A ACCEITEC agradece à ministra Luciana Santos pelo apoio público à CEITEC e pela defesa constante da ciência, da indústria e da soberania tecnológica brasileira.
Desde o início de sua gestão no MCTI, a retomada da CEITEC e o fortalecimento do setor de semicondutores estiveram entre as pautas defendidas pela ministra. Hoje, ao reafirmar que produzir chips no Brasil é investir em ciência, reindustrialização e futuro, sua manifestação reforça algo em que acreditamos profundamente: o Brasil precisa confiar na capacidade dos brasileiros de desenvolver tecnologia aqui.
Obrigado, ministra, por reconhecer a importância da CEITEC e por defender a ciência, a tecnologia e a capacidade dos brasileiros de desenvolver conhecimento e inovação no próprio país. Os brasileiros também são capazes.
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Defender a CEITEC é defender a soberania do Brasil. Como destaca a ACCEITEC, sua reconstrução exige continuidade e visão de longo prazo.
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Nosso agradecimento ao Comandante Robinson Farinazzo por, mais uma vez, defender publicamente a continuidade da CEITEC e chamar atenção para a importância estratégica da indústria de semicondutores para o Brasil.
Existe uma questão que precisa ser colocada com clareza: a lógica puramente rentista, que olha uma estrutura tecnológica apenas pelo resultado financeiro imediato, dificilmente será capaz de construir um projeto de desenvolvimento para um país do tamanho do Brasil.
Quando a CEITEC foi colocada em liquidação, apresentou-se a ideia de encerrar a empresa e transferir parte de suas atividades para outro modelo institucional. Mas é legítimo perguntar: que capacidade tecnológica melhor foi efetivamente colocada em seu lugar? Que nova fábrica surgiu? Que alternativa pública ou privada passou a oferecer ao país capacidade equivalente de desenvolver e fabricar semicondutores?
Fechar é simples. Construir competência tecnológica é muito mais difícil.
Uma fábrica de semicondutores não é criada de um dia para o outro. Envolve infraestrutura altamente especializada, equipamentos complexos, conhecimento acumulado, formação de profissionais e anos de desenvolvimento tecnológico. Quando uma capacidade dessas é desmontada, não basta imaginar que o mercado automaticamente colocará outra no lugar.
Enquanto o mundo disputa domínio tecnológico, capacidade industrial e cadeias de suprimento de semicondutores, o Brasil precisa decidir se pretende participar dessa transformação ou apenas consumir a tecnologia desenvolvida por outros países.
Não se trata de defender uma empresa pública independentemente de resultados. Trata-se de discutir qual estratégia o Brasil terá para semicondutores e qual alternativa concreta existe antes de simplesmente destruir uma capacidade que o país levou anos para construir.
Um país com mais de 200 milhões de habitantes, uma das maiores economias do mundo e enormes ambições industriais pode realmente fechar os olhos para a revolução tecnológica em curso?
Obrigado, Comandante Farinazzo, por ajudar a manter essa discussão no espaço público.
Leiam a matéria abaixo e reflitam sobre nacionalismo, ciência e soberania nacional:
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hora_do_povo https://t.co/q4tKtXidd3
A assessora de Flávio Bolsonaro afirmou que o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC), estatal que fabrica semicondutores, não tem sentido econômico e deve deixar de existir em um eventual governo.
Em evento com empresários em São Paulo, a coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, afirmou que a estatal deve ser uma das primeiras companhias a ser descontinuada em uma virtual gestão, segundo a Revista Veja (13/9), reafirmando o plano de desmonte de empresas públicas do candidato. Segundo ela, a empresa tem “mais contingente trabalhista do que receita”.
A produção de semicondutores ganhou importância estratégica no mundo por ser componente indispensável em diversas indústrias e tecnologias.
A CEITEC, com sede em Porto Alegre, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), é a única empresa na América Latina que desenvolve, projeta e fabrica circuitos integrados para aplicações que vão desde a identificação animal, de veículos e medicamentos, até controle de sistemas.
A companhia já produziu cerca de 105 milhões de chips e possui 46 patentes no Brasil e no mundo.
Além do que já produz, a CEITEC assinou recentemente com a Finep um projeto de R$ 220,4 milhões para desenvolvimento de tecnologia para a fabricação de semicondutores de carbeto de silício (SiC), material utilizado em diversas indústrias para eficiência energética.
Durante o governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, a empresa foi colocada em liquidação em 2020 sob o pretexto de custos elevados e dificuldades financeiras.
Leia a matéria completa em https://t.co/zraC6voCvY
(link na bio).
Foto: Nelson Almeida/AFP
Visita a CEITEC coroa investimentos de R$ 8,4 Bilhões do Governo Lula na Ciência e Tecnologia no Rio Grande do Sul. Clique, Leia e compartilhe. É o Governo Lula investindo na Soberania Nacional e Digital https://t.co/9fmXe0sRzM
"O que o Brasil não pode ser é subserviente. A gente pode ser parceiro, onde a parceria é bem-delimitada e bem-mapeada; o que a gente não pode é ser provedor de terra rara, em vez de ser dono da tecnologia. Então qualquer que seja o caminho que o Brasil siga, ele precisa ser dono da tecnologia independente na produção."
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Os semicondutores são a base da indústria contemporânea — estão em todos os dispositivos e máquinas eletrônicas.
Nos últimos anos, o Brasil acumulou um déficit de R$ 1,5 trilhão nesse setor.
Semicondutores deveriam ser tema previsto em nossa Constituição.
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ATAQUE À NOSSA SOBERANIA
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Enquanto o mundo corre para fortalecer sua produção de chips, no Brasil tramita o PDL 397/2023, que tenta colocar a CEITEC novamente em liquidação — nossa única fábrica de semicondutores.
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Nesta quinta feira, GZH publicou matéria sobre a Ceitec S.A, mais especificamente sobre a Fábrica que está em ritmo de retomada. Conforme entrevista ao presidente da empresa, Augusto C. Gadelha V., gerente de infraestrutura Leandro S. Rodrigues e presidente da ACCEITEC Sílvio L. S. Júnior, além da preparação da infraestrutura, a empresa já reintegrou 10 colaboradores demitidos durante a liquidação mas precisa de mais profissionais para recuperar a capacidade de produção.
Veja a matéria: Ceitec projeta retomada da produção de chips no segundo semestre; veja como está a fábrica https://t.co/MxhLgk9eZv
O #CEITEC é citado especificamente na Missão 4 (Transformação Digital da indústria para
ampliar a produtividade).
A @acceitec entende que a indústria de #semicondutores está integrada em todas as missões, sendo essencial no processo de neoidustrialização de qualquer país.
"O governo anterior tinha colocado contingenciamento na ciência e tecnologia até 2026. No seu governo, colocamos R$ 10 bilhões só neste ano, por exemplo. Reabrimos a Ceitec, a empresa para produzir chips, no Rio Grande do Sul, não como no Leste Asiático, mas para em nichos como o setor de energia por exemplo. O Brasil tem vaga para 100 mil programadores. Vamos formar jovens para essas vagas" - @lucianasantos #ConversaComPresidente
A indústria de #semicondutores desempenha um papel vital no cenário econômico e tecnológico global. Em um país como o Brasil, investir e fortalecer essa indústria é crucial para o avanço tecnológico, a inovação e o desenvolvimento econômico sustentável.
A #CEITEC, como uma empresa estatal de tecnologia eletrônica avançada, desempenha um papel fundamental nesse contexto.
Os #semicondutores são a espinha dorsal da revolução tecnológica, presentes em uma ampla gama de dispositivos, desde smartphones e computadores até sistemas de energia, saúde e automóveis inteligentes.
O desenvolvimento e produção local de semicondutores capacitam um país a reduzir a dependência externa, fomentando a autonomia tecnológica e fortalecendo a segurança nacional.
A #CEITEC, com seu potencial de produção de chips, pode impulsionar a economia nacional de várias maneiras. Ao investir em pesquisa, desenvolvimento e fabricação de #semicondutores no Brasil, a #CEITEC contribui para a geração de empregos altamente qualificados, estimula o crescimento da cadeia produtiva e impulsiona a inovação em setores estratégicos.
Além disso, a presença de uma indústria de #semicondutores local promove parcerias com universidades, startups e outras empresas, criando um ecossistema tecnológico mais robusto e estimulando o desenvolvimento de soluções inovadoras.
Isso resulta em um ciclo virtuoso de crescimento econômico, com efeitos positivos em diversas áreas, desde a educação até a competitividade global do país.
Ao investir na #CEITEC e fortalecer a indústria de #semicondutores, o Brasil não apenas reduz sua dependência externa, mas também se posiciona estrategicamente no cenário global, impulsionando a inovação, gerando empregos qualificados e criando oportunidades para um futuro tecnologicamente avançado e economicamente sustentável.
Dominar o processo de fabricação de #chip front-end é uma questão de soberania e economia.
O Brasil é o único pais das grandes economias que ainda não fazem parte do seleto grupo que detém por completo a expertise na fabricação, pois colocou em LIQUIDAÇÃO a #CEITEC, demitindo metade do corpo técnico altamente qualificado na área de projeto e fabricação.
53% do corpo técnico dos demitidos foram para fora do país trabalhar em outras fábricas de semicondutores e os que ficaram foram absorvidos por duas empresas, sendo uma delas a EnSilica da Inglaterra e a Impinj dos USA que se estabeleceram no Brasil para aproveitar essa mão-de-obra.
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