A ideia de “não ter filhos para não colocá-los neste mundo sofrido” é emocional, fruto de um imaginário distópico, ansioso e depressivo.
A vida era muito mais sofrida sequer 50 anos atrás. Filhos são a esperança de um futuro melhor, um protesto a longo prazo contra o status quo.
Todo mundo pode dar pitaco no cristianismo; pode fazer pregação, exposição, apologética, exegese, etc. Mas nenhum cristão pode falar sobre pautas e assuntos diversos, porque aí é intolerância, aí é imposição, não pode de jeito nenhum.