A posição moral diante do crime não admite "mas".
"Sou a favor de combater o crime, mas..."
"Sou contra o tráfico, mas..."
É por causa desse "mas" que, só entre 2003 e 2018, nos primeiros 4 governos do PT, foram assassinados 875.000 brasileiros.
O "mas" é de massacre.
Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), liderados por Edgar Zanotto, desenvolveram o Biosilicato, um vidro bioativo que evita amputações e regenera ossos esmagados em tempo recorde. O material interage com fluidos corporais, sendo confundido com osso, o que faz as células consumirem o vidro e o transformarem em tecido ósseo natural.Principais destaques do Biosilicato:Ação “Hackeadora”: O corpo humano aceita o material e acelera a regeneração, substituindo o vidro por osso vivo.Aplicações: Pode evitar amputações em casos de membros com esmagamento severo ou fraturas complexas.Origem: Desenvolvido no Brasil, representa um avanço tecnológico na área de biomateriais.Essa tecnologia é considerada uma alternativa superior aos implantes metálicos tradicionais, que frequentemente enfrentam rejeição pelo organismo.
Os dois dias em que Lula, Janja e anedótica comitiva passaram pela Alemanha deixaram uma fatura milionária, empurrada para o pagador de impostos bancar, sem direito a reclamações. Para poucas horas em solo alemão, foram R$ 812.548,59 só para hospedar a trupe. Lula e Janja nunca deixam por menos: escolheram o exclusivíssimo Kastens Hotel Luisenhof, que se jacta no próprio site pelo “luxo sofisticado” e como “o único hotel cinco estrelas superior no coração de Hanover”.
Nossa conta
Além dos R$812,5 mil, o petista ainda alugou uma sala de “apoio” no hotel. Mesmo sem serventia, custou R$17,2 mil para quem paga a conta.
Só realeza
O hotel ainda oferece serviços de luxo, como “Fim de Semana Real”, com café da manhã e passeio pelos Jardins Reais de Herrenhausen.
Espaço de sobra
Para quem gosta de esbanjar, o hotel oferece a Suíte Leibniz, com closet, banheira, piso aquecido e vários mimos distribuídos por 100m².
Sem bico seco
No Leo’s Bar, a comitiva teve à disposição champagne Dom Perignon Vintage. Em conversão direta, custa R$1.700 por menos de um litro.
https://t.co/cdkIgkpgYZ
📍Nuremberga, Alemanha, 1945 a 1947
O psicólogo americano Gustave Gilbert administrou testes de QI aos réus nazis durante os Julgamentos de Nuremberg, e os resultados perturbaram todos os que os estudaram.
Hermann Göring marcou 138. Hjalmar Schacht marcou 143. Arthur Seyss-Inquart marcou 141. A pontuação média em todos os réus foi de 128 pts, bem acima da norma populacional.
Estes não foram os resultados de loucos ou monstros no sentido clínico. Eram as pontuações de homens altamente inteligentes, educados e capazes que tinham escolhido construir e operar um sistema de assassinato industrializado.
Os testes destruíram a teoria confortável de que o mal requer estupidez. Requer inteligência, ideologia e disposição para usar ambos sem consciência.
O Senado aprovou hoje a equiparação da misoginia ao crime de racismo. O projeto define misoginia como: “conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino”. Projeto de divisão e ódio entre homens e mulheres acelerado com sucesso. E a direita cai na armadilha da esquerda. Primeira pergunta a ser respondida pela esquerda: mas afinal, o que é uma mulher? Nem isso vocês sabem dizer. Na Câmara trabalharemos para derrotar esse projeto.
Quando se vê as bobagens e absurdos que se votam no parlamento, como esse ativismo barato aprovado no Senado ontem, é de pensar que talvez um recesso de 1 ou 2 anos com tudo suspenso fizesse bem ao país. Não sai nada que preste. Impressionante
Você está invertendo a ordem das coisas. Nunca, no Brasil, alguém deixou de chamar a Rogéria (nascido Astolfo) de Rogéria ou a Roberta Close (nascido Luiz Roberto) de Roberta Close. Era natural, e nenhuma delas nunca ameaçou ninguém ou quis mandar para a cadeia quem por ventura não o fizesse. É óbvio que, em relação ao deputado Erika Hilton, as pessoas estão se recusando a tratá-la como mulher justo porque estão sendo OBRIGADAS a fazê-lo. As pessoas não estão reagindo por ele ser trans, mas por ser autoritário, a um nível quase distópico. Uma jovem brasileira teve que se exilar na Europa por conta da perseguição movida por Erika Hilton. Erika Hilton e demais representantes radicais do transativismo são os que atacam. Eles não são as vítimas, mas o contrário. A reação das pessoas contra esse movimento perigoso e tirânico tem sido até branda.
Eu vou dizer uma coisa que ninguém nesse partido covarde tem coragem de dizer e que precisa ser dita agora, enquanto Bolsonaro está numa UTI respirando por aparelho dentro de uma prisão: a culpa do que está acontecendo com esse homem tem nome, tem cargo e tem endereço. O nome é Alexandre de Moraes. O cargo é ministro do STF. O endereço é a Praça dos Três Poderes. E o Partido Liberal, com 99 deputados federais, a maior bancada do Congresso Nacional, publicou uma nota de velório dizendo que "acompanha com atenção" e "segue em oração". Oração. Noventa e nove mandatos e a resposta é oração. Não nomearam Moraes. Não disseram que Bolsonaro é preso político. Não exigiram perícia médica independente. Não exigiram transferência imediata. Não disseram uma palavra sobre as condições que levaram um homem de 70 anos, com histórico de facada, múltiplas cirurgias abdominais, saúde comprometida há anos, a desenvolver broncopneumonia bacteriana bilateral dentro de uma cela. Não cobraram responsabilidade de ninguém. Emitiram uma nota que poderia ter sido escrita pelo departamento de recursos humanos de uma seguradora. "Nosso capitão está na UTI." Então tratem ele como capitão. Capitão se defende com trincheira e coragem, não com nota de condolência e emoji de mãos rezando. O mesmo Moraes que mantém Bolsonaro preso é o que trocava mensagem com Vorcaro no dia de operação policial, cuja esposa embolsa 129 milhões do Banco Master pra fazer um compliance tão eficiente que a operação da PF se chama "Compliance Zero", que é alvo de CPI com 35 assinaturas de 9 partidos, que mandou a PF na casa de jornalista por ter publicado reportagem sobre carro oficial de Flávio Dino, e que revogou a visita de um enviado de Trump ao preso que agora está na UTI. Esse é o homem responsável pela custódia de Bolsonaro. E o PL não consegue escrever o nome dele numa nota. Se o partido não tem espinha dorsal pra dizer em voz alta o que 60 milhões de brasileiros pensam, então devolvam os mandatos, devolvam os cargos, devolvam a sigla, e parem de fingir que representam alguém. Bolsonaro levou facada e não recuou. E o partido dele, na hora que ele mais precisa, na hora que ele está numa UTI dentro de uma prisão, responde com nota genérica sem nomear um único responsável. Isso não é prudência. Isso não é estratégia. Isso é a covardia institucionalizada de gente que quer o voto do povo sem pagar o preço que o líder deles paga todo dia dentro daquela cela.
Depois de 7 anos, a Globo e o Jornal Nacional parecem ter acordado 7 minutos e 36 segundos dedicados.
Foram necessários sete anos. Sete anos de silêncio confortável, de complacência seletiva e de indignação cuidadosamente filtrada. Agora, subitamente, a Globo e o Jornal Nacional parecem ter despertado de um sono profundo ao descobrir algo que muitos brasileiros denunciam desde o primeiro dia: quando o poder perde o freio, a liberdade vira alvo.
O episódio que provocou esse súbito despertar envolve o jornalista Luiz Pablo, no Maranhão. Seu “crime” foi publicar informações sobre um veículo oficial usado no estado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. Após a publicação, o ministro Alexandre de Moraes autorizou uma investigação sigilosa e determinou que a Polícia Federal cumprisse um mandado de busca e apreensão na casa do jornalista em São Luís. Celulares e computadores foram recolhidos.
A acusação formal? “Perseguição”.
A base da acusação? Reportagens.
Segundo a Polícia Federal, desde novembro o jornalista vinha publicando fotos e dados relacionados ao veículo funcional do ministro. O próprio jornalista também divulgou que o carro, oficialmente pertencente ao Tribunal de Justiça do Maranhão, estaria sendo utilizado por familiares de Dino.
No despacho que autorizou a operação, Moraes argumentou que o autor das publicações teria utilizado algum mecanismo estatal para identificar veículos oficiais, o que poderia expor informações relacionadas à segurança de autoridades.
O caso inicialmente havia sido sorteado para o ministro Cristiano Zanin. No entanto, acabou sendo transferido para Alexandre de Moraes sob o argumento de que haveria conexão com o inquérito das chamadas “fake news”, aberto há sete anos por iniciativa do então presidente do Supremo, Dias Toffoli. Um inquérito que até hoje não possui objeto claramente delimitado e tampouco prazo para terminar.
Desta vez, algo raro aconteceu. Associações de imprensa começaram a reagir.
Entidades como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, a Associação Nacional de Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais divulgaram notas classificando como preocupante a decisão que autorizou a busca e apreensão contra um jornalista.
O motivo é evidente. O mandado atingiu diretamente equipamentos utilizados na atividade jornalística e levanta um risco claro de violação do sigilo da fonte, um dos pilares constitucionais da liberdade de imprensa.
Juristas também passaram a questionar o precedente criado. Segundo especialistas, a Constituição prevê foro especial quando autoridades são acusadas de crimes, não quando alegam ser vítimas. Ainda assim, o próprio Supremo assumiu a investigação.
O jurista Gustavo Binenbojm alertou que o problema não é apenas o caso individual de um jornalista. O problema é o precedente institucional. Quando o Estado invade uma casa e apreende equipamentos de trabalho de um repórter para investigar reportagens, o risco não é apenas para um profissional. O risco é para toda a imprensa.
O sigilo da fonte existe para proteger a sociedade, não para proteger jornalistas. Sem ele, fontes desaparecem e investigações morrem antes de nascer.
E é aqui que a ironia se torna impossível de ignorar.
Durante sete anos, muitos dos que hoje demonstram preocupação trataram denúncias semelhantes como exagero ou teoria conspiratória. Quando os alertas vinham da direita, eram ridicularizados. Quando a exceção virava regra, chamavam de exagero retórico.
Agora, quando a engrenagem começa a tocar na própria imprensa, o espanto finalmente aparece.
O problema é que o despertar chegou tarde.
Porque a história sempre segue a mesma lógica simples: quando bateram na porta do primeiro, poucos se importaram. Quando bateram na porta do segundo, ainda havia quem aplaudisse. Quando finalmente começam a perceber o risco, já existe um mecanismo inteiro funcionando.
E mecanismos de poder raramente param sozinhos.