Desculpem se não faz sentido, é só um desabafo de um jovem negro que só tenta a cada dia achar a autoestima que roubaram de mim. Felizmente, seguimos resistindo, morrendo, mas ressuscitando a cada dia, mesmo sabendo que será um dia difícil.
O colonialismo segue nos matando, seja aqui no Brasil ou em outras partes do sul global negro. Aqui no Brasil, as heranças de um passado cruel ainda é presente. O colonizador deixou marcas que nos perseguem ainda hoje, morte, fome.
A cada sonho interrompido, uma dor gigantesca, a cada comentário racista, uma vontade enorme de não existir. Por fim, quem devia ter apoiar... É seguimos sozinho? Não, a saída como escreveu Sueli é pelo coletivo.
E a morte pode e acontece de várias formas, sejam elas diretas ou não. Por exemplo, a polícia militar matando muitas pessoas Brasil a fora. Infelizmente, além dessa tristeza temos outras mortes violentas, mas silenciosas.
Por que ditadura nunca mais?
Porque queremos um país social e economicamente desenvolvido, e não um “Brasil interrompido”
Porque queremos um país soberano, que não se curve a interesses opostos aos do povo brasileiro
Porque queremos um país institucional e culturalmente democrático
Porque queremos um país em que a verdade e a justiça prevaleçam sobre a mentira e a violência
Porque queremos um país livre da tortura e do autoritarismo
Porque queremos um país sem milícias e grupos de extermínio
E neste domingo, em que também reafirmamos nosso compromisso com as políticas de memória e verdade, lembro de um texto que escrevi em 2022:
“[…], foi preciso odiar a escravidão e seus institutos para que ela pudesse ter fim; foi preciso odiar os nazistas e seus símbolos para derrotá-los. É imperioso odiar o fascismo e todos que o celebram. É imprescindível repudiar visceralmente e com todas as forças aqueles que humilham e destroem a vida de trabalhadores e de minorias”
É preciso ter ódio e nojo da ditadura, como disse Ulisses Guimarães
Feliz Páscoa e Viva a democracia!
@camaradosdeputados, a nossa qualidade de vida está sob risco. Cuide das áreas verdes do nosso país, que eu lembro de você nas próximas eleições. #PL2168não#SalveoCodigoFlorestal
A proteção das Áreas de Preservação Permanente (APPs) garante a manutenção do regime de chuvas, fundamental para a produtividade do setor agropecuário. Deputados, retirem o PL2168 de pauta! Não ao #PacotedaDestruição na CCJ #PL2168não#SalveoCodigoFlorestal
As consequências do PL2168 impactam a qualidade dos recursos hídricos e dos ecossistemas, o que leva a poluição e a perda de qualidade da água. É o #PacotedaDestruição na CCJ #PL2168não#SalveoCodigoFlorestal
Da mesma forma que eu disse quando estava preso que eu não aceitaria acordo para sair da cadeia e que eu não trocaria a minha liberdade pela minha dignidade, eu digo: não troco a minha dignidade pela falsidade. Eu sou favorável à criação do Estado Palestino livre e soberano. Que possa esse Estado Palestino viver em harmonia com o Estado de Israel. O que o governo de Estado de Israel está fazendo não é guerra, é genocídio. Crianças e mulheres estão sendo assassinadas. Não tentem interpretar a entrevista que eu dei. Leiam a entrevista e parem de me julgar a partir da fala do primeiro-ministro de Israel.
Um novo marco em políticas públicas do governo federal já está em andamento em Marajó. Instituído pela Portaria MDHC nº 292, de 17 de maio de 2023, o Programa Cidadania Marajó tem o objetivo de enfrentar o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, além de promover a preservação dos direitos humanos e a garantia de acesso da população marajoara a essas políticas.
Temos muito trabalho pela frente, mas os primeiros passos já foram dados! Saiba mais sobre o programa e como o Governo Federal está atuando na região. #Marajó #DireitosHumanos #CombateExploraçãoInfantil #MDHC
Amanhã apresentarei ao Senado, visando às assinaturas de apoio, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) deixando claro, definitivamente, que juízes, promotores ou militares que cometerem delitos graves devem ser EXCLUÍDOS do serviço público. E não “aposentados compulsoriamente” ou beneficiados mediante “pensão por morte ficta ou presumida”. Não há razão para essa desigualdade de tratamento em relação aos demais servidores públicos que, por exemplo, praticam crimes como corrupção ou de gravidade similar.