Gente, não �� porque um ministro do STF e sua família usaram carro oficial de tribunal de justiça, pago por todos nós, para ir à praia, fazer compras e tudo mais…
Que uma fonte pode acionar um jornalista para denunciar a farra, ok?
Precisamos lembrar que vivemos sob a democracia de Alexandre de Moraes.
Na qual a liberdade de imprensa não tem tanto valor.
O maior perigo para o Brasil, de longe, continua sendo Alexandre de Moraes. Não há direito constitucional ou princípio de justiça que ele não ataque e viole. A mídia o construiu e, agora, ele ataca o direito mais importante para o jornalismo.
A história dos Batista não é uma história de “volta por cima”. É uma história de impunidade sistêmica.
A imprensa brasileira e internacional devem tomar muito cuidado com a normalização da corrupção e da impunidade.
President Trump and FIFA President Gianni Infantino present the FIFA World Cup trophy to Spain after its 1-0 extra-time victory over Argentina in the 2026 World Cup final.
Ferran Torres scored the decisive goal in extra time as Spain captured its second men's FIFA World Cup title before the trophy presentation at New York New Jersey Stadium in East Rutherford, New Jersey.
Digital Trade: Brazilian courts have issued secret orders directing U.S. technology companies, including X, Meta, and Google, to remove certain political content, suspend accounts belonging to U.S. residents, and prohibit the platforms from disclosing these orders to profile owners.
To enforce compliance, Brazilian courts have also subjected U.S. technology companies to daily non-compliance fines or required them to cease operations in Brazil.
"Hoje, o presidente Trump determinou que o @USTR imponha uma tarifa de 25% sobre a maior parte das importações brasileiras. Não deve haver qualquer dúvida quanto ao motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé.
Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. Ao longo do último ano, Lula colocou seu próprio ego à frente de alcançar um acordo em benefício do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço dessa escolha".
Este discurso de soberania do STF beira o autoritarismo legalista que levou o chavismo de regime iliberal a uma das maiores ditaduras já vistas na América, onde em 2017 teve seu ápice com o fechamento do Parlamento pelo Tribunal Supremo de Justiça.
Esta patética nota, jamais servirá para reverter o total descrédito da corte perante a opinião pública, agora internacional, diga-se de passagem. Alguma explicação sobre os promíscuos conflitos de interesses de alguns ministros? 129 milhões de notas e nenhuma explicação crível?
Mais uma vez, em nota à imprensa, o Supremo Tribunal Federal reafirma uma inabalável ânsia de defender a legalidade das suas decisões arbitrárias e a sua auto-preservação hegemônica que fere de morte a independência judicial: que eles insistem dizer que ainda existe.
Também entrevistei Lula quando ele estava preso — depois que o STF autorizou isso em nome da liberdade de expressão e de imprensa — e também estou tentando entender por que isso pôde acontecer, mas Bolsonaro não pode ver o filho porque uma nota foi publicada?
Crystal clear! The rule of law is definitely not a close friend of Justice Alexandre de Moraes, or even of the Brazilian Attorney General’s Office. Brazil needs a lesson about due process.
The Government of Brazil (AGU) cannot have it both ways when trying to defend Alexandre de Moraes.
When addressing the U.S. Department of Justice, the Government of Brazil said its court orders “operate strictly within” Brazil, have no extraterritorial effect, and must be served through the MLAT or Hague Convention.
But in U.S. court, Brazil now asks for dismissal of the case against Moraes on the theory that a Brazilian judge’s orders emailed into Florida, demanding censorship of U.S. platforms and users, are Brazilian sovereign acts that cannot be reviewed by U.S. courts.
This is not about whether Moraes may apply Brazilian law in Brazil. This is about whether a foreign judge can bypass reach into the United States by email and impose censorship, data, and payment restrictions on U.S. companies on U.S. law.
The answer is no. Respect for sovereignty cuts both ways. Brazil’s sovereignty does not include authority to enforce judicial orders on American soil to censor speech by American citizens without consent or knowledge of U.S. authorities.