A sensação que o Coutinho sempre me transmitiu foi a de constrangimento.
Parecia jogar carregando um peso: envergonhado por não render o que imaginava ser capaz, receoso de não corresponder às expectativas da torcida. Havia vergonha em ser substituído por não aguentar os 90 minutos, vergonha em ficar no DM, vergonha de receber um salário altíssimo e não corresponder.
Não duvido que tenha vindo para o Vasco por amor ao clube. Mas também chegou consciente do ambiente que encontraria: uma torcida ferida, desconfiada, exigente. E isso parecia afetá-lo desde o primeiro dia.
Ele mal comemorava os gols. Para ele, aquilo soava como obrigação; o mínimo. Faltava leveza até no instante mais simbólico do futebol. A impressão era de alguém emocionalmente fragilizado, tentando o tempo todo evitar o erro, evitar a crítica, como se soubesse que, quando ela viesse com força, não suportaria.
E veio. Quando as cobranças aumentaram e as vaias ecoaram no estádio, parecia claro que algo tinha se rompido. Ele próprio parecia saber que não conseguiria reconquistar o prestígio, porque já não acreditava plenamente em si.
Enquanto a torcida sustentava a esperança, ele parecia apenas sobreviver. No momento em que esse apoio se dissolveu, ele entendeu como sentença.
Draymond Green:
"É sempre divertido vencer nessa cidade e vencer nesta arena. Vi que o Fred VanVleet tinha comentado no início da série que esse time não é aquele time. Mas no fim é a mesma franquia."
Que mijada. Pqp.
Não há como remediar: a solução do Vasco da Gama passa pela revenda da SAF.
Em resumo, é isso. Não tem para onde correr.
Já ficou mais do que comprovado a ineficácia do quadro social do Vasco em resolver os problemas do nosso clube.
Falta gente competente, bem intencionada e que queria servir ao Vasco, não se servir do Vasco.
Os maiores esforços devem ser concentrados para que encontremos o comprador que atenda as demandas do vascaíno.
No entanto, o noticiário assusta. Não há sinais de que a venda deve acontecer tão cedo.
Sabemos que o processo para repassar as ações para um novo comprador não pode ser feito de maneira açodada.
Todavia, não podemos confundir cautela com inércia.
A venda não pode passar de 2025. É de conhecimento público que, em 2026, teremos eleições no Vasco da Gama.
Aí fica a pergunta: como fechar com um investidor sem saber quem será o presidente no ano seguinte?
Sendo assim, o tempo não é aliado.
Além disso, temos o conhecimento de que há pares da gestão de Pedrinho que querem manter o associativo no controle.
Será que essas pessoas estão atrapalhando? A vontade de um grupelho vai se sobressair ao desejo dos sócios e da torcida?
A diretoria vai ficar esperando magicamente as propostas surgirem? O momento não exige proatividade?
São muitas perguntas... e uma certeza.
O Vasco não aguenta mais um mandato inteiro nas mãos das pessoas que, comprovadamente, já demonstraram inaptidão para solucionar tudo aquilo que trava o avanço do clube.
No mundo ideal, nenhum investidor assumiria o futebol e seguiríamos no mesmo modelo de sempre.
Mas entre o ideal e o real, há uma considerável distância.
Pensamos, discutimos, avaliamos todos os cenários e, após muito debate, optamos por reafirmar nosso posicionamento.
Em momento menos críticos da nossa história, deixamos claro nosso lado.
Nossa linha editorial coloca a notícia como prioridade. Entretanto, o Vasco está acima de tudo.
Não aguentamos mais um minuto sequer na posição de coadjuvantes do futebol brasileiro. Não é o nosso lugar.
Por isso, o posicionamento do NewsColina é muito claro: #RevendaJá.
Reafirmamos também o compromisso de cobrar a revenda, com frequência, até que a decisão do associado na AGE do dia 07 de agosto de 2022 seja respeitado.
⚠️ CARTA DE DESPEDIDA DE LUKA DONCIC:
"Querida Dallas,
Há 7 anos, cheguei aqui como um adolescente para correr atrás do meu sonho de jogar basquete em alto nível.
Eu pensei que fosse passar toda a minha carreira aqui, e queria muito dar um título a vocês. O amor e apoio que recebi de vocês foi maior do que eu pude sonhar.
Uma criança da Eslovênia nos Estados Unidos pela 1ª vez. E vocês me fizeram sentir em casa. Nos bons e maus momentos, nas lesões e na ida às Finais da NBA, o apoio de vocês nunca mudou.
Obrigado por viver minha alegria nos bons momentos, e por me levantar quando eu mais precisava.
Para todas as instituições que ajudei em Dallas, obrigado por me deixar contribuir com seu trabalho importante e por dar visibilidade a quem mais precisa. Começa uma nova jornada pra mim no basquete, e deixo uma cidade que sempre será minha segunda casa.
Dallas é um lugar especial, e a torcida do Mavs é especial.
Obrigado, do fundo do meu coração."
🥹