@caboverd3@Lsixx0@statsglobe Não, o significado de mestiço em português não é o mesmo que mestizo em espanhol. São identidades distintas. No census brasileiro, não existe a opção de se autodeclarar mestiço, você tem apenas a opção "pardo".
@vctsvr__@janchobrasil@statsglobe Errado, porque o próprio IBGE distingue "preto" e "pardo" por reconhecer diferenças de ancestralidade, fenótipo e autoidentificação. Agrupar ambos como "negros" em ações afirmativas é uma estratégia poloítico-afirmativa, não uma verdade genética nem uma lógica racial absoluta.
@vctsvr__@janchobrasil@statsglobe Eu não tenho ancestralidade predominantemente africana e também não me identifico como negro. Qual a sua dificuldade em entender que, portanto, eu não sou negro, mas sim pardo? Que esforço pra não entender as coisas!
@vctsvr__@janchobrasil@statsglobe Não, ser negro é muito mais que apenas ter ancestrais africanos. Tem a ver com identidade, cultura e experiência. É algo subjetivo. Sim, tenho ancestralidade africana, mas não posso me considerar negro, porque não sou reconhecido como tal. Sou pardo; sou trirracial.
@vctsvr__@janchobrasil@statsglobe Identidade racial no Brasil baseia-se em fenótipo, autoidentificação e contexto social, não em inclusão geométrica rígida em diagramas. Você tem dificuldade em conceber nuance? Existe meio-termo, existe espectro.
@Getuliomacaco07@janchobrasil@statsglobe Como eu disse, meu DNA é 16% africano, 17% indígena, 67% europeu. Fui registrado como pardo e me identifico como tal. Basta olhar a minha foto para perceber que sou mestiço. Vocês têm dificuldade em conceber que nem tudo é preto ou branco, existe meio termo. Existe nuance.
@vctsvr__@janchobrasil@statsglobe No trecho que você selecionou, eu estava falando sobre o termo lightskin nos EUA, não sobre o termo pardo no Brasil. São termos distintas e identidades raciais distintas. Primeiro, você precisa superar a sua dificuldade em distingui-las para depois ter essa discussão, amigo.
@Getuliomacaco07@janchobrasil@statsglobe Não, pra ser branco, você precisa ter o fenótipo de um nativo da Europa. Não é o caso do Drake. O Drake é inegavelmente NEGRO.
@vctsvr__@janchobrasil@statsglobe Você está fazendo ginástica mental para tentar explicar algo que é bem mais simples que isso. Meu DNA é 16% africano, 17% indígena e 67% europeu. Eu fui registrado como pardo. Mas basta olhar para a minha foto para constatar que obviamente eu não sou negro. Qual a dificuldade?
@vctsvr__@janchobrasil@statsglobe Negativo. Pardo não é simplesmente a tradução para o português do termo lightskin. A identidade parda se formou de maneira independente no Brasil. Muitos pardos não têm ascendência africana expressiva e se identificam com a ancestralidade indígena. Portanto, não são negros.
@vctsvr__@janchobrasil@statsglobe Não, você está errado. O termo lightskin não se refere a uma identidade racial por si só, mas sim a um subcategoria dentro da identidade racial negra. Na prática, todo mundo que é lightskin é negro, mas nem todo mundo que é negro é lightskin. O Drake é sem sombra de dúvida NEGRO.
@vavakuma@janchobrasil@statsglobe Você só pode ser burro pra estar me respondendo isso quando sou literalmente eu que estou argumentando que ele é negro, e não o contrário
Imagine o nível de dissonância cognitiva da pessoa que não consegue acompanhar o desenvolvimento de um raciocínio simples
@rvrccrvg@janchobrasil@statsglobe Realidade: a identidade mestiça existe HÁ SÉCULOS no Brasil. Nomenclaturas como pardo, caboclo, cafuzo, mulato—dentre várias outras que denotam indivíduos de ancestralidade mista—SEMPRE existiram no país desde o Brasil Colonial. Vá estudar a história do Brasil, seu asno.
❁ Uma mãe Selk'nam com seu filho na Ilha Grande da Terra do Fogo, Patagônia, por volta de 1923.
A fotografia aparece no livro “Die Feuerland Indianer” (em português: Os Indígenas da Terra do Fogo), publicado originalmente a partir de 1931 pelo etnólogo austríaco Martín Gusinde.