Em 28 de julho de 1974, Vasco e Internacional se enfrentaram diante de mais de 118 mil pagantes no Maracanã pela última rodada do quadrangular final do Campeonato Brasileiro.
Com gols de Roberto Dinamite e Zanata, o Vasco abriu 2 a 0 e ficou muito perto da conquista. O Inter reagiu, buscou o empate e adiou a definição do campeão.
Naquele elenco estavam nomes como Andrada, Fidélis, Alcir Portella, Joel Santana e um jovem Roberto Dinamite, que já começava a escrever sua história com a nossa camisa.
O que parecia uma enorme decepção naquele domingo acabou sendo apenas mais um capítulo da conquista. Quatro dias depois, o Vasco venceria o Cruzeiro por 2 a 1 e levaria o Campeonato Brasileiro de 1974, tornando-se o primeiro clube carioca campeão nacional.
O futebol tem dessas coisas. Com o passar do tempo, até algumas preocupações acabam ganhando outro significado. Aquele empate certamente deu dor de cabeça ao vascaíno da época. Hoje, o Vasco convive com questões que precisam ser resolvidas para que o torcedor possa voltar a se preocupar com situações mais compatíveis com a grandeza e as ambições históricas do clube.
Hoje é dia de estreia do Brasil na Copa do Mundo!
A Feira Autônoma Vascaína já começou na Barreira do Vasco e a programação segue ao longo do dia com gastronomia, cultura popular, música, encontros e toda a energia de quem vive o Vasco diariamente.
A edição de hoje ganha um ingrediente especial com Rayan, cria de São Januário e representante do Vasco na Seleção Brasileira, que inicia sua trajetória na Copa do Mundo.
E, na hora da bola rolar, tem telão para acompanhar a estreia do Brasil.
Ainda dá tempo de chegar. 💢🏟️📺⚽
Hoje, infelizmente, nos despedimos de Brito.
Um dos grandes zagueiros de sua geração, foi revelado pelo Vasco, disputou mais de 400 partidas pelo clube e construiu uma carreira que o levou à Seleção Brasileira. Titular da equipe campeã do mundo em 1970, também esteve presente na Copa de 1966.
Brito fez parte de uma geração que marcou época no futebol brasileiro, deixando seu nome registrado entre os grandes defensores da história do nosso esporte.
Descanse em paz, Brito. 🖤💢🇧🇷
Neste sábado, nossa torcida tem encontro marcado na Barreira para acompanhar a estreia do Brasil na Copa do Mundo.
Quando o assunto é Seleção Brasileira, o Vasco ocupa um lugar especial na história. Ao longo das décadas, jogadores que vestiram a Cruz de Malta ajudaram a construir capítulos importantes da camisa amarela.
Para viver esse momento, a Feira Autônoma Vascaína escolheu esse espaço tão simbólico. A partir das 10h, a programação reúne gastronomia, cultura popular, encontros e a energia de quem faz do Vasco muito mais do que futebol.
E quando a bola rolar, o telão estará ligado para acompanhar juntos mais um capítulo da história da Seleção e, quem sabe, mais um gol do Rayan.
Nos vemos na Barreira. 🇧🇷⚽💢
Há 15 anos, mais ou menos neste horário, a gente soltava um grito que estava entalado havia muito tempo.
Na narração daquele momento, Luis Roberto resumiu o sentimento de milhões de vascaínos ao dizer que a torcida havia resgatado o Vasco.
E seguimos assim. Nós, vascaínos e vascaínas, continuamos tentando resgatar um clube cuja grandeza ninguém discute, mas que, ao longo dos anos, foi enfraquecido por decisões erradas, gestões ruins e sucessivos erros.
Porque, no fim das contas, o Vasco nunca foi salvo por investidores, dirigentes ou promessas. Mas através da sua torcida.
E talvez seja por isso que, apesar de tudo, seguimos aqui.
Quando o assunto é Copa do Mundo, poucos clubes brasileiros têm uma ligação tão forte com a Seleção quanto o Vasco.
Seja criando capítulos históricos, como em 1950, quando na maior goleada da história do Brasil em Copas, o 7 a 1 sobre a Suécia, todos os gols da Seleção foram marcados por jogadores vascaínos. Seja formando nomes que marcaram época com a camisa amarela, como Bellini, Roberto Dinamite, Romário, Juninho Pernambucano e Philippe Coutinho.
E aquele 7 a 1 não aconteceu por acaso. O Expresso da Vitória era a base da Seleção Brasileira e representava um futebol moderno, ofensivo e vencedor, ajudando a consolidar o Brasil como uma potência mundial.
Em tempos de Copa, mesmo após anos difíceis vividos pelo clube, o Vasco segue contribuindo para o futebol brasileiro. Hoje, nomes como Rayan mantêm viva essa tradição e reforçam a conexão entre São Januário e a Seleção.
Muito da história da camisa amarela também passa pela Cruz de Malta. 🇧🇷💢
Diante da crise esportiva e da campanha que mantém o clube na zona de rebaixamento, a diretoria sinaliza uma reformulação do elenco para a sequência da temporada.
A necessidade de mudanças vai além dos resultados recentes. O atual grupo também é reflexo de um planejamento que falhou em diversos momentos, com contratações que consumiram recursos importantes e não entregaram o desempenho esperado dentro de campo.
O Vasco continua sendo um clube que gasta mais do que arrecada e, mesmo assim, não consegue transformar esse investimento em resultados esportivos relevantes.
Na minha opinião, precisa mudar muita coisa. Dentro e fora de campo, o que vemos hoje não condiz com o Vasco que conhecemos. E para vocês, quais mudanças são indispensáveis para o Vasco reagir na temporada?
O Vasco perdeu mais uma e vai para a pausa da Copa do Mundo dentro da zona de rebaixamento.
O time parece não conseguir evoluir em nada. Falta entrosamento, falta criatividade, falta força ofensiva, falta segurança defensiva. A cada jogo, fica a sensação de que o Vasco está sempre começando do zero, sem conseguir construir algo minimamente consistente.
E os problemas não param no campo. Fora dele, a sensação é de um clube perdido e jogado as baratas. Transparência, organização, comunicação e liderança são coisas que parecem cada vez mais escassas. E, no meio disso tudo, seguem o vascaíno e a vascaína sem entender exatamente para onde o Vasco está indo.
Dia de Vasco x Galo em São Januário. 💢
A verdade é que a confiança está longe de ser das maiores. As últimas atuações foram ruins, o time não evolui e a cobrança da torcida é consequência natural do que vem sendo apresentado.
A expectativa é, ao menos, ver alguma capacidade de reação. Mas é impossível ignorar tudo o que acontece fora de campo: as incertezas sobre o futuro da SAF, a instabilidade e a sensação constante de que o clube segue sem rumo definido.
A torcida vai fazer sua parte, como sempre. Resta saber se o time fará a dele.
O Vasco venceu ontem, mas preferi não fazer vídeo pós-jogo. Porque, sinceramente, a sensação em São Januário estava longe de ser de alívio ou empolgação.
O estádio vazio dizia muito. O protesto da torcida foi justo. Depois de tantos resultados vexatórios, atuações fracas e decisões questionáveis, o vascaíno cansou de fingir que está tudo bem.
A vitória não apaga os erros acumulados por essa diretoria. O clube segue sem rumo claro dentro de campo, com um elenco mal planejado e vários investimentos que até agora não deram retorno.
O vascaíno e a vascaína têm feito a parte deles há anos. Lotam estádio em momentos difíceis e seguem presentes mesmo diante de tanta frustração. Mas apoio não pode ser tratado como obrigação eterna enquanto o futebol continua entregando tão pouco.
Uma vitória isolada não muda o cenário. O que a torcida quer é um Vasco competitivo, organizado e que volte a respeitar a própria grandeza.
Hoje é noite de Sul-Americana. 💢
Contra o , o precisa mostrar mais intensidade, corrigir os erros e dar uma resposta dentro de campo.
É jogo que pede concentração, entrega e competitividade do início ao fim.
Confronto definido nas oitavas da Copa do Brasil: Vasco x Fluminense. 💢
No ano passado, também cruzamos o caminho deles em um momento decisivo e o resultado foi positivo para o Vasco.
Agora, o cenário é diferente e o momento preocupa. O time precisa evoluir muito se quiser seguir vivo na competição. Nas últimas partidas, vimos uma defesa vulnerável, pouca criação e um ataque que produz abaixo do esperado.
Em mata-mata, cada detalhe pesa. O Vasco vai precisar se reencontrar e estamos na torcida para que dê tempo.
Essa imagem é antiga, mas poderia ter sido feita hoje. E talvez isso seja o mais revoltante.
Décadas se passaram, presidentes mudaram, promessas foram feitas, a SAF chegou como solução definitiva… e o torcedor continua tendo que conviver com times frágeis, temporadas instáveis e a sensação constante de que o Vasco está sempre abaixo do tamanho que possui.
O problema nunca foi só um jogo ruim ou um elenco limitado. O problema é a repetição dos mesmos erros. Gestões desorganizadas, decisões sem planejamento, elenco montado sem critério, falta de continuidade, promessas de reconstrução que nunca se concretizam. Enquanto isso, a torcida segue carregando o clube praticamente sozinha.
O Vasco precisava voltar a ter projeto, identidade, ambição e competitividade. Porque não existe normalidade em um clube do tamanho do Vasco viver lutando apenas para sobreviver.
Créditos da imagem: @vascofotoshistoricas
Mais um jogo inacreditável.
Uma partida dentro de casa, onde o Vasco deveria tomar a iniciativa, buscar o resultado, ter domínio ou, no mínimo, demonstrar vontade de vencer.
O time é previsível. Saldivia improvisado na lateral é um absurdo, Spinelli não consegue acertar o gol, Brenner praticamente não existe em campo… e a sensação é de uma sequência de atuações muito abaixo de jogadores que parecem não entender o peso dessa camisa.
Que essa pausa sirva para o Vasco tentar se reorganizar. Falta jogador, isso é evidente, mas também faltam muitas coisas dentro e fora de campo. O que nos resta é aguardar e cobrar.
Hoje tem Vasco x Red Bull Bragantino em São Januário. 💢
Um jogo importante e que o Vasco precisa vencer, principalmente pelo equilíbrio que estamos vendo na tabela do Campeonato Brasileiro. Cada ponto faz diferença nesse momento.
Depois das derrotas para Olimpia e Internacional, fica a expectativa para ver qual resposta o time vai dar dentro de campo diante da torcida.
É muito curioso como o Vasco está sempre presente em momentos históricos do futebol — e, às vezes, até além dele.
Grandes acontecimentos parecem cruzar o caminho do clube naturalmente. O milésimo gol é um exemplo disso. Quando se fala nessa marca, dois nomes vêm imediatamente à cabeça: Pelé e Romário.
E o Vasco esteve nos dois capítulos.
Contra Pelé, fomos o adversário do gol histórico no Maracanã. No de Romário, vibramos também pelo placar. O gol 1000 do Baixinho, tão esperado pelo país inteiro, parou a programação da Globo, mobilizou o futebol brasileiro e transformou São Januário no centro do Brasil naquele dia.
Nesta semana, esse momento completou 19 anos. Uma lembrança de como a história do Vasco quase sempre encontra espaço nos acontecimentos que marcam gerações. E também reforça o quanto o Vasco precisa seguir sendo isso: protagonista.
O Vasco perdeu no Paraguai e, pior do que o resultado, foi a sensação deixada em campo. Quem viu os jogos contra o Olimpia anos atrás lembra de um Vasco dominante, que pressionava, criava chances o tempo inteiro e fazia o adversário se defender. Hoje, a realidade foi outra. O time foi inferior, sofreu demais defensivamente e acabou levando uma virada merecida.
E aí entra uma escolha que pode cobrar seu preço lá na frente. O Vasco tinha a chance de praticamente encaminhar a classificação direta na Sul-Americana e evitar mais jogos em um calendário que já é pesado para um elenco claramente curto.
Preferiu poupar quase todo mundo, perdeu a partida e agora se complicou. Em vez de aliviar o segundo semestre, pode acabar sobrecarregando ainda mais um grupo que já demonstra dificuldade para suportar a sequência de jogos.
Além disso, segue preocupando ver um time sem identidade clara. O Vasco até teve momentos de entrega, mas parece um elenco que joga mais na tentativa individual do que em uma construção coletiva. Falta encaixe, falta organização e falta profundidade para enfrentar uma temporada tão desgastante. E a decisão de poupar o elenco ontem me pareceu equivocada pensando justamente no que vem pela frente.
A parada durante a Copa do Mundo chega em boa hora. O time precisa aproveitar esse período para ajustar muita coisa, porque hoje a sensação é de um Vasco competitivo em alguns momentos, mas ainda muito distante de transmitir confiança.
Que no fim de semana tenhamos uma atuação melhor.
Saudações vascaínas! 💢
Dia de Vasco na Sul-Americana 💢
Temos pela frente mais uma partida importante da temporada. Depois de alguns jogos irregulares, principalmente contra o Internacional, a gente espera um desempenho mais condizente com a camisa do Vasco.
Que o time consiga competir mais, mostrar personalidade e buscar um resultado importante fora de casa para seguir forte na competição.
Da Barreira para o mundo. 💢🇧🇷
É impossível não sentir orgulho ao ver mais uma cria de São Januário chegar tão longe. Rayan, criado na Barreira e formado pelo Vasco, agora realiza o sonho de defender a Seleção em uma Copa, seguindo os passos de grandes nomes que fizeram história.
O Vasco sempre foi celeiro de craques. De Romário a Roberto Dinamite, passando por Edmundo, Juninho Pernambucano e tantos outros, São Januário ajudou a construir capítulos importantes da história da Seleção Brasileira.
Que o Rayan honre essa trajetória com personalidade, coragem e talento que a gente sabe que tem, levando consigo o orgulho da Barreira, de São Januário e de milhões de vascaínos que estarão na torcida pelo seu sucesso e pelo hexa.
Hoje o Vasco perde um dos seus. Geovani marcou gerações com talento, personalidade e uma identificação enorme com a nossa camisa.
O “Pequeno Príncipe” deixa lembranças que atravessam o tempo e permanecem vivas na memória de todo vascaíno que teve o privilégio de vê-lo representar o clube.
Fica o respeito, a gratidão e a certeza de que sua história jamais será esquecida em São Januário.
Descanse em paz, Geovani. 💢