficial recente a própria igreja lidou como “mensagem inoportuna”. Assédio mudou d nome na IPP.
Algo a criticar?
1 Ninguém afirmou que todo caso disciplinar deva ser julgado no X. A questão é outra: pecados persistentes cometidos por um líder no exercício de sua autoridade não pertencem exclusivamente aos bastidores da instituição que deveria fiscalizá-lo.
2 Paulo não manda tratar reservadamente o presbítero que persiste no pecado: “repreende-o na presença de todos, para que também os demais temam” (1Tm 5.20). Portanto, nesse caso, o “fórum adequado” inclui necessariamente a dimensão pública — sobretudo quando o líder também é uma figura amplamente conhecida.
3 A aplicação da disciplina eclesiástica pertence aos concílios competentes. Mas exigir que eles cumpram seu dever não é usurpar sua competência. Membros da igreja têm, sim, legitimidade para pedir explicações sobre a permanência de um pastor nesse tipo de situação, que é grave: assédio de uma moça pastoreada por ele.
4 E não se trata de “escarafunchar” boatos. Um processo público documenta mensagens inadequadas e um comportamento reprovável do pr. Arival Dias Casimiro, entre 2022 e 2024, em relação a uma moça que, na época, era membro da igreja e sua funcionária. A Igreja Presbiteriana de Pinheiros e sua Junta Missionária reconheceram formalmente que as mensagens do pastor eram “inoportunas, inadequadas e infelizes”, e em 2025 pagaram à denunciante R$ 106 mil de indenização, além dos honorários.
5 Depois, a própria Junta declarou ao juízo que o “responsável direto pelos atos que originaram o feito” a havia ressarcido. O comprovante juntado identifica Arival Dias Casimiro como autor da transferência de R$ 128 mil.
6 Esse ressarcimento mostra que houve uma providência patrimonial. Porém, em relação ao tribunal eclesiástico, Arival foi apenas “admoestado” — o grau mais leve de disciplina, sem adequação à gravidade dos feitos e sem grandes consequências. Nem a própria igreja local ficou sabendo dos fatos, que dirá o público mais amplo.
7 Portanto, o segredo descumpriu a repreensão pública ordenada em 1Tm 5.20 e deixou a igreja local vulnerável diante da possibilidade de investida em novas vítimas, já que a reputação do pastor permaneceu intocada. O segredo também sinalizou a possíveis outros assediadores que nada lhes ocorreria — precisamente o oposto da preocupação do apóstolo Paulo.
8 Somente quando o caso foi exposto ao público por terceiros é que o pastor se retirou de cena — mesmo assim, não pedindo renúncia, mas sim uma licença. Um desfecho muito decepcionante para quem entende o impacto destrutivo do assédio e do abuso espiritual.
9 Diante de tudo isso, é impróprio chamar quem exige prestação de contas de “difamador” ou “xereta”. Expor o pecado documentado de um líder não é difamar a Noiva de Cristo. É protegê-la quando todas as instâncias de poder falham.
10 O questionamento continua objetivo: diante de uma conduta reiterada durante anos — da qual só se soube por denúncia, e não por confissão espontânea —, foi aplicada a disciplina correta? As mulheres da igreja local foram protegidas? O que isso significa para a Igreja Presbiteriana do Brasil e para a igreja como um todo? Desqualificar quem pergunta não é discernimento, sabedoria nem responsabilidade. É apenas evitar a resposta.
Respeito muito profundamente o @TiagoJSantos e creio que ele sabe disso. Mas gostaria de respeitosamente discordar um pouco desta percepção.
Entendo a preocupação com a exposição pública de pecados privados. E concordaria com essa crítica se estivéssemos falando de um líder local cujo pecado já tivesse sido tratado, que tivesse sido devidamente destituído e que, mesmo após demonstrar arrependimento, continuasse sendo massacrado na internet.
(Aliás, foi justamente esse o principal erro de Anderson Silva naquela live “Pastores Inglórios”, não foi? Expor publicamente os pecados de pessoas que já haviam sido confrontadas, se arrependido, feito as devidas reparações e deixado o ministério.)
A situação muda, porém, quando falamos de uma liderança nacional que escolheu se projetar na internet e sempre usufruiu, de bom grado, da influência conquistada nesse espaço. Além disso, antes de o caso chegar à mídia secular e, consequentemente, ao “tribunal da internet”, outros pastores já haviam procurado o presbitério de Pinheiros e cobrando que medidas fossem tomadas. A cobrança, portanto, começou pelos canais eclesiásticos, antes de ganhar repercussão pública. Esse histórico não pode ser ignorado ao se discutir a exposição do caso.
Um pastor não pode se vangloriar repetidamente de sua influência na internet quando tudo vai bem e, ao ser confrontado por falhas morais incompatíveis com a responsabilidade de sua posição, desqualificar a cobrança pública como um “tribunal da internet”, sobretudo quando a cobrança por providências já havia sido dirigida às autoridades da própria igreja.
E vejam só, foi o "tribunal da internet" que fez com que a própria igreja soubesse do que aconteceu em sua comunidade. Entre o encobrimento pecaminoso e a publicidade na mídia, havia um caminho melhor que foi ignorado pela liderança.
@TiagoJSantos Engraçado que se não tivesse viralizado, principalmente aqui no X, muito do que aconteceu posterior a “pressão publica” certamente não teria ocorrido.
Me parece muito fácil lidar publicamente somente com aquilo que é de próprio interesse de alguns lideres cristãos no Brasil.
Quando a Helena Raquel pregou no Gideões teve gente respondendo no meu artigo na Folha que o clamor dela não era novidade e que quase nenhuma igreja acobertava abusador.
Não dá pra fingir que isso não acontece, gente. Acontece e muito. Tá acontecendo agora. Tem que encarar.
Como lidar com a disciplina de pastores?
A Bíblia nos dá o caminho. E ela nos protege de dois erros: condenar um pastor levianamente ou protegê-lo por causa de sua posição.
“Não aceites denúncia contra presbítero, senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas. Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam. Conjuro-te, perante Deus, e Cristo Jesus, e os anjos eleitos, que guardes estes conselhos, sem prevenção, nada fazendo com parcialidade.” (1Timóteo 5:19-21)