👤: Você é fluente em Tailandês, Coreano e Inglês, você acha que quem não procura aprender mais de uma língua é preguiçoso?
#LISA: Não, eles não são.
👤: Mentira. 😭😭
@wearelloud
👤: Você ja partiu muitos corações?
#LISA: Não, na verdade é ao contrário, eu que tive o coração partido muitas vezes…
👤: Ela está sendo sincera. 🥺🥺
@wearelloud
Entre os 13 e 14 anos, Manobal mudou legalmente seu primeiro nome para Lalisa, que se traduz do tailandês como “aquela que é louvada”, e que ela encurtou para o nome artístico, Lisa.
Quando peço para ela me contar a história de seu nome, ela hesita por um momento.
“A história da vidente, você diz?”
Sim.
“Quero dizer, não conheço muito a cultura daqui, mas na Tailândia é divertido ir a uma vidente.”
Manobal e sua mãe foram ver uma vidente após a audição que ela fez para entrar na YG Entertainment, a famosa empresa sul-coreana que funciona tanto como agência de talentos quanto como gravadora. Ela ainda não tinha recebido um retorno e perguntou à mulher sobre seu futuro. A vidente sugeriu que Manobal mudasse seu nome para algo mais auspicioso, que trouxesse mais sorte. “Eu pensei: ‘Quer saber? Eu topo qualquer coisa’.”
Pouco tempo depois, ela recebeu o chamado de volta da YG.
— #LISA para Vanity Fair.
@wearelloud
“Tudo é arte. Acho que todos realmente respeitam e apreciam tudo. Sinto que meus fãs reagem tipo: 'Vai lá, garota, mexe essa bunda. Mexe mais um pouco!'. Eu amo isso. Tenho muita sorte.”
Com vários projetos em andamento, Lisa está prestes a alcançar o estrelato nos Estados Unidos. Será que tudo isso faz parte de um plano maior?
“Se você está perguntando se decidimos focar especificamente nesse mercado, de jeito nenhum”, diz Manobal sobre suas ambições nos EUA. Ela conta que tudo aconteceu naturalmente, em parte graças à parceria da Lloud com a RCA. “Eu continuo trabalhando na Ásia”, ela me lembra.
E, no entanto, à medida que Manobal amadureceu, sua relação com o trabalho mudou.
“No K-pop, somos muito focados apenas no trabalho”, diz Manobal. “Aqui [nos EUA] é mais tranquilo. É diferente. Eu só queria explorar mais a minha música e o meu estilo, e queria pessoas [se referindo a LLOUD] que estivessem focadas exclusivamente nos meus projetos”, explica Manobal. Com a Lloud, Manobal está totalmente livre para trabalhar com quem bem entender.
— #LISA para Vanity Fair.
@wearelloud
Presenting our Summer Issue cover star, Lisa.
As one fourth of Blackpink, Lisa became one of the most famous pop stars on planet earth. Now, after a role on ‘The White Lotus’ and with a sold-out Vegas residency on the horizon, she is aiming to become K-Pop's first true crossover success.
Can "the Princess Diana of Thailand" make it in America? https://t.co/253nRs2gFu
NOSSA FAMÍLIA! 😭
Manobal começou seu treinamento naquele mesmo ano [2011] e foi apresentada às suas futuras colegas de grupo.
Ela conheceu Jennie, que havia chegado primeiro e era fluente em inglês, atuando como uma espécie de guia para ela.
Depois veio Jisoo. "Saímos juntas, mesmo eu mal conseguindo falar coreano e ela mal conseguindo falar inglês", diz Manobal, "mas descobrimos como conversar, uma ótima conversa."
Finalmente, cerca de um ano depois, chegou Rosé. Elas eram as únicas duas cujas famílias moravam no exterior, o que as aproximou ainda mais. "Nos tornamos como irmãs gêmeas", diz Manobal.
#LISA #BLACKPINK
Entrevista com a preparadora de elenco de Lisa em “Kru Ngor”:
Perguntei à Lisa: “Por que você escolheu esse papel? Pode não ser nada de extraordinário, nem nada do tipo.”
Lisa disse que era seu primeiro trabalho como atriz. Ela queria começar com algo simples, para testar a área, sabe?
Eu pensei: “Que ótimo!”
IW: Quer dizer, ela é uma artista de nível internacional, né? Mas escolheu um papel que nem é o principal.
Sim, porque ela queria... queria aprimorar sua técnica. Queria se aperfeiçoar. Então, quando tentou, começou com um papel mais fácil para entender como funcionava, sabe?
E depois que ela estudou conosco e foi para as filmagens, o diretor a elogiou muito. Ele disse: “Nossa, quando ela voltou, parecia outra pessoa.”
Minha agente me contou que o diretor disse: "Nossa, você é tão charmosa quando atua." Ele entendeu agora, porque às vezes o diretor pode pensar, ou talvez tenha pensado antes, "Ei, como artista, será que ela vai ter carisma ou presença?"
A diretora de elenco gosta muito dela porque ela consegue atuar com uma essência única. É uma essência tão boa que mantém o ator fresco, autêntico e presente com a pessoa à sua frente. Ela capta isso rapidamente e aplica.
E quando o diretor a elogiou, sabe o que aconteceu? A agente dela disse que queria vir me ver e trazer uma guirlanda em sinal de respeito. Ela disse que queria trazer uma guirlanda para me agradecer por fazê-la se sentir tão à vontade no set.
Então, não me surpreende nem um pouco que ela seja de nível internacional.
Então, essa é a mentalidade dela.
cr. lalisamgger
#LISA #BLACKPINK
“‘She make millions’… fxck your opinions. I did it on my own!”
Artigo da Tatler: A INTEGRANTE MAIS RICA DO BLACKPINK? COMO #LISA ESTRUTURA SUA CARTEIRA DE INVESTIMENTOS
[…] Em vez de depender de uma única fonte de renda, Lisa parece operar dentro de um modelo diversificado onde propriedades, valor de marca (brand equity) e visibilidade de mercado se reforçam mutuamente. […]
Ela estabeleceu a LLOUD, uma empresa de gerenciamento de artistas projetada para supervisionar suas atividades solo. Essa mudança coloca o controle operacional mais próximo da artista, permitindo a gestão direta de contratos, agendas e produção criativa. Ela também tomou medidas para garantir o controle sobre sua identidade profissional. Por meio de sua empresa LLOUD, ela entrou com pedidos de registro de marca para seu nome de batismo, Lalisa Manobal, e para seu nome artístico, Lisa, em mercados internacionais importantes, incluindo os Estados Unidos. A medida concede-lhe direitos comerciais exclusivos para usar esses nomes na música, entretenimento, merchandising e branding, reforçando tanto a sua autonomia como o valor a longo prazo da sua marca pessoal.
Paralelamente, relatórios indicam que ela se expandiu para os mercados de ações internacionais.
[…] Ela atua como embaixadora global da Bulgari e da Louis Vuitton, ambas operando no segmento mais alto do mercado de luxo. Estimativas do setor posicionam seus cachês de endosso em mais de US$ 600.000 por campanha, colocando-a entre as figuras de maior faturamento no K-pop por trabalhos de marca.
[…] Em todas as propriedades, propriedades de empresas e parcerias comerciais, a estrutura financeira de Lisa reflete uma abordagem em camadas. O setor imobiliário proporciona estabilidade a longo prazo, a propriedade corporativa oferece controle e escalabilidade, e os endossos proporcionam receitas consistentes de alto valor. A adição da exposição a ações introduz uma maior diversificação. O resultado é um portfólio moldado tanto pelo posicionamento de mercado quanto pela lógica tradicional de investimento, com a visibilidade operando como um motor e como uma classe de ativos por direito próprio.
@wearelloud
“Quem fala em nome de Deus, da pátria e da família, hoje fala pelo deus do dinheiro ou do poder deles. A pátria não é a nossa, e a família é a própria, nunca a família brasileira.” - simplesmente Simone Tebet macetando o Flávio Bolsonaro e o bolsonarismo.
lisa tá construindo o próprio caminho e não seguindo a estrada dos outros, com sinalizações já prontas. se você não sabe apreciar isso, é melhor buscar outras coisinhas mesmo