eu recebi um briefing bonito pra postar falando do andamento do projeto, mas achei melhor contar como se fosse uma fofoca:
O Projeto OREBU teve 3 fases. A primeira nasceu lá no perfil da Lulis, na época a desenvolvedora ainda tinha Twitter, ela entrou no grupo do wpp e do Discord junto com uma galera pra construir. E aí passou umas semanas e ninguém se prontificou a fazer nada, então ela começou a estudar sobre arquitetura, banco de dados e começou a fazer sozinha. E aí veio a primeira versão do app, com aquela paleta cansada parecendo app de ginecologista. Depois de uma enxurrada de comentários falando mal (inclusive eu rs), a dev resolveu pausar o projeto.
Na segunda fase, a dev conheceu a sócia, uma publicitária diva, e juntas elas começaram a fazer um estudo mais profundo de marca, paleta de cores, brand voice (que claramente não sigo), tudo isso pra chegar no que o OREBU é hoje. Nesse período surgiu o Sapphos, e toda aquela confusão. Algumas pessoas até acusaram de ser o OREBU, a dev e a sócia precisaram sair com posicionamento explicando, e aí surgiram mais meninas para ajudar. Houve uma época que tinha umas 12 pessoas ajudando no projeto.
Bom, o OREBU ganhou fama e visibilidade, nomes fortes na comunidade dev apoiaram e deram dicas para o time. O Sapphos levantou uma questão muito importante de segurança sobre projetos vibecode, e junto com ele surgiram várias outras vertentes do "grindr lésbico" e virou uma corrida espacial para ver quem lançava primeiro. Rolou falsa acusação de transfobia, plágio, até roubo de licenças (caos total), e muita gente que chegou para apoiar acabou se afastando por conta de má índole de terceiros. Mas a desenvolvedora sempre teve uma preocupação forte com segurança, e com isso ela resolveu pausar pela segunda vez o projeto. Nesse tempo, ela contratou uma freela de cybersegurança e a consultoria de um escritório de LGPD em São Paulo, para ajudar.
E por fim, chegamos na fase 3 com apenas uma desenvolvedora, uma sócia, uma designer e essa social que vos fala. A jornada do OREBU até aqui não foi fácil, mas em nenhum momento a dev desistiu, porque ela sempre acreditou que o propósito do projeto nunca foi ganhar dinheiro (até porque ele vai ser de graça), mas construir algo que pudesse ser um refúgio para nós no meio digital, onde precisamos lidar com misoginia e homofobia o tempo todo.
É isso que torna o OREBU tão especial, porque o valor dele não é mensurado em mercado, mas no impacto positivo que ele pode ter na vida de cada mulher que fizer parte dele.
Começou junho!!!!!!
Temos copa, festa junina, dia dos namorados e muito mais ("muito mais" entendam que pode ser o lançamento do nosso tão querido e esperado app, como também pode ser eu achando uma mulher mais velha pra mandar em mim e que não seja minha chefe)
@antihxero adoro lobas bem sucedidas que vivem atraindo estagiarias para a vida de vocês, mas são totalmente loucas pelas suas mulheres.
queria amigar com tds
amo a sociedade das mulheres fofoqueiras ansiosas. kkk. Quando orebu ficou famosinho, apareceu varias meninas pra ajudar no projeto, e a desenvolvedora faz o tipo de pelo menos 40% das mulheres do twitter. Ai menina, a esposa da dev brincou falando que ia colocar aqueles isoladores de fila ao redor dela. Só que algumas meninas acharam que ela estava falando sério e ficaram com medo. Demorou uns dias pra acalmar as bixinhas, mas no fim td mundo entrou na zueira.