"Estude, criança preta
Não deixe te confundir, não deixe de conflitar
Não deixe de combater, não deixe de moderar
Não deixe te embranquecer, nem ao menos te morenar"
Esses versos do Sant pesam fundo na cabeça e na alma pqp ❤✊🏾
Vamos lembrar que os marroquinos hoje são a principal minoria étnica nos Países Baixos, e também o maior alvo de ataques racistas e da extrema-direita junto de surinames.
Ações policiais são bastante comuns contra essa comunidade.
Há quem ame e há quem odeie a "remada viking", mas o fato é que a torcida norueguesa emplacou o seu tempero especial na Copa do Mundo. Entre os que odeiam, estão os outros países nórdicos, inclusive a Suécia, que também entra em campo hoje.
Para suecos e outros povos nórdicos como dinamarqueses e islandeses, os torcedores noruegueses estão reforçando estereótipos associados à região que nem sempre são positivos.
A cultura viking como nós conhecemos hoje é uma invenção do século XIX. Foi na era dos romantismos, quando o nacionalismo aflorou com a busca por um passado glorioso sendo uma de suas normas, que se redescobriu os guerreiros nórdicos dos séculos VIII a XII e se passou a criar diversas histórias sobre eles.
O próprio termo "viking" surgiu só no século XIX, uma derivação de "vikingr", palavra do norueguês arcaico para "pirata" ou "saqueador". É uma forma de generalizar diferentes culturas e diferentes povos em uma imagem única. É verdade que povos da região guerrearam, saquearam e conquistaram muitas terras durante o período citado, porém, o imaginário popular atual é todo criado a partir do renascimento nacionalista.
Para os noruegueses (exceto o torcedor que viralizou se recusando a remar e se tornou uma sub-celebridade por isso, depois dando entrevista e chamando o ato de "ideia estúpida") não parece importar: eles vestiram a imagem na Copa do Mundo, estão felizes com sua seleção e com interpretar o personagem. Não são todos os nórdicos, afinal, que se sentem incomodados.
Mas o zagueiro sueco Victor Lindelof, por exemplo, afirmou que "não conseguiria participar" se fosse a torcida sueca, e que "só suspira" quando vê. Disse que é "só uma derivação barata do que os islandeses fizeram em 2018".
O jornalista dinamarquês Johnny Wojciech Kokborg, por sua vez, escreveu que os noruegueses estão "colaborando com o bullying nórdico" e que "estão tirando sarro dos povos locais".
Verdadeiro ou não, o imaginário viking já faz é parte da cultura dominante sobre a Escandinávia e arredores e a torcida norueguesa o emplacou na Copa do Mundo.
Deve emplacar também em muitas outras competições esportivas no futuro.
A Noruega é, afinal, um país que não para de crescer nos esportes. Liderou o quadro de medalhas nas Olimpíadas de Inverno em 2025, tem campeões mundiais em várias modalidades e agora, depois de décadas, uma seleção de futebol competitiva no cenário internacional.
Hoy no saldrán a hablar del bajo nivel de la CONMEBOL
Hoy no dirán que nuestras eliminatorias son una mentira.
Hoy se acabo, UNA VEZ MAS, la mentira del viejo continente.
Hoje a nossa seleção venceu o Japão com autoridade, deram o sangue em campo como verdadeiros mujahideens, Allah recompensa os justos, estamos nas oitavas de final, que venham Noruega ou Costa do marfim, estamos preparados.
Que os adversários testemunhem a nossa força e que o medo habite seus corações perante o decreto de sua eliminação, pois está escrito que a justiça e a supremacia pertencerão àqueles que marcham sem hesitação.
O dia do juízo da seleção japonesa está chegando.