EDITORIAL | Gonet tem de sair da PGR – “Quando toda nova manifestação sobre o mesmo círculo de poder suscita a pergunta sobre como Gonet agiria caso os personagens fossem outros, a autoridade do cargo já virou pó”.
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EDITORIAL | Um apelo ao que resta do Supremo – “Não será fácil, diante da conhecida truculência de alguns ministros, mas o Brasil precisa saber que ainda há genuínos e destemidos republicanos no Supremo”.
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Na entrevista ao JN, Caiado fez mais de uma referência desrespeitosa a Bernard Appy. Disse principalmente que a reforma tributária foi feita por um iluminado, e depois complementou que ele não gosta de iluminados.
A verdade é que Bernard Appy foi secretário extraordinário para reforma tributária ainda no fim do segundo governo Lula. Apesar de ser uma agenda prioritária de um governo extremamente popular, o Congresso não conseguiu um texto que agradasse todo mundo.
Ali se formou um consenso: se Lula não conseguiu essa reforma em um dos governos mais fortes e populares que o Brasil já teve, ninguém conseguiria. Decretou-se a impossibilidade da reforma tributária.
Ao invés de aproveitar a porta giratória pra ganhar rios de dinheiro no setor privado, Bernard Appy saiu do governo para formar um think tank sobre reforma tributária na FGV. Ele reuniu economistas e tributaristas, conversou com vários setores da sociedade, chegou num texto que agradava as partes e conseguiu o apoio de vários candidatos na eleição passada.
Me parece que foi o próprio Bernard Appy quem jogou luz num dos problemas mais graves da economia brasileira e, ao longo desse processo, iluminou-se.
Caiado protesta porque sabe que o agro paga pouco imposto. A reforma apenas igualou a tributação entre os setores e ainda criou uma série de exceções pra beneficiar o agro, mas é claro que o setor não fica satisfeito e precisa aproveitar a oportunidade quando um dos seus chega no Jornal Nacional.
Felizmente, esta mesma pequenez ajuda a entender por que o ex-governador de Goiás precisa de um milagre pra ser presidente do Brasil.
Entendo que, à primeira vista, declarar criminosos como terroristas pode parecer a estratégia certa. Mas vale lembrar:
Segundo duas das maiores autoridades brasileiras no combate ao PCC e ao CV — o promotor Lincoln Gakiya e o ex-secretário nacional de Segurança Mário Sarrubbo — a decisão dos EUA pode acabar enfraquecendo, e não fortalecendo, a luta contra o crime organizado. Segue um resumo da matéria do @MarceloGodoy000 no Estadão:
O ponto central é que, ao classificar as facções como organizações terroristas, Washington deixa de tratá-las como um problema policial e passa a enquadrá-las como ameaça militar e de segurança nacional. Na prática, isso tira o tema da esfera da DEA e do FBI — com quem o Brasil mantém ampla cooperação cotidiana — e o transfere para a CIA e estruturas militares americanas.
Gakiya afirma trocar informações semanalmente com DEA e FBI e alerta que esse fluxo pode ser interrompido. Sarrubbo vai na mesma linha: segundo ele, a CIA “não conversa com ninguém”, o que deterioraria a cooperação internacional construída nos últimos anos entre Brasil, EUA e países vizinhos.
Isso pode ter consequências concretas. Foi justamente graças à cooperação entre autoridades brasileiras e a DEA que o traficante Fuminho, braço-direito de Marcola, foi preso em Moçambique em 2020.
Os dois também alertam para riscos jurídicos e diplomáticos. Pela legislação americana, a classificação pode abrir espaço para operações extraterritoriais dos EUA, inclusive em tese no Brasil, gerando preocupações sobre soberania nacional.
Além disso, Sarrubbo argumenta que a medida pode trazer insegurança econômica e dificuldades para empresas brasileiras operando nos EUA.
Ou seja: a medida pode soar dura no discurso, mas especialistas diretamente envolvidos no combate ao PCC temem que ela complique justamente aquilo que mais funciona hoje: a cooperação internacional policial.
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Elias, a última vez que eu vou falar contigo. Eu não sei o motivo pra você ficar me incomodando e ficar repetidamente mentindo sobre o assunto mesmo depois de eu pedir pra você me deixar em paz. Por favor, tome a sugestão de terapia pra si e supere sua obsessão.
Primeiro, o fato de você não aceitar que eu tenha lido sua tese de doutorado, encontrado erros elementares nela sobre conceitos econômicos e exposto isso é completamente patético. Você não quer assumir responsabilidade sobre o que escreveu na própria tese de doutorado. Aceitar crítica pelo que se escreve é o mínimo que se espera do trabalho intelectual. Você e eu somos pessoas que fazem comentários públicos. Deveríamos estar dispostos a ser criticados publicamente.
Segundo, você achar que alguém possa “inveja” de você, mesmo você sendo uma pessoa sem a menor relevância na academia ou na política pública, é deslumbramento completo. Você virou influenciador e agora está tentando virar político. Tudo bem. Cada um faz sua escolha. Mas isso não é digno de inveja — pra mim. Claramente seria pra você, já que você fez essas escolhas que eu nunca faria.
Terceiro, já passou o tempo em que eu perderia meu tempo batendo boca com você. Quando eu era mais novo, sugeri debate e você fugiu. Mas eu amadureci e aprendi que debate só vale a pena se as duas partes estiverem de boa fé. Você é bem mais velho que eu e continua se comportando como um moleque em público. Espero que seus adversários políticos usem esse teu histórico como prova cabal de que você não tem a menor inteligência emocional pra ser deputado.
Quarto, eu nem sei se você tem filho. Se alguém ameaçou seu filho, essa pessoa é um canalha tem que ser punida. Se você está mentindo sobre isso, você é um canalha e deveria ser punido. Independentemente disso, eu não tenho a mínima relação do que tenha ocorrido. Mas se você insinuar outra vez que eu participei de assédio moral ou ameaça a uma criança, você vai receber um processo. Esta mensagem serve como notificação extra-judicial sobre isso. Não se pode mentir assim impunemente.
Segue tua vida, para de mentir, deixe sua obsessão por mim de lado e me esquece, por favor. Só me deixa em paz. 😌
As manifestações de Pérsio Arida e Arminio Fraga me entusiasmam e me dão a certeza de que podemos reunir grandes brasileiros para dar direção ao Brasil! Vamos juntos!
O ministro Toffoli interfere na independência do Banco Central e descredibiliza o STF, assumindo uma postura eticamente incompatível e inaceitável no Estado de Direito.
Após viajar de jatinho, há poucas semanas, com o advogado do banco Master, deveria se declarar impedido e não participar do processo contra o banco.
Ele, porém, vai na direção contrária: assume a relatoria, declara sigilo absoluto e marca uma acareação - com aspectos de intimidação - entre o diretor de Fiscalização do Banco Central, servidor público há mais de 30 anos, e o ex-presidente do Master, investigado por diversos crimes.
Chama atenção, ainda, que essa ação ocorrerá durante o recesso judiciário, foi decidida de ofício por Toffoli e teve recomendação contrária da PGR, que foi ignorada.
Ao não se declarar impedido e adotar esse procedimento, o ministro deveria sofrer a abertura de um processo de impeachment.
Caro @grok , entre os atuais governadores brasileiros, qual aquele que fez mais profundas reformas na estrutura da máquina pública, incluindo privatizações, reforma previdenciária e administrativa?
O Rio Grande do Sul segue consolidado entre os 5 estados mais competitivos do Brasil, de acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo CLP. Este resultado reafirma que estamos no caminho certo para impulsionar o desenvolvimento e melhorar a vida dos gaúchos.
Nosso Estado manteve a liderança nacional em Eficiência da Máquina Pública e Inovação, além de permanecer entre os melhores em Segurança Pública, Sustentabilidade Social e Educação. Também avançamos em Potencial de Mercado e em Sustentabilidade Ambiental, mostrando que o RS tem dinamismo econômico, atratividade para investimentos e compromisso com o futuro sustentável. Esses resultados são fruto do trabalho sério e consistente que temos conduzido, com políticas voltadas para gestão responsável, inovação e modernização.
Ao mesmo tempo, enfrentamos desafios em áreas como infraestrutura e solidez fiscal, muito impactadas pelas enchentes históricas de 2024, que trouxe efeitos profundos para a economia e para as contas públicas. Mas estamos respondendo com um planejamento robusto, o Plano Rio Grande, em plena execução para ampliar a resiliência do Estado, acelerar o crescimento e proteger a todos os gaúchos.
O RS tem mostrado resiliência e capacidade de liderança. Vamos seguir firmes, transformando nossos desafios em oportunidades para construir um futuro melhor para todos os gaúchos.
@hoje_no A pior análise que alguém pode fazer a respeito de um mentiroso é julgá-lo por aquilo que ele diz, e não pelo que faz.
O que Trump fez nas últimas semanas foi impedir o Senado de sancionar em 500% os países-clientes da Rússia, dando a Moscou carta-branca para a carnificina.
Incrível
Após eliminar o déficit público que era sina do estado, reduzir o déficit da previdência de 30 para 16% da receita (economizando R$8 bilhões/ano), sobrou dinheiro para aumentar o efetivo policial e quintuplicar os investimentos...
Quem poderia imaginar que responsabilidade fiscal gera estes efeitos...
Alguns pontos sobre a tarifa de 50% imposta por Trump ao Brasil:
- A família Bolsonaro, que passou a vida toda vivendo às custas do erário, sem nada produzir, agora vai além: trabalha para destruir o valor das empresas e do cidadão brasileiro.
- O principal candidato da oposição à Presidência da República, governador Tarcísio de Freitas, considera aceitável e normal que o Brasil se coloque como uma colônia dos EUA, e não como uma nação soberana.
- Não há negociação possível quando o argumento técnico é um superávit comercial do Brasil com os EUA, que não existe, e a exigência é uma intervenção em instituições do Estado brasileiro.
Não conheço o Léo Lins nem o teor das suas piadas, mas condenar um humorista a 8 anos de prisão, em regime fechado, por suas piadas — por mais ofensivas que elas sejam — é um completo absurdo.