@izzynobre Eu não pago mais 100 em um jogo. Tenho condições e poderia comprar d boa, mas me nego a ser explorado (pelo menos nisso). Peguei o Village recentemente por 60 reais (antes de entrar na plus), não vi quase nada e vou jogar de boa. Requiem, quando chegar aos 100 ou menos, pego.
Por favor, voltem a ler. Voltem. Se um livro for difícil, comprem gibis. Mas voltem a ler e exercitem o pensamento crítico, a ponderação, a interpretação. Tá todo mundo emburrecendo coletivamente.♟️
@Pr_AlexandreGon Gente é sério, nosso país está profundamnte adoecido. Bets, bolsonarismo e igrejas influenciando em prol do bolsonarismo sob a alegação de defesa da família e costumes... será que ainda tem jeito?
@canalbitsman Eu já vou comprar um leitor de disco pro meu ps5 e comprar tudo físico a partir de agora. Também vou pegar um Nintendo Switch, qualquer coisa vou abandonar a Sony, não tá dando pra acompanhar.
Sem ITA, não tem engenheiro de avião.
Sem Fiocruz, não tem vacina nacional.
Sem CSN, não tem aço barato.
Sem Embrapa, não tem cerrado fértil.
O privado brasileiro colhe o que o Estado plantou.
🚨 ATENÇÃO: Alcolumbre trava o fim da escala 6x1 no senado, ignora PEC há mais de 1 mês e só pretende votar após as eleições!
Se não for pela pressão popular, ele não irá ceder!
É preciso ficar claro pra todos: se não LOTARMOS as ruas dia 30, a escala 6x1 não acabará esse ano!
Enquanto a família briga, vamos falar do que importa. UM homem está impedindo a melhora de vida de quase 40 MILHÕES de brasileiros. Seu nome é Davi Alcolumbre e ele está há um mês sentado em cima da PEC do fim da escala 6x1. E vai sentir nossa pressão nas ruas no dia 30.
@kxtuitta Sim mas com uma bucha específica pra isso por favor. Eu sempre passo a bucha (separada pra isso) com veja depois que termino. Pra mim só depois que posso dizer que terminei.
Que fique muito claro: o fim da escala 6x1 não avançou porque Davi Alcolumbre sentou em cima da pauta e impediu que ela seguisse no Senado.
Não foi uma questão técnica. Foi uma decisão política, atravessada pela sua briga com o presidente Lula e pelo atendimento aos pedidos dos grandes empresários, que não querem abrir mão de um modelo que explora até o limite a classe trabalhadora.
E nós também nos dispersamos. Ficamos perdidos entre mil assuntos enquanto uma das pautas mais importantes para quem trabalha era enterrada diante dos nossos olhos. Uma pauta que significa mais tempo com os filhos, mais descanso, mais saúde e mais dignidade não pode ser tratada assim.
Agora o Congresso entra em um “recesso informal” por causa das festas de São João. Depois vem o recesso parlamentar e, na sequência, o período eleitoral. Enquanto Alcolumbre e boa parte do Centrão passam dias longe das votações, o trabalhador continua preso a uma escala que lhe rouba a vida.
Alcolumbre impediu milhões de brasileiros de terem a possibilidade de conquistar um dia a mais de descanso. Fez isso em pleno ano eleitoral, para atender quem tem dinheiro e poder.
Falta indignação. Essa gente se comporta como uma casta, cercada de privilégios, viagens e conforto, enquanto trata o povo como se não tivesse direito nem ao próprio tempo.
O trabalhador brasileiro não merece uma escala tão desumana. E também não merece um Congresso tão distante, tão insensível e tão comprometido com os interesses dos grandes empresários.