🔥 O ANO COMEÇA PEGANDO FOGO!
Primeiro torneio offline no ano
🏆Premiação: viagem paga + R$ 1.000 p/ Top 8!
📅 18/01 as 14h00.
📍 @loginhouseexp
🎥 Canais @WarnerPlayBR + @speedoalan
✨ Inscrição GRATUITA!
Quem é o próximo??
#ProKompetition#MK1
New Fortnite Arcane Update Details 👀
- Riot Co-Founder acknowledges that a lot of people want the skins back "which is cool"
- No updates on this so far due to Holidays
- Says topics including Fortnite skins should be "acknowledged at a broader scale"
(Noticed by @Bamplbee2)
NEW HOPE FOR ARCANE IN FORTNITE 🔥
After my tweet went somewhat viral, the Riot Games Co-Founder has commented on the situation once again:
"I will talk to the team about Arcane skins in Fortnite, not sure what we can do if anything, but I will look into it."
(via @Bamplbee2)
please @FortniteGame and @riotgames#BringBackArcaneToTheitemShop . We don't want them because they are rare but because we love them and want to have them in our locker we don't care if they are we want them . We are counting on you🫡🙂😉
Minha jornada com Mortal Kombat começou aos 6 anos, na casa do meu primo, com MK9. Foi amor à primeira vista. Como eu não tinha um PS3, minha mãe me comprou Mortal Kombat Armageddon, e eu joguei incessantemente até ganhar um PS3 de Natal, quando finalmente pude reviver a emoção de jogar MK9.
Em 2018, consegui um PS4 e comprei MKX, onde comecei a treinar combos, mas ainda sem muita noção do cenário competitivo. Com o lançamento de MK11, fiquei empolgado, mas não tinha condições de comprar o jogo.
Seis meses depois, meu irmão me surpreendeu com o presente, e eu finalmente comecei a aprender, mesmo que de forma lenta e solitária. Em 2020, ganhei coragem para jogar partidas online e consegui minha primeira vitória, o que me incentivou a continuar melhorando.
Em 2021, fiz um amigo com quem jogava diariamente, o que acelerou minha evolução. Esse amigo me apresentou ao líder de um time recém-formado, que me convidou para entrar na Phantom Team. No início, fiquei receoso, mas aceitei. Porém, depois de um tempo, me senti estagnado e considerei desistir. Com o apoio dos meus companheiros de time, continuei, e aos poucos comecei a ganhar visibilidade em campeonatos.
Um dia, GuiExceptional me convidou para uma FT10 no canal dele. Tremendo de nervosismo, consegui vencer com um comeback, e aquilo foi uma vitória pessoal enorme. Em 2023, anunciaram MK1, mas eu não tinha um console da nova geração. Alguns amigos me ajudaram a jogar via Share Play, apesar do delay. Eventualmente, o CEO da Phantom, Cyberkalango, completou o valor que eu precisava para comprar um PS5.
Com o PS5 em mãos, comecei a treinar seriamente para o Comitê Arena 2024, meu primeiro campeonato offline desde que consegui o novo console. Apesar das dificuldades financeiras, o Kalango e o líder da Phantom o Tio Shin, fizeram de tudo para eu estar lá.
Richard "Lavender" Bittner Junior.
Difícil falar sobre minha trajetória em Street Fighter sem falar da minha trajetória de vida, pois elas sempre estiveram juntas. Essa paixão veio de berço, do meu pai e do meu tio por parte de mãe, e mesmo eu não estando mais com eles, por causa de evasão e por conta da diabetes, respectivamente, essa paixão nunca esfriou.
Tenho 3 primeiras lembranças da minha vida inteira, todas elas de 3 para 4 anos de idade: primeira vez que fui à praia; primeira vez que andei de moto (nem sei se pega bem pro meu outro tio essa, akakak, mas foi poucos metros e era uma Biz, então foi tranquilo); e a primeira vez que joguei Super Street Fighter 2 The New Challengers no Mega Drive do meu pai, eu de Dee Jay e ele de Bison. Mal sabia eu que quase duas décadas depois esses seriam os personagens que estariam na tela da luta que me levariam aos meus primeiros campeonatos internacionais, eu de Dee Jay e meu adversário de Bison.
Cresci em um dos bairros mais pobres de Alvorada, Rio Grande do Sul, porém meus pais conseguiram passar por diversas barreiras na vida, a ponto que a partir dos meus 6 anos, sempre tive a melhor educação e estrutura que eles pudessem me proporcionar, e de quebra um Playstation 2 de aniversário, akak, mas mesmo crescendo em meio ao nascimento épico de diversas franquias de jogos de aventura 3D, ainda aqueles personagens em sprite em uma tela 2D em jogos retro, remasterizados e em emuladores de Super Nintendo no PS2, sempre me pareceram mais atrativos.
Eu via o Street Fighter 4 nas últimas Lan Houses e locadoras que existiram, e ficava fascinado, mas minha família nunca teve muitas condições de adquirir um console de sétima geração, até que meu pai foi embora. Mas antes disso, ele fez de tudo para conseguir um Xbox 360 usado para mim, e consequentemente o Ultra Street Fighter 4, que estava no fim da sua vida útil.
Em paralelo a isso, os primeiros competidores da cena BR começaram a fazer feitos que estourassem a bolha da FGC. Lembro de pequeno assistir o percurso do Keoma na Capcom Cup 2015 e ter visto o Chuchu no programa Zero1 com o Tiago Leifert, e sabia que de alguma forma queria estar no lugar deles.
Acompanhei cada conteúdo que saía sobre Street Fighter 5, e nisso descobri que meu professor de história e geografia, Rafael, também amava a franquia. Quando o jogo lançou, ele adquiriu, e eu implorava para ele deixar eu jogar, mas a vida adulta e as responsabilidades tornavam difícil ele dar essa atenção que eu queria. Acompanhei todo o primeiro ano do jogo de longe, vendo cada vídeo, cada combo, cada feito do Brolynho, que foi outro que estourou a bolha na sua época. Minha mãe sempre olhava com pesar de não poder me dar um PS4, até que o sobrinho desse professor, Érico, se interessou também pelo jogo e tinha um. Meu professor falava: "Por que não vai na casa dele jogar? Vocês têm uma idade parecida, gostam do mesmo jogo, ele tem o console." Aí eu fui, e dali surgiram boas amizades e jogatinas com muito churrasco e risadas envolvidas. Mas para minha mãe, o estrago já estava feito; já tinha experimentado o jogo, e se antes já não conseguia pensar em outra coisa, depois foi pior, akakak.
Minha mãe fez de tudo para me dar um PS4 como presente de 15 anos, e meus amigos me mostraram que a comunidade não era só os poucos que tinham estourado a bolha. Foi assim que comecei a me empenhar para entender melhor o jogo. Ganhei espaço nas rankeadas, em vídeos e lives de disputas pela comunidade, mas sem saber qual era meu próximo passo, pois a essa altura eu já vivia em um estado onde a cena competitiva presencial basicamente não existia. Mesmo pelos motivos tristes por trás, a pandemia trouxe à tona a possibilidade das competições online se consagrarem, e aí comecei a competir de fato.
Eu estava me formando no colégio, e no fim daquele fatídico ano, já estava pegando top 8 em campeonatos com consistência. Mas a pandemia não iria impedir a vida adulta de bater à porta. Estudando à noite e trabalhando ou estagiando, não pude competir muito em 2021 e 2022, mas nunca deixei de praticar. No tempo que eu nem tinha, abria até mão de sono por isso, porque não queria ser passado para trás. Até que, em abril de 2023, no final do meu curso técnico, peguei a graninha que tinha juntado do meu estágio e troquei meu PS4 por um Xbox Series S para poder jogar o jogo novo da franquia. Trabalhando de balconista e guardando uma grana para a faculdade, voltei com tudo para os treinos, e essa crescente desde então me levou para o meu sonho.
Sempre fui um daqueles jogadores mais estudiosos, que queria não só saber o que fazer na partida, mas como e por quê. Sempre joguei em uma situação de desvantagem online, quando se referia à qualidade dos setups e equipamentos, e cresci em uma cena presencial quase morta, mas tudo isso surtiu o efeito oposto, e eu não poderia me sentir mais solto naquele campeonato.
Eu me sentia pronto para cada diferença entre jogar ali e jogar em casa, principalmente se referindo à latência do PC, que é bem superior ao Xbox Series S. O nervosismo não me abalou porque eu não poderia estar mais feliz, finalmente em um campeonato grande e presencial de SF6, com todos aqueles que eu só tinha visto nas lives e nas redes sociais. Tinha sido tão difícil chegar lá que eu iria curtir cada segundo. Quase todo o campeonato eu estava dançando ou com um sorriso no rosto, e confesso que foi satisfatório ver que quanto mais leve e extrovertido eu parecia em uma situação de pressão, mais meus oponentes ficavam com medo, akakak.
Mas nada fez valer mais a pena que ser recebido no aeroporto pela família com flores e um cartaz da minha mãe dizendo "parabéns, meu campeão". Foi o primeiro campeonato meu que ela viu. Em todo esse tempo, ela, com todos os receios de ver um filho se dedicando tanto a jogos eletrônicos, ainda me apoiava, mas de longe, e finalmente ela estava ali do meu lado, mesmo quando não estava.
Eu disse no início que meu tio também amava esse jogo, mas eu não sabia na época. Minha mãe fala hoje o quanto nós dois tínhamos em comum e como ele vive em mim de alguma forma. Eu devia ter imaginado que ele curtia tanto o jogo, porque mesmo cego ele acabava com todo mundo que a gente conhecia, skskks, e esse final de semana, tenho certeza que eu dei orgulho para ele.
"Brayan Job" da Silva Ferreira
Também pelo quinto lugar temos o nosso ceifador @PireteTN_MF levou no torneio The Legends #16 do canal @DantePlayy voando para vitória, honrando o nome do time. #gophantom#omniman#mk1
~VAGAS ABERTAS MK1
É chegada a hora, seria você digno de se juntar aos ceifadores?
Estão abertas novas vagas para compor nossa line competitiva de Mortal Kombat 1.
Preencha o formulário ABAIXO e aguarde nosso contato!
https://t.co/upK1q67dfq
#GOPHANTOM
(THREAD)
Atenção, pessoal! Preparem-se para uma experiência inesquecível!
Pequeno spoiler de amanhã "a nova data para o nosso evento interno Ex!" mas isso é apenas o começo
Uma enxurrada de emoções vem aí. Segue o fio
dos nossos próximos eventos planejados para 2024 (MK1):