Ao lado do nosso querido Suplicy, o recado é direto: é oficial! 🚩✨
Nestas eleições, estamos juntos nessa caminhada: Luna Zarattini para Deputada Federal, Eduardo Suplicy para Deputado Estadual, com Lula Presidente, Haddad Governador e Marina Silva e Simone Tebet para o Senado!
Pra cima!
A Argentina de Milei é o que Flávio e Tarcísio querem para o Brasil! 📉🇦🇷
O vídeo mostra a dolorosa realidade de Rubén, um aposentado argentino que sente na pele o impacto das políticas de Milei. Com a aposentadoria congelada e os cortes na cobertura de medicamentos pelo PAMI (que antes cobria 100%), ele não consegue pagar pelos remédios para o coração.
A solução dramática de Rubén? Espaçar a medicação e tomar dia sim, dia não, ciente de que isso "vai acelerar o passo para a morte".
Esse é o resultado do desmonte social e do ultraliberalismo que figuras como Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas defendem para o Brasil. A privatização e o abandono do Estado não trazem liberdade, trazem desespero para quem mais precisa. 🧵👇
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Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
🚨URGENTE! Simone Tebet mandou um recado direto: disse que serão as mulheres paulistas e brasileiras que colocarão a 4ª estrela no peito de Lula como presidente. E disparou contra a oposição: "Do lado de lá não tem democrata, tem um golpista de plantão. Tal pai, tal filho." 🔥🗣️
Só dá Haddad Governador nas redes. Aqui ele foi gigante: “O que estamos disputando com o Tarcísio? Dar medalha pro Milei, com 30% de aprovação e carne de burro pra população? Questionar a urna eletrônica? Eles querem voltar à Idade da Pedra e discutir até se mulher pode votar.”
🚨GIGANTE! Presidente Lula LAVOU A ALMA e mandou RECADO para EUA: "Quem quiser vir de fora se meter na eleição brasileira já fica avisado: VAI APANHAR MUITO"!
Quem DECIDE o futuro do Brasil é o POVO BRASILEIRO!
O RECADO DE LULA ESTÁ DADO! 🦑👏🇧🇷
Se eu ouvisse só metade das coisas que Glauber Braga disse para o fascistinha do Rubinho, eu correria desse estúdio e passaria uns seis meses entocado.
BOLSONARO ATENDEU O FROTA? 🔥🤡
Alexandre Frota liga ao vivo no podcast.
Alguém atende.
Fala “alô” duas vezes.
Desliga.
Frota fica nervoso.
Não fala quem era.
A voz, segundo quem ouviu,
é parecida com a do ex-presidente.
Bolsonaro está proibido de ter celular.
Proibido de qualquer comunicação externa.
Aí a defesa dele sai correndo pra negar:
“Qualquer ilação de que o presidente atendeu
é leviana e só quer gerar celeuma.”
Mas a pergunta que não quer calar:
Se ele não pode ter telefone…
como a voz dele tá atendendo ligação ao vivo?
Prisão é isso?
Celular,
@rickazzevedo@davialcolumbre , ser desprezível. É um rato que se alimenta do sistema, contaminando tudo o que toca. Amapá, faça um bem a nação: não eleja o rato.
GENOClDIO! 🚨A médica e pesquisadora Margareth Dalcolmo, uma das maiores especialistas em saúde do Brasil, afirmou que o país pode ter registrado mais de 2 milhões de mortes relacionadas à Covid-19, quase três vezes o número oficial de cerca de 720 mil óbitos.
A declaração foi feita durante debate sobre Cinema e Direitos Humanos na Estação Claro Rio, na Zona Sul da capital fluminense, após a exibição do documentário Anatomia do Caos.
“720 mil mortes não é verdade. No Brasil, nós tivemos pelo menos três vezes o número registrado oficialmente de mortes por Covid-19”, afirmou a pesquisadora.
O que importa não é o que a defesa de Bolsonaro diz, mas o que a perícia da PF vai comprovar. Se os registros da operadora e a geolocalização do celular mostrarem que era ele usando o aparelho, a prova falará mais alto que a versão da defesa. Se o celular esteve com ele, a tecnologia vai desmontar qualquer narrativa. Acho que o frota, às vezes útil, mandou o incomunicável de volta pra Papuda.
✊🏽 VITÓRIA DA PRESSÃO POPULAR
Logo após a denúncia enviada por mim e pela @SofiaFavero_ a privatização das linhas Coral, Safira e Jade será suspensa. As linhas voltam pra CPTM.
Infelizmente, o governo Tarcísio de Freitas só está recuando porque um trem pegou FOGO nessa manhã.
E esse recuo é temporário: a suspensão da privatização é de 90 dias. O plano de Tarcísio parece ser esperar a poeira e a fuligem baixarem e as eleições passarem pra Trivia Trens voltar a humilhar os trabalhadores e empreendedores paulistas.
É uma vitória ainda pequena, de gosto agridoce e temporária. Mas é com ela que pretendemos construir uma vitória ainda maior e CANCELAR essa privatização.
E seguiremos na luta pelo ressarcimento de quem teve prejuízo na manhã de hoje e contra essa gestão privatista que quer vender todo o patrimônio do povo de São Paulo.
Marilia, operadora de trem e delegada sindical do Metrô de SP, denuncia o caos nos trens das linhas 11, 12 e 13 nesta quinta-feira (23), causado pela privatização do governador Tarcisio de Freitas.
Em apenas 3 dias de operação da empresa Trivia, foram diversas falhas, explosões, vagões carbonizados e a população tendo que andar por quilômetros nos trilhos e pular muros, numa tragédia que poderia ter sido muito pior.
Somente a mobilização dos trabalhadores junto com a população pode reverter essa situação.
É urgente que o Sindicato dos Metroviários organize a base da categoria, exigindo das Centrais Sindicais como a CUT e a CTB que saiam da paralisia e unifiquem a classe trabalhadora numa luta contra as privatizações e pela reestatização das empresas privatizadas sob controle dos trabalhadores.