Confira a apresentação do comparativo entre as propostas para a divisão das receitas de transmissão.
O consultor Marcelo Campos Pinto explicou os cenários apresentados pela LiBRA e pelo Flamengo.
Defendemos um modelo justo, transparente e sustentável, que valoriza quem mais gera resultado e fortalece o futebol brasileiro. 🔴⚫
📺 Assista na íntegra na FlamengoTV: https://t.co/atUbGpeE6V
#Deixaabolarolar
Os últimos jogos do Flamengo têm exposto um dado curioso e alarmante: a queda constante de bola rolando e um ritmo lento imposto, na maioria das vezes, pela interferência excessiva e desnecessária da arbitragem.
O excesso de paralisações compromete o fluxo do jogo e a qualidade do espetáculo. Rigidez com um ou dois metros na cobrança de laterais, faltas inexistentes, complacência com a cera, demora em reiniciar a partida em diversas ocasiões e atitudes que atrapalham a fluidez dos confrontos são recorrentes.
Os últimos 4 jogos do Flamengo, por exemplo, registraram menos de 55 minutos de futebol. Contra o Juventude, recorde negativo da temporada, este número ficou abaixo de 50 minutos!
A recomendação internacional é de pelo menos 60 minutos de bola rolando, o que não tem acontecido nas partidas do Flamengo, como mostra o gráfico do segundo slide.
O futebol brasileiro precisa se aproximar das melhores práticas internacionais, permitindo um jogo melhor para o torcedor.
Vamos ser sinceros?
Se fosse o Marcos Braz contratando Juninho Qarabagre do Azerbaijão, Mikey Mousa da 2° divisão da Inglaterra, vendendo o Matheus Gonçalves por 3,5M, tava todo mundo aqui acusando ele de beneficiar empresario, de tirar dinheiro por fora