O afastamento de Deus nem sempre se evidencia pela negligência das práticas religiosas, mas pela inversão das prioridades do coração, quando aquilo que é secundário passa a ocupar o lugar que deveria pertencer somente a Deus.
A disciplina de Deus não é sinal de rejeição, mas a marca inequívoca da filiação; não é rigor de ira, mas expressão do amor santo de um Pai que corrige, aperfeiçoa e conduz à maturidade aqueles que verdadeiramente lhe pertencem.
Deus nem sempre está no fogo ou no terremoto. Às vezes, Ele fala no sussurro. Elias só saiu da caverna quando ouviu o som suave (1Rs 19.11-13). Não despreze o silêncio.
A permanência na fé em Cristo não depende da capacidade dos crentes em perseverar, mas da fidelidade do Deus que prometeu que terminaria a boa obra que começou. Se a permanência na graça depende ultimamente de nós, certamente já decaímos dela faz tempo.
"As pessoas saudáveis não precisam de médico, mas sim os doentes. Não vim para chamar os justos, mas sim os pecadores" Mc 2.17
Graças te dou, Senhor, por um dia ter me mostrado a minha pecaminosidade e me ter chamado de maneira tão doce que não resisti e fui a ti para perdão.
Estamos na era mais "livre" onde tudo pode aprisionados em opiniões iguais, discorda é ofensa, crime sem fiança. Nos tornamos vilões em um país de vilões que se sentem heróis.
A omissão é sabedoria calada, falar, da sua opinião virou crime. Isso acontece justamente pela "sabia omissão " a qual viemos nos adaptando por medo de sermos ofensivos e, sem perceber criamos agressores que se sentem agredidos simplesmente por termos opiniões diferentes
Vivemos uma ditadura disfarçada de " respeito ao próximo, antipreconceituosa, ética " , um falso livre árbitro, onde o seu direito de expor opiniões so é aceito e correto se estiver de cordo com "eles " os ofendidos, caso contrário é preconceito, é anti ético, não serve.