Bukayo Saka on regularly reading the Bible: “I’ve been continuing to do that out here. For me, it’s really important to have the presence of God in me all the time & it gives me more confidence to know that God’s plan is perfect. The main thing for me is keeping my faith.” #afc
@vitorsergio O VAR não deveria entrar apenas quando fosse um erro claro que o arbitro não viu? Em caso de decisão subjetiva de intensidade/intensão ficaria com a decisão de campo? Nesse humilde caso, nã deveria ter VAR em nenhum dos lances de ontem.
A objeção mais popular ao aborto por diagnóstico de Down costuma aparecer em tom compassivo e cheio de exibição de virtudes: “essa criança teria uma vida sofrida”; “os pais não merecem perder a própria felicidade”; “seria cruel obrigar todos a viver assim”. A forma mais forte do argumento merece ser reconhecida antes da refutação.
Ela diz o seguinte: pais têm responsabilidade moral de evitar sofrimento previsível; uma criança com síndrome de Down enfrentará limitações, dependência e dificuldades; cuidar dela exigirá sacrifícios durante toda a vida; portanto, abortar pode ser uma decisão prudente para os pais e misericordiosa para a criança.
O argumento parece humano porque fala em sofrimento. Sua falha nasce quando converte sofrimento previsto em autorização para eliminar quem sofrerá.
Sofrimento pede cuidado, tratamento, presença, apoio material e responsabilidade compartilhada. Quando passa a justificar o aborto, a compaixão muda de objeto: abandona a criança vulnerável e passa a proteger o conforto de quem decide. A criança desaparece como alguém e reaparece como custo, risco, interrupção biográfica. É, portanto, um direito.
Há aqui uma premissa oculta: uma vida com deficiência, dependência ou dor previsível possui valor menor. Sem essa premissa, a conclusão não fecha. Com ela, o argumento revela seu critério: certos seres humanos precisam demonstrar qualidade de vida suficiente para merecer nascer e não se tornarem um estorvo para mais amorosos.
Você goste ou não, esse critério pertence à gramática da eugenia, ainda que sem uniformes, decretos ou programas estatais totalitários do século 20. Trata-se de eugenia em sentido moral: seleção de vidas humanas a partir de uma característica biológica considerada indesejável. A criança não é rejeitada por algo que fez, por uma ameaça que criou, por culpa alguma. Ela é rejeitada por ser quem é: um ser humano com trissomia 21.
A felicidade dos pais é um bem real. Cuidar de uma criança com deficiência pode custara sono, dinheiro, casamento, carreira, planos. Tratar isso como fantasia edificante seria indecente. Mas nenhum desses custos altera a identidade daquele que será morto. A pergunta decisiva permanece: quem é esse?
Se é um filho humano inocente, o peso do cuidado funda deveres de amparo familiar, médico e social. Não funda poder de morte.
A criança com Down não precisa provar que será feliz para ter direito de nascer. Aliás, ninguém nasce com essa obrigação absurda. A dignidade humana não depende da promessa de uma vida feliz, produtiva, leve, saudável ou admirável aos olhos dos outros. Quando exigimos essa promessa antes de reconhecer o direito à vida, já trocamos a dignidade por uma fantasia patética: a de que só merece viver quem oferece aos demais uma biografia aceitável.
Raise your head big Gabi. No amount of pen misses will make us forget what you have done to our football club. You are a real soldier and nothing will break you @biel_m04
@vcanedo Justifique seu voto nele ser acima do de rice. Porque se for de importância pro time, rice foi muito mais importante pro Arsenal, ele jogou muito mais minutos, foi muito mais consistente e também tem números bons de contribuição assist/gol apesar da posição mais recuada.
@resenhopolis Pra alguém que declaradamente não gosta do Arteta eu acho que ele é até generoso. A maioria dos jornalistas ingleses odeiam o Arteta e fazem criticas burras.
@vitorsergio@_RaiMonteiro E se ele perder a champions para o Arsenal e a copa do mundo for vencida pelo equador. Pra quem vai a bola de ouro? (o arsenal não tem ninguém que individualmente mereça a bola de ouro)