@volktheking@nuncafoisorte_@profdiego11 Impossível ser votado ate dia 5/6 se for ate essa data vai ser por meios jurídicos por conta da assinatura do contrato vigente
🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo:
"O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal.
Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para
38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu."
🗞️ @simpraisa
E OS CACETINHOS VIERAM! 😹😹😹
Não prometemos que seria fácil.
Não prometemos resultados garantidos.
Mas prometemos fazer a nossa parte. E estamos fazendo.
3%, 4% 1.75% 1.5% Tudo sem limite.
✅✅✅✅
O Tottenham avisou a Richarlison que não poderá emprestá-lo ao Vasco.
O jogador já havia aceitado a proposta vascaína e estava animado com a possibilidade de jogar no Cruzmaltino.
A negativa dos ingleses se dá devido às regras impostas pela Fifa. A entidade impede que um time tenha mais de seis jogadores sob contrato de empréstimo com clubes de outras federações.
Os ingleses contam com sete jogadores emprestados, sendo seis para clubes de fora da Inglaterra. São eles: Pape Matar Sarr (Juventus), Vicario (Juventus), Kevin Danso (Sunderland), Dragusin (Fiorentina), Souza (Porto), Takai (Saint Truiden) e Min-hyeok Yang (KVC Westerlo).
Da lista, apenas o caso do zagueiro Danso não é contabilizado para as regras da Fifa, uma vez que se trata de empréstimo para um time da federação inglesa, da qual o Tottenham, clube detentor dos direitos federativos do atleta, também faz parte.
📰 @brunomurito | @soyyleticia
Primeira semana de agosto fechada! 📈🐸
Destaque para o dia 06/08: +33,95 unidades / R$ 3.395,62 de lucro em um único dia. 🔥
Seguimos no longo prazo. 💚
🔞 Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência.