Los líderes de los Hermanos Musulmanes explican cómo planean conquistar América, Europa y destruir la civilización occidental.
Tariq Al-Suwaidan:
«Los musulmanes intentaron conquistar Europa por la guerra durante 700 años, sin éxito.
Hoy en día, existe un medio más sencillo: la infiltración pacífica por la inmigración, con la ayuda de los gobiernos y los votantes occidentales ingenuos.»
Vía @Sarahsa09309757
🇧🇷 | LULA’S ELECTION FRAUD TO COST BRAZIL BILLIONS
Increases to social benefits are expected to generate an additional cost of R$ 5.8 billion in 2026 and approximately R$ 22 billion in 2027.
The package also includes up to R$ 15 billion for debt renegotiation operations.
Um petista no Ministério da Segurança Pública seria um escárnio. https://t.co/jmxumpB8Kl
Camilo Santana e Rui Costa governaram estados com péssimos resultados em segurança; é escandaloso que sejam cogitados para comandar a nova pasta.
Por @Cgraieb
I will not remain silent about what happened in Brazil. I will continue speaking out against censorship, intimidation, and the persecution of those who question the transparency of the electoral process.
The international community needs to hear these allegations and demand answers. After all, who is afraid of transparency?
Voting is not just about pressing a button on a machine and going home. Democracy requires oversight, transparency, and the freedom to ask questions.
Questioning an election is not a crime. Demanding transparency is not an attack on democracy.
🎥 @PBDsPodcast@patrickbetdavid@D_Tarczynski
https://t.co/GEiRcAtsCC
There is something admirable about @JDVance’s response to this election in taking seriously that voters were disappointed in how his own side governed.
JD central observation is uncomfortable and consequential. People who supported Trump and Vance in 2024 showed up, and voted for Democrats. He acknowledges their judgment and asks what Republicans must change to earn their support again.
Compare that with “Lawyer up” and “Our thank you will come in January—with subpoenas.”
Those victory messages communicate that the targets have already been selected and the proceedings will follow. That is the mentality that catapulted @realDonaldTrump to victory in 2024.
A subpoena is a tool for establishing facts. Turning it into a victory trophy undermines confidence in an investigation before it begins.
The majority voted for an end to war, relief from rising costs and a government more attentive to their priorities. Democrats should take those priorities as seriously in victory as JD is taking them in defeat.
A MALDITA ARROGÂNCIA E O PREÇO DAS ESCOLHAS
A volta de Donald Trump ao poder, em 2025, deveu-se, em boa medida, às fragilidades do seu antecessor e ao descontentamento de parcelas do eleitorado.
A arrogância do primeiro mandato, entretanto, continuou intacta.
Afinal, não se trata de uma característica que se abandone por conveniência ou de um comportamento que desapareça com uma vitória eleitoral.
No segundo e último mandato, Trump decidiu estender sua soberba para muito além das fronteiras americanas, comportando-se como se fosse o dono do mundo.
Ameaçou anexar o Canadá e a Groenlândia, envolveu os Estados Unidos em um confronto militar com o Irã, promoveu a captura do traficante Nicolás Maduro, confrontou aliados da OTAN, desrespeitou o presidente da Ucrânia e tumultuou o comércio internacional com seus sucessivos tarifaços, entre outras demonstrações de desmedida prepotência abusiva.
Tudo, segundo seu discurso, em nome de tornar os Estados Unidos grandes outra vez.
Com tamanha disposição para impor sua vontade, acabou prejudicando o seu país, aprofundando divisões internas e ampliando a resistência política ao seu governo.
Ou seja, a arrogância é uma marca indissociável de Donald Trump e um dos principais fatores de desgaste da sua liderança.
Um problema que não diz respeito apenas a ele, mas também ao eleitorado americano, que, por duas vezes, lhe confiou a responsabilidade de conduzir a maior potência mundial.
Errar é humano. Reconhecer o erro e corrigi-lo é sinal de maturidade. Foi o que fizeram os americanos nas eleições deste final de ano: seguraram Trump pelos fundilhos enquanto aturam o restante do seu mandato.
Nós, brasileiros, por nossa vez, acabamos de repetir, pela quarta vez, o mesmo equívoco: confiar o destino do País a alguém cuja trajetória é marcada por contradições, pela falta de compromisso com a verdade e pela insistência em transformar versões convenientes em fatos.
Santa ignorância...
🇧🇷 | The New York Times estará a preparar entrevista exclusiva a Flávio Bolsonaro.
Milhões de brasileiros e pessoas por todo o mundo estão a aguardar para que toda a informação seja revelada.
O povo irá continuar sem resposta, embora todos saibam a verdade. porque a única resposta é aquela que eles não vão dar, ou seja, a eleição foi fr@wd@d@ para livrar ministros.