Tom Holland says that Justin Bieber was his childhood celebrity obsession:
“I thought he was the coolest guy I had ever seen in my life. I remember when I first watched the music video for ‘Baby’ and I tried to do my hair like his.”
🐯: Depois que eu pedi, através do Weverse, que não viessem até a frente dos hotéis, 90 de cada 100 ARMYs, mesmo que nos encontrem na rua, fingem que não nos conhecem. Mesmo quando nos veem, eles nos ignoram e passam por nós, para que possamos guardar boas lembranças, ainda que pequenas, nesses países. Às vezes, quando fazemos contato visual, eles até fecham os olhos com força para fingir que não nos viram. Esse comportamento deles nos deixa tão felizes que somos nós que damos o primeiro “oi”. Vamos até eles e dizemos: “Olá”, e eles, surpresos, respondem algo como: “Ah, olá, tenham um bom dia”. É assim que acontece. Às vezes, até apertamos as mãos. Vocês sabem, isso realmente aquece o coração. Por isso, nós também ficamos ainda mais gratos e agradecemos.
Estão vendo? É TÃO simples.
🐯: Depois que eu pedi, através do Weverse, que não viessem até a frente dos hotéis, 90 de cada 100 ARMYs, mesmo que nos encontrem na rua, fingem que não nos conhecem. Mesmo quando nos veem, eles nos ignoram e passam por nós, para que possamos guardar boas lembranças, ainda que pequenas, nesses países. Às vezes, quando fazemos contato visual, eles até fecham os olhos com força para fingir que não nos viram. Esse comportamento deles nos deixa tão felizes que somos nós que damos o primeiro “oi”. Vamos até eles e dizemos: “Olá”, e eles, surpresos, respondem algo como: “Ah, olá, tenham um bom dia”. É assim que acontece. Às vezes, até apertamos as mãos. Vocês sabem, isso realmente aquece o coração. Por isso, nós também ficamos ainda mais gratos e agradecemos.
Estão vendo? É TÃO simples.
O renomado produtor Sleep Deez, vencedor do Grammy, contou que conversou com membros da Academia da premiação e que a ideia inicial era usar o grupo BTS como cobaia da categoria Asian Pop e futuramente criar uma série de categorias específicas para asiáticos:
"Eu conversei com alguém que trabalha na Academia e eles disseram que (o BTS vencer) seria uma situação ganha-ganha pra premiação. O BTS ainda estava no exército quando eles começaram a criar esse prêmio. E o raciocínio era que o BTS provavelmente seria cotado pras categorias maiores com o retorno deles (...). A pessoa me disse que o prêmio não foi criado pro BTS, mas que estaria mentindo se dissesse que eles serem os primeiros a ganhar não seria o sonho do Grammy. Porque o BTS vencer o primeiro significaria que outros artistas no futuro iriam querer seguir o mesmo caminho e ganhar esse prêmio porque o BTS ganhou. (...) E aí a intenção era, mais artistas querem esse prêmio, (...) e eventualmente a categoria iria se expandir em categorias mais focadas em gêneros musicais específicos (pra Ásia), talvez até por país. E a minha resposta foi, 'Então vocês queriam usar o BTS como ratos de laboratório'. A pessoa disse que não gostava desse termo (...)."
O renomado produtor Sleep Deez, vencedor do Grammy, contou que conversou com membros da Academia da premiação e que a ideia inicial era usar o grupo BTS como cobaia da categoria Asian Pop e futuramente criar uma série de categorias específicas para asiáticos:
"Eu conversei com alguém que trabalha na Academia e eles disseram que (o BTS vencer) seria uma situação ganha-ganha pra premiação. O BTS ainda estava no exército quando eles começaram a criar esse prêmio. E o raciocínio era que o BTS provavelmente seria cotado pras categorias maiores com o retorno deles (...). A pessoa me disse que o prêmio não foi criado pro BTS, mas que estaria mentindo se dissesse que eles serem os primeiros a ganhar não seria o sonho do Grammy. Porque o BTS vencer o primeiro significaria que outros artistas no futuro iriam querer seguir o mesmo caminho e ganhar esse prêmio porque o BTS ganhou. (...) E aí a intenção era, mais artistas querem esse prêmio, (...) e eventualmente a categoria iria se expandir em categorias mais focadas em gêneros musicais específicos (pra Ásia), talvez até por país. E a minha resposta foi, 'Então vocês queriam usar o BTS como ratos de laboratório'. A pessoa disse que não gostava desse termo (...)."