Rapaz, esse é, de longe, o melhor vídeo até agora! O deputado Dimas Gadelha comparou os preços com os da época do Bolsonaro, mostrou a evolução do salário mínimo no governo Lula e ainda desmascarou o Tariflávio com fatos.
Compartilhem muito!
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🚨A DIREITA VAI ESCONDER ESSE VÍDEO
A procuradora geral é acusada de mentir sobre o juramento e possivelmente pode ter decretado o fim de sua carreira.
Dificilmente Donald Trump vai se livrar do caso Epstein depois das midterms, e será cozinhado em molho madeira antes.
🚨MAIS UMA PROMESSA CUMPRIDA!
O Presidente Lula assina hoje o projeto que ACABA com o Imposto de Renda para quem recebe até 5 mil reais, diminui o imposto para quem recebe até 7 mil e taxa os super-ricos do Brasil!
Esse é um momento HISTÓRICO, justiça começa a ser feita no nosso país e ainda temos muito a fazer!
Sempre lado a lado com o povo brasileiro ❤️🇧🇷
Como Lula vai entregar a menor inflação de um governo desde a criação o Plano Real?
Vamos falar sobre economia sem viés, só com dados.
Em janeiro de 2023 o Brasil estava desacelerando, com inflação em alta, dólar instável, juros nas alturas e desemprego acima de 7%. Dois anos depois, o país virou o jogo e os números mostram isso com clareza.
O PIB cresce em média 2,8% ao ano, mais que o dobro do governo anterior, que teve 1,2%. E o melhor: é um crescimento com qualidade, puxado por investimentos e exportações, não apenas pelo consumo.
A reforma tributária de 2023, o avanço do pré-sal e o ciclo positivo das commodities ajudaram a destravar a economia e a atrair capital.
A inflação acumulada entre 2023 e 2025 é de 19,7%, a menor desde 1994, quando nasceu o Plano Real.
O IPCA anual está em torno de 4,8%, dentro da meta do Banco Central. E o dólar, que já foi o vilão das manchetes, caiu 14% em relação a 2024 e se mantém estável em torno de R$ 5,45.
O PIB do primeiro semestre de 2025 cresceu 2,5%, puxado por infraestrutura e energia. O investimento estrangeiro direto chegou a US$ 45 bilhões até agosto, o maior número parcial da história.
E a Bolsa, medida em dólar, acumula alta de 28% no ano, superando o S&P 500 americano.
No mercado de trabalho, a taxa de desemprego caiu para 5,6%, o menor nível já registrado. Foram criadas 1,52 milhão de vagas formais só em 2025.
A renda média chegou a R$ 3.484, o salário mínimo teve ganho real de 7% e o índice de desigualdade é o melhor desde 2012. Até o setor automotivo reagiu: 2,1 milhões de carros vendidos de janeiro a setembro, o melhor resultado em 13 anos.
Nas contas externas, o Brasil mantém um superávit comercial de US$ 62 bilhões até setembro e reservas internacionais de US$ 355 bilhões, um aumento de US$ 30 bilhões desde 2023. Um colchão de segurança robusto contra crises externas.
Nem tudo é perfeito. A dívida bruta está em 79,5% do PIB e o déficit fiscal projetado é de 0,8%. A desigualdade ainda preocupa e os juros altos continuam pressionando a economia.
Mas comparando com 2022, quando a inflação estava fora de controle, o dólar disparava e o desemprego era alto, o Brasil hoje é outro país. Cresce duas vezes mais que a média da América Latina, com inflação controlada, reservas cheias e credibilidade fiscal.
Pode gostar ou não do governo, mas os números estão aí. Fatos não têm ideologia.