Isso me lembrou uma conhecida minha, que casou com um tipo de mano que ela vivia colocando defeito.
O cara é uma especie de crânio em tax e desenvolveu um api de apuração de impostos pra pequenas empresas. Atingiu o primeiro milhão com 34 anos.
Casa boa, sempre de carro bom, boas viagens e da pra ver que eles são muito felizes.
Eu não acho que ela é interesseira até porque ela também é bem sucedida. O meu ponto é que no país onde a gente vive, a segurança financeira e uma previsão boa de futuro sempre foi o grande pilar de duração de qualquer relacionamento.
Isso derruba qualquer outro pré-requisito. Casamento bom, relacionamento duradouro é aquele que tem estrutura financeira, estrutura emocional e familiar. O resto é detalhe.
Inclusive ele faz parte do meu squad no COD e jogamos LOL por muito tempo.
lista de homens q eu jamais namoraria:
-tira foto sem camisa em espelho
-nao tem nenhuma ambição na vida
-joga tigrinho
-único hobby é ficar atrás do Pc jogando
-nao entende nada sobre política
-nunca leu um livro na vida (diário de um banana e mangá n conta)
-n sabe cozinhar
O ponto é que o presencial gira a economia. E talvez essa conversa toda nunca tenha sido sobre produtividade.
Se você vai mais vezes ao escritório, precisa de mais roupa, mais sapato, vai mais ao barbeiro, a mulherada vai mais ao cabeleireiro, compra mais maquiagem, gastamos mais com combustível, Uber, estacionamento, almoço, café…
E cada uma dessas coisas movimenta uma cadeia inteira. Varejo, restaurantes, postos, transporte, bancos, maquininhas, cartões, meios de pagamento.
No home office, boa parte desse dinheiro simplesmente fica no bolso.
Não é à toa que um dos poucos CEOs que você vê defendendo home office é o CEO do iFood. No escritório, dificilmente você pede iFood todo santo dia.
Agora, quando o CEO da Renner, que literalmente vende roupa casual e corporativa, aparece defendendo presencial… bom, cada um que tire suas próprias conclusões..
No fim, podem chamar de cultura, colaboração, performance, conexão, pertencimento…
Eu chamo de consumo.
Tudo é grana.
@elyelsccp Esqueceu do “ganhando os jogos”.. “tem que ganhar jogo”.
Paz, como resolve a dívida? Tem que ganhar jogo.
Como resolve transfer ban? Tem que ganhar jogo.
Como resolve a política interna do clube? Tem que ganhar jogo.
Safiel? Ganha jogo, tem que ganhar jogo.
Foda
@CifutBR Mano, pra fazer 13 pontos em 10 jogos que faltam pelo br pode ser até interino. Não tem mais clima.
Perigoso a coisa ficar mais feia se algo não mudar.
@cronicaalvinegr Mermão, a gente precisa parar de passar pano pra jogador só porque a situação do clube tá ruim. Não existe o pênalti que o Memphis bateu hoje. Não existe. O futebol que o Garro tá jogando não existe.
@Vivimarques88 Itaquera não assusta mais ninguém. O clube continua usando isso como uma espécie de vantagem. A verdade é que jogador profissional ja aprendeu a lidar com barulho de torcida. Torcida do Corinthians não ganha jogos. Não mais.
O foda de você ser marrento é que você precisa bancar. Memphis está devendo uma libertadores para esse clube. Ou ele paga ou ele vai viver o inferno no final da carreira dele.
Meu avô e meu pai ainda estavam vivos quando o Corinthians ganhou tudo em 2012.
Lembro até hoje do meu avô me dizendo:
“Negô, que sorte a sua de pegar a melhor época do Timão. Aproveita, porque demorou pra esse time véio chegar nesse patamar.”
Em 2014, a diabetes levou meu avô. Em 2016, perdi meu pai em um acidente.
É, meus velhos… ainda bem que tivemos a oportunidade de, pelo menos uma vez, ver o nosso time chegar ao topo e ganhar tudo o que podia.
Hoje, sinceramente, tenho cada vez mais a sensação de que não vou ver essa instituição conquistar algo realmente relevante novamente enquanto continuar presa a esse modelo de gestão baseado em sócios, conselheiros, grupos políticos e interesses internos.
O futebol mudou. Os clubes que entenderam que gestão profissional não é mais diferencial, mas obrigação, estão abrindo distância.
Palmeiras, Flamengo, Botafogo e outros vão continuar crescendo, disputando e ganhando enquanto instituições como o Corinthians não acordarem para a necessidade de profissionalizar de verdade o clube.
Saudade de vocês, meus velhos.
E saudade daquele Corinthians também.