A polícia civil do Rio tá fazendo umas investigações a partir de uma denuncia do departamento do tesouro americano que relaciona o PCC e CV de forma direta com a Al-Qaeda e o Hezbollah
Tirem suas conclusões do que é isso
recebi um e-mail no trabalho que a empresa tava sorteando uma camisa da copa do mundo e cliquei depois descobri que era teste do TI pra reconhecermos pishing eu caí agora to tendo que fazer treinamento de segurança cibernética
Conto hoje mais um escândalo na prefeitura de São Paulo: a contratação desenfreada, com cachês absurdos, de bandas de rock, cover, todas recém-criadas.
Elas pertencem todas a Fabrício Ravelli, irmão do gerente de eventos da SPTuris e sobrinho da principal assessora do presidente do Tribunal de Contas do Município.
Fabrício organiza eventos de rock e, como num passe de mágica, a prefeitura decide pagar pelas bandas que ele seleciona. E, olha que coincidência, as bandas são dele!
Quatro bandas, todas recém-criadas e tocando só covers, receberam R$ 2,3 milhões em cachês da prefeitura em 15 meses, para 88 apresentações. É mais de uma por semana.
As bandas não têm uma música autoral e nunca foram contratadas por qualquer outro ente público. Mas são pagas pela prefeitura como artistas consagrados. E os valores são balizados com "show em evento corporativo" contratado por outras empresas do próprio Ravelli.
Os valores e shows são bizarros. Numa semana, a prefeitura contratou três vezes a mesma banda, por R$ 30 mil CADA SHOW, para tocar por uma hora NO METRÔ DA SÉ, bem no horário do rush. "artistas CONSEGRADOS", lembra?
Em outra ocasião, contratou por R$ 45 mil uma banda para tocar em uma TERÇA-FEIRA À TARDE em um centro cultural. Detalhe: o processo de contratação começou na semana anterior, UM DIA DEPOIS de a assessora do presidente do Tribunal de Contas e TIA DO FABRÍCIO visitar a secretaria de cultura.
E eu só tô contando aqui no Twitter uma parte do problema. É bem pior. é bizarro. Juro. Lê a matéria. E depois compartilha.
https://t.co/WyckjVa6av
Gente, minha coluna no @ICLNoticias , dentro da revista liberta, acaba de ser cortada. Tô com muita coisa na cabeça e muito problema pra resolver e nem ia falar agora. Mas vi o vídeo do @demori e, como tá todo mundo falando disso, aviso que também fui.
SOBRE MINHA SAÍDA DO ICL
Gente amada, sendo direto: fui tirado do ar e de todas as funções que exercia no ICL, inclusive da Direção de Jornalismo, por decisão unilateral da direção geral da empresa.
Os detalhes dos “motivos” e de como isso se deu virão eventualmente à tona em algum momento, e serão esclarecedores. Estou juntando meus cacos por aqui. Numa eleição decisiva como a que teremos em semanas, isso pesa pra mim, e muito. Já se vão 28 anos cobrindo eleições.
Ninguém vai calar minha voz nesse momento decisivo, com Trump pressionando o Brasil. Não vivíamos um momento tão perigoso desde a Operação Brother Sam.
Vou seguir fazendo jornalismo independente, falando o que que penso – aquilo que alguns preferem que fique escondido.
Mas isso tem um custo real: processos judiciais cada vez mais caros e frequentes, e agora eu vou enfrentar isso sozinho, ao menos enquanto não consigo me reorganizar diante dessa decisão repentina do ICL. Estou sem a estrutura de uma empresa por trás do meu jornalismo.
O que posso pedir agora é o apoio de quem acredita nesse trabalho que faço com amor desde a adolescência.
Segue o link do meu Apoia se.
É por lá que vou reestruturar meu canal no You Tube, minha newsletter e ganhar fôlego para terminar um livro sobre o atual momento do país, que pretendo lançar no meio da campanha eleitoral. Em breve, mais detalhes.
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Uma semana após ser vergonhosamente eliminado pela Noruega, Neymar deixou a Disney e foi até Las Vegas para disputar mais um torneio de pôquer.
Enquanto isso, Messi, com quase 40 anos, levou a Argentina para mais uma semifinal de Copa do Mundo.
@djfefucho Tem que achar o nome dos arquitetos que assinam essas porcarias e expor. Deve ser uma panelinha porque toda obra de terminal rodoviário é coisa horrenda.