O cara era enganado pela religião, tornou-se cético.
O cara era enganado pelas pessoas, tornou-se sem coração.
O cara era enganado por ele mesmo, viu que era patético.
Que tava nele, e não nos outros, a tal da enganação.
[...] imperfeito é tudo e não há sol tão bonito que não poderia ser um pouco mais, nem suave brisa adormecedora que não poderia causar-nos um sono ainda mais calmo. (Desassossego, Pessoa)