A BOMBA QUE PODE IMPLODIR A FAMÍLIA BOLSONARO!
Os bastidores da política no Rio de Janeiro estão em chamas com a notícia de uma nova delação premiada que promete ser infinitamente pior do que o caso do Banco Master. O ex-presidente da ALERJ, Rodrigo Bacelar, está preso e negociando um acordo com a Justiça que ameaça atingir em cheio o mandato de Cláudio Castro e, por tabela, arrastar Flávio Bolsonaro para o meio de um escândalo sem precedentes envolvendo o Comando Vermelho. O cerco está se fechando de forma assustadora.
O Marreco do Paraná fala em combate à corrupção abraçado a Flávio, vulgo Rachadinha; a Ciro Nogueira, um dos maiores corruptos da atualidade; e é filiado a um partido com diversos prefeitos e alguns deputados afastados e até presos por corrupção.
Quem será que ele convence?
Hoje faz 169 dias que o pastor vagabundo da extrema direita Sóstenes Cavalcante (PL) não conseguiu provar de onde vieram os 470 mil escondidos em um saco de lixo dentro de um guarda-roupa no seu flat em Brasília.
O deputado picareta ainda não explicou por que guardava, ou escondia todo aquele dinheiro em casa, dentro de sacos de lixo escondidos no armário?
E a justiça fez o quê? Não seria um caso de cassação, suspensão do mandato até o esclarecimento?
Nem todo bolsonarista é bandido, mas todos os bolsonaristas estão evoluindo em crimes pesados.
Vamos relembrar o episódio:
A apreensão de R$ 469,7 mil em espécie no flat do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), em Brasília, ocorreu em 19 de dezembro de 2025. O montante foi localizado pela Polícia Federal durante a
Operação Galho Fraco que apura supostos desvios de recursos públicos da cota parlamentar por meio de empresas de fachada. .
O caso gerou repercussão devido às justificativas dadas pelo parlamentar e ao andamento das investigações da Polícia Federal:
A versão do deputado: Logo após a apreensão, Sóstenes Cavalcante publicou vídeos afirmando que o dinheiro tinha origem lícita e era fruto da venda de uma casa de sua propriedade em Ituiutaba, Minas Gerais. Ele exibiu sua declaração de Imposto de Renda de 2024 e a escritura de compra do imóvel para tentar comprovar a posse do bem, argumentando que aceitou receber o pagamento em espécie e que guardou os valores no armário por "correria do trabalho".
Apuração e controvérsias: Investigadores apontaram que o uso de grandes volumes de dinheiro vivo dentro de sacos pretos no guarda-roupa reforça suspeitas de ocultação de valores. Veículos de imprensa também divulgaram que a formalização definitiva da venda do imóvel em Minas Gerais só teria ocorrido formalmente em cartório dias após a ação da polícia federal em seu apartamento.
O material apreendido foi encaminhado para análise pericial, e o inquérito policial segue tramitando sob supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para checar o rastreamento bancário, os registros fiscais e os depoimentos dos envolvidos.
O cara é ministro do @STF_oficial e fez a CAGADA de censurar uma pesquisa a pedido, justamente, do filho do fudido que lhe deu o cargo. Ficou parecendo parcial, suspeito, sabujo e vendido. Vai ser burro assim lá nos cacha-pregos.
@meioindep O nome do perfil deveria ser Meio Mentiroso, espalhando fakenews que não tem nenhum respaldo junto ao MPF ou a PF.
ATENÇÃO: gado sendo alimentado, kkkkkkkk