- Lula chamou Donald Trump de "imbecil"
- Disse que não tem medo dos Estados Unidos
- Afirmou que o Brasil não pode aceitar o tratamento dado pelos EUA
- Declarou que Trump não é "o imperador do mundo"
- Acusou Trump de fomentar conflitos para prejudicar sua candidatura
- Chamou Marco Rubio de "latino-americano frustrado"
- Disse que, se os EUA querem problemas, o Brasil não vai chorar
- Declarou que ninguém deve ter medo dos Estados Unidos
MAS SE ACONTECER ALGUMA COISA É CULPA DO FLÁVIO, OK!?
Não há qualquer justificativa plausível para um governo não querer combater narcoterroristas, a menos que esteja associado a eles. E é exatamente essa a pergunta que os eleitores deste miserável país estão se fazendo neste momento e seguirão fazendo até outubro.
PCC e CV não são facções: são terroristas armados contra o povo brasileiro e com atuação além das nossas fronteiras.
Quem domina territórios, impõe toque de recolher, mata inocentes e desafia o Estado pratica terror.
O Brasil não pode mais ser refém de bandido. Terrorista tem que estar atrás das grades, sem relativização.
Parabéns ao senador @FlavioBolsonaro pela articulação firme e necessária.
A principal e imediata consequência da classificação do PCC e do CV como organizações terroristas é fechar o cerco financeiro sobre essas entidades, dificultar lavagem de dinheiro e facilitar o congelamento dos ativos e bens que forem identificados. Não é por acaso que o comunicado do Secretário Marco Rubio faz expressa referência a este ponto (“negar financiamento e recursos a narcoterroristas”).
Mérito de @FlavioBolsonaro que conseguiu convencer o Governo norte-americano a adotar essa medida.
Já o PT alega, por motivos eleitorais, que a medida viabiliza uma invasão territorial norte-americana, o que é uma fantasia.
Nada mais vergonhoso do que assistir o PT e seus aliados defendendo criminosos e terroristas por motivos eleitorais.
Lula sempre esteve ao lado do crime em seus governos, ao defender os mensaleiros, ao criminalizar o combate à corrupção, ao defender a saidinha dos presos e legislação leniente, e agora ao defender, pelo seu governo, organizações criminosas.
Para que o Brasil possa se tornar um país seguro, não podemos ter um presidente que trabalha em favor dos criminosos.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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