@jose_9maria So you went on strike because the current government wants to change things…. But you complain about a situation created by the previous governments… 2+2=5… makes sense
☢️ Reflexão da Cooperativa: vocês são todos umas p@tas.
Só para vos resumir a intervenção de Passos Coelho, ontem, a propósito dos políticos que governam a Europa.
Na realidade é uma categoria política super trendy. O governante que se vende ao aplauso fácil.
É o tipo que sabe que o país precisa de reformas, mas que mal vê um punhado de palermas nas ruas com cartazes enfia logo a coragem no bolso e pede desculpa por tudo, até por aquilo de que não é culpado. O que percebe que há serviços públicos capturados, rendas instaladas, vícios antigos, clientelas montadas, leis feitas para não mexer em nada, mas empurra com a barriga, adia, remenda, cria uma comissão, encomenda um estudo, anuncia uma estratégia nacional e deixa tudo rigorosamente na mesma. Não é falta de diagnóstico. É falta de 🍅🍅. É a política do não vamos beliscar ninguém, como se um país pudesse ser reformado com gelados na testa do povo.
E é aqui que entra o Milei como antítese absoluta desta fauna sem espinha. Pode-se gostar ou não gostar dele, pode-se achar demasiado bruto, ideológico, mas o homem fez uma coisa que a Europa política já quase considera obscena, disse ao povo que ia doer. Disse que havia m@rda acumulada. Disse que a festa tinha sido paga com cheques carecas. Disse que o Estado estava gordo, viciado, montado em clientelas, e que a anestesia ia acabar. Não apareceu a vender cenourinhas com cobertura de mel e chocolate. Apareceu com a motosserra na mão e disse, oh meus amigos, isto vai ser desagradável, mas continuar como estamos é morrer sentado no sofá a ver subsídios passar.
A diferença está aqui. O político sério trata o povo como adulto. Diz que isto é duro, custa, vai estilhaçar hábitos, provocar gritaria, vai deixar muitos aos saltos, mas é preciso. O político c@nas trata o povo como uma creche de imbecis e palermas com boletim de voto. Acha que o eleitor só escolhe se lhe acenarem com uma cenoura, um cheque, uma promessa e o clássico xuxa do ninguém fica para trás.
⚠️Como se o povo fosse incapaz de ouvir uma verdade difícil e decidir, conscientemente, que prefere a dor de uma cura à preguiça confortável da doença. Algum, sim, não todo.
É esta a grande podridão. Não é só mentirem. É mentirem com paternalismo. É olharem para milhões de pessoas como se fossem idiotas de orelhas longas e afiadas, sempre atrás da cenoura. Não lhes digam que isto vai custar. Não lhes expliquem que o modelo acabou. Não lhes mostrem a fatura.Dêem-lhes antes uma promessa redondinha, uma transição suave, uma reforma sem dor, uma austeridade sem austeridade, uma mudança sem mudança.
➡️➡️ Passos percebeu isso. O problema não é a moderação. A moderação, quando tem substância, é uma virtude. O problema é a moderação de plástico, aquela que não nasce de convicção nenhuma, mas de medo. Medo do eleitor e da imprensa, medo da rua, medo do Twitter, medo da palavra populismo, mas também medo de parecer duro, ou de parecer mole, medo de parecer uma m@rda qualquer. Gente que acaba por não ser coisa nenhuma.
Quem passa a vida a tratar o eleitor como burro não se espante quando o burro lhe der um coice. Tenho dito.⬅️⬅️
o dono da cooperativa
Fotografia: in Expresso, Tiago Miranda.
The CDC just admitted that the COVID shots they told all pregnant women to take increase their risk of a leading cause of maternal and fetal death by 24%.
No mainstream media outlets have said a word.....
☢️ Reflexão da Cooperativa: a tentativa de genocídio do povo português por negligência
Marta temido e Graça Freitas, dois rostos dos sacerdotes laicos da seringa, convictos, indignados, prontos a dividir o mundo entre os salvos e os hereges.
As vacinas COVID-19 foram-nos apresentadas com percentagens e tudo. Tinha eficácia, diziam. Tinha muita eficácia. O detalhe divertido desta m@rda era que nunca se percebia bem contra o quê, em concreto, com que duração, em que medida, e com que utilidade prática no mundo real que interessava às pessoas. Porque a certa altura percebemos todos o óbvio, não impedia realmente a infeção como a propaganda vaticinava inicialmente, não impedia o contágio e a grande epopeia sanitária foi sendo reduzida, à medida que a realidade nos batia à porta, a uma tese mais escorregadia, para não dizer, vá, nublosa. Talvez mitigasse sintomas. Talvez reduzisse gravidade. Talvez. Foi sempre um produto vendido em tom de certeza e consumido, afinal, no regime do talvez.
Mas a parte mais indecente desta história nem sequer está aí camaradas. Está nas crianças.
Porque sobre as crianças, verdade seja dita, sempre se soube o essencial. O vírus, na esmagadora maioria dos casos, passava por elas como cão por vinha vindimada. Uns sintomas ligeiros, uma febrezita, um mal estar, uma coisa frequentemente comparável a uma gripe ou até menos que isso. Não eram, por regra, o grande grupo de risco. Não eram a muralha final da civilização. Não eram o campo onde se travava a batalha decisiva pela sobrevivência.
➡️Eram crianças. E o bom senso, este velho provinciano mal visto pelos iluminados do costume, dizia uma coisa muito simples, se o risco para elas era reduzido, então a prudência mandava pensar duas vezes antes de lhes administrar nas veias, em massa, uma vacina nova, carregadinha de incerteza,
Mas o bom senso, naquela altura, era tratado como literatura clandestina.⬅️
O país preferiu entregar-se ao delírio burocrático da virtude obrigatória. A relação risco vs benefício, que devia ser a pergunta central, foi substituída por uma coreografia moral para gente fracota de espírito.
O importante deixou de ser proteger com critério, passou a ser obedecer com pose de Estado.
Relembro, nunca ninguém pediu ao cidadão comum que entendesse. Pediu-se que acatasse e pronto. Nunca se explicou com humildade o que se sabia e, sobretudo, o que não se sabia. Preferiu-se o tom autoritário de quem fala de cima de uma montanha moral, com aquele ar viscoso de superioridade de quem acredita que uma duvida alheia é um crime de opinião. O mais extraordinário é que esta gente continua a achar-se esclarecida. Não percebe que a marca do espírito esclarecido não é a ausência de duvida; é precisamente o respeito pela dúvida quando ela é mais do que legítima.
⚠️E no caso das crianças, a dúvida não era apenas legítima. Era obrigatória.
Porque não estamos a falar de um grupo em colapso clínico. Estamos a falar de menores que, em regra, lidavam com a doença de forma leve. Ora qualquer pessoa intelectualmente honesta devia ter travado aqui. Devia ter pesado. Devia ter recusado transformar a infância num laboratório experimental para adultos assustados e políticos obcecados. Mas não camaradas.
Foi uma época extraordinária de mediocridade vestida de autoridade.
Havia médicos transformados em comentadores da obediência, jornalistas convertidos em bedéis do pensamento único, governantes a vender prudência como fraqueza e uma imensa manada de virtuosos de sofá, sempre disponível para apontar o dedo a quem pedisse cautela.
E depois há quem se ofenda com palavras duras.
Pois ofenda-se c@aralho, metam a mão na consciência.
💡Porque, no meu entender, foi uma tentativa de genocídio do povo português por negligência. Sim, por negligência. Não estou a falar de câmaras de gás, obviamente. Estou a falar da forma como um aparelho inteiro, do político ao mediático, se dispôs a brincar com aquilo que tinha de ser intocável sem uma certeza robusta de beneficio. Estou a falar de um regime moral que tratou a prudência como um desvio e a hesitação como um pecado. Estou a falar de gente que, em nome do bem, se autorizou a mexer no que não devia mexer sem a segurança que devia ter.
E isso, moralmente, é gravíssimo.
Camaradas, um Estado decente não usa crianças saudáveis como matéria-prima de uma campanha montada sobre o medo, pressão social e convicções provisórias vendidas como eternas. A moral da história é muito simples, nem tudo o que vem embrulhado em ciência traz ciência lá dentro; às vezes traz apenas poder, vaidade e pânico com boa imprensa à mistura.
Quem participou nisto devia, no mínimo, bater com os costados nas barras do tribunal. Um país que aceita tudo em nome da emergência acabará sempre governado por gente que confunde autoridade com razão, e propaganda com verdade.
Aplicável também noutros contextos. Para vossa eventual reflexão.
o dono da cooperativa
Nota: não sou anti-vacinas de modo geral, de todo. mas fui e sou muito céptico em relação a tudo o que se passou durante a COVID-19
fotografia: Jornal de Negócios
Finland tracked every gender-referred adolescent in the country for up to 25 years.
Their psychiatric needs didn't improve after 'gender reassignment'. They surged.
A landmark peer-reviewed study just dropped. Here's what it found. 🧵
@donocooperativa Somebody should investigate properly why he went there. He is not that dumb. He knew it would be a disaster. He went anyway. Almost like he really had to.
Venezuela is one of the main sources of financing of most left wing south European parties. Just saying…
✯☭🚩Nenhuma das figuras abaixo se identifica como radical. Identificam-se todos como parte integrante de um dito universo "social-democrata". Eu vou-te provar que não. São radicais!
A extrema-esquerda aparece-nos sempre vestida de assistente social, com voz embargada, a falar de salários, casas e dignidade humana, como se viesse distribuir mantas aos sem-abrigo e copos de água fresca ao povo com sede; mas mal se olha com um bocadinho de atenção não encontras mantas nem copos, encontras picaretas para partir a lógica do mercado, desconfiança patológica da propriedade privada e a velha fantasia alucinada de que a economia funciona muito melhor quando é esmagada pela superioridade moral de quem nunca teve de fechar contas no fim do mês para pagar salários e fornecedores, além dos inevitáveis impostos, que entre outros, sustentam estes "sociais-democratas".
⚠️É um truque velho e gasto, consiste em embrulhar dinamite institucional em papel de prenda. Não é expropriação, é "direito à habitação". Não é compressão da liberdade contratual, é "defesa dos inquilinos". Não é hostilidade aos lucros, ao risco e à propriedade, é "humanismoredistributivo". E depois fazem aquele beicinho de ofendidos
Então agora querer salários dignos e casas para viver é radical?
Não, camaradas. Radical não é querer uma vida melhor. Radical é fingir que ela aparece por decreto, carimbado com generosidade no diário da República e espera que os apartamentos brotem da terra como ervas daninhas e os salários cresçam forte na primavera nos vasos da varanda.
O logro começa logo na encenação. Eles apresentam-se sempre como os únicos portadores do bem, já sabemos. Os que querem salários mais altos, direitos dos trabalhadores, rendas comportáveis, dignidade, humanidade e paz no mundo. Os outros, por contraste, ficam logo reduzidos a uma cambada de agiotas de cartola. Os outros somos nós, os radicais, camaradas, em teoria, de direita, na boca deles, fachos, não digo da pior espécie, porque para eles são todas piores, todas.
Adiante.
É uma ladainha eficaz, sobretudo junto de quem confunde a bondade da intenção com a sanidade do modelo. No palco corre tudo sempre lindamente, sobe-se o salário, baixa-se a renda, proíbe-se isto, limita-se aquilo, tributa-se o resto, e no fim, palminhas para esta gente, que adora ser adorado, a pretexto de uma boa punh@ta ao seu ego. O problema é que, fora do teatro, existe a economia real, ligada ao resto do mundo.
Portugal não é uma comuna afetiva administrada por assembleia de megafone na mão. A Constituição reconhece ao mesmo tempo direitos dos trabalhadores, sim, mas também a liberdade de iniciativa económica privada e o direito à propriedade privada. Os artigos 61.º e 62.º são claros nesse ponto, a iniciativa económica privada exerce-se livremente nos quadros da Constituição e da lei, e a propriedade privada é garantida, sendo a expropriação sujeita a lei e indemnização. Ou seja, o edifício constitucional português não assenta só na retórica social; assenta também na liberdade económica e na proteção da propriedade de cada um de nós. E isso, os radicais "social-democratas" esquecem-se, não raras vezes, quase sempre, aliás.
É aqui que a máscara lhes cai sem piedade. Quando partidos da esquerda radical se apresentam apenas como a ala sensível da política, omitindo sistematicamente o que defendem em matéria de controlo económico, estão a vender líquido de lavar a loiça em garrafinhas de leite. O Bloco de Esquerda propôs, por exemplo, tetos para baixar rendas, proibição da venda de casas a não residentes e limitação do desvio para alojamento turístico; o PCP tem defendido repetidamente a recuperação do controlo público de setores estratégicos e trata as nacionalizações como conquista e as privatizações como crime. Isto não é apenas querer direitos. É uma visão substantiva de compressão do mercado e de reforço do comando político sobre setores inteiros da economia. Pode ser defendida, claro. O que não pode é ser vendida como se fosse só um abraço aos pobres.
E convém dizer isto devagar, para ver se entra sem necessidade de legenda, os salários não são poemas. No mercado livre, que é o caso do nosso, relembrio outra vez para os esquecidos, o salário é pago por empresas, produtividade, margens, investimento e expectativa de retorno. Pode e deve haver proteção legal, negociação coletiva e correções públicas. O que não há é milagres. Quando a esquerda radical fala do mercado como se fosse apenas um cofre guardado por gente feia e má, está a esconder a parte chata da realidade, quem investe avalia risco; quem constrói avalia rentabilidade; quem contrata avalia custo; quem arrenda avalia retorno e segurança jurídica.
➡️É tudo um número de ilusionismo já muito gasto. Primeiro tratam o proprietário como um suspeito com escritura. Depois tratam o senhorio como um criminoso com IMI. Depois olham para o investidor como se fosse um pirata com NIF. Depois fazem cara de espanto quando faltam casas, capital, escala, concorrência e confiança. E então regressam ao púlpito para anunciar que a prova definitiva da falência do mercado é precisamente a ruína produzida pelas marteladas com que andaram a acertar-lhe na mona.⬅️
O mais cómico é depois a vitimização. Nunca são radicais. Nunca. São apenas almas grandes, de uma humanidade ímpar, que só querem "colocar a economia ao serviço das pessoas". Formulação muito bonita, aliás. Tão bonita que serve para quase tudo, incluindo pôr as pessoas ao serviço da economia comandada por quem acha que liberdade contratual é uma excentricidade liberal e propriedade privada uma tolerância provisória a caminho do nirvana, que é na cabeça desta gente, outra.
O radicalismo deles não está nas palavras doces; está no desprezo sistemático pelas mediações que tornam possível uma sociedade aberta: preço, contrato, risco, poupança, investimento, lucro, segurança jurídica. Tudo isso lhes parece sempre uma maçada técnica a interromper o desfile da virtude.
No fundo, a extrema-esquerda moderna descobriu o filão político do nosso tempo, parecer franciscana enquanto sonha como um cobrador do fraque. Não se apresenta de punho fechado e bandeira vermelha; apresenta-se ao coração dos incautos. Já não entra pela porta a dizer "vamos mandar nesta m@rda toda"; entra a dizer "só queremos que ninguém fique para trás". Pelo meio, vai metendo no bolso a chave da casa, a liberdade do contrato e o manual básico de funcionamento da economia de mercado.
Portanto não, a questão não é se é radical querer melhores salários, habitação ou dignidade. A questão é outra, e muito mais séria, usar causas justas como veículo publicitário para um programa que colide, repetida e conscientemente, com pilares constitucionais e económicos de uma sociedade livre. Isso sim é o truque. Isso sim é o logro.
🔔Por mais banho em naftalina que tomem, não conseguem esconder o vosso cheiro a bafio. Felizmente!
o dono da cooperativa
Nota: o texto é longo, eu sei, se chegaste até aqui depois de ler isto tudo, o meu muito obrigado.
Para quem pensa que o wokismo acabou: a ONU e @antonioguterres afirmaram que o Ocidente é rico devido à escravatura atlântica, "o maior crime contra a Humanidade".
Propaganda anti-ocidente.
Se acreditam, é pedir aos países onde governa a esquerda que conhecem a pagar: 🇬🇧, 🇪🇸...👇🏼
The UN General Assembly overwhelmingly backed a resolution declaring the transatlantic slave trade "the gravest crime against humanity".
This is nothing but anti-western political activism.
Shame on you, UN & @antonioguterres for not even getting the basic facts right.
🧵👇🏼
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☢️ Reflexão da Cooperativa: o dia em que distribuímos tudo, ficámos com nada.
Fortuna do Elon Musk
💰 Cerca de 770 a 790 mil milhões de €.
👉 Tudo liquidado e redistribuído pela população mundial, quase 100 € a cada 1. Feliz?🥸
A riqueza dos outros é sempre o depósito à ordem da nossa indignação. Escolhe-se um alvo, de preferência vistoso, olha, o Musk, por exemplo. Depois faz-se a conta, e dá-se o milagre aritmético que costuma estragar a festa, divide-se tudo por todos, e o resultado não é a redenção, são trocos. 100 paus por cabeça. Um jantar, vinho, talvez uma baba de camelo à sobremesa.
Uma rodada para todos e acabou. É isso que vale a fortuna do Musk, o gajo mais rico do mundo.
Mas pelo que ouço, a redistribuição é uma espécie de santo milagreiro.
Um erro. Não é um erro de cálculo; é um erro de natureza. Confunde-se riqueza com dinheiro parado, como se fosse uma pilha de notas à espera de redistribuição, quando na verdade é um processo, instável, imperfeito, às vezes obsceno, mas vivo e dinâmico. A riqueza não está sentada. Está a ser criada, destruída, reinvestida, multiplicada ou perdida em cada momento. Bem sei que em Portugal os investimentos são feitos sem risco, mas tal consitui uma realidade anómala própria de um país acéfalo.
Adiante.
É muito mais fácil imaginar que o mundo é um bolo fixo, já cozido, só que mal dividido. E que basta cortar melhor as fatias para que tudo se resolva. Só que há um detalhe inconveniente, o bolo não é fixo. E quando passamos mais tempo com a faca na mão do que com o forno ligado, o que acontece não é justiça, é apenas escassez bem repartida. Não há milagres, é mesmo assim. preferia que fosse mais simples, mas não é.
➡️Uma sociedade obcecada em punir quem cria riqueza acaba, inevitavelmente, por criar menos riqueza. Não por castigo, mas por lógica elementar. Se o prémio do risco é confiscado, o risco em si também desaparece. E com ele desaparecem as empresas, os empregos, as inovações, tudo aquilo que, ironicamente, depois se quer redistribuir.⬅️
Depois sobra apenas a pureza. Uma igualdade impecável, sem arestas, sem excessos, sem desconfortos, mas sem nada para repartir.
Camaradas, não se melhora a vida de todos destruindo quem cria valor. Melhora-se criando mais valor, e depois, sim, discutindo como o repartir com algum juízo, aceitando que um mundo melhor será invetivalmente assimétrico, por força do mérito de alguns, da preguiça de outros, e do infortúnio dos demais. Mas é melhor assim.
Tudo o resto não passa de um luxo retórico. Um vício elegante. Uma forma sofisticada de dividir miséria e chamar-lhe justiça. Tenho dito.
Bom domingo.
o dono da cooperativa
Não suporto a conversa de muitos políticos que dizem que "temos" de receber imigrantes para colmatar a falta de mão de obra e demografia, salvando a Segurança Social.
É desculpa de mau pagador para não criarem as condições para que os jovens 🇵🇹 possam ter filhos e salários altos.
🚨"ImBestigação" da Cooperativa: tu sabes que, quando eles falam da ciência, do consenso, da ONU e do diabo a 4, é porque há gato escondido com rabo de fora.
Não há consenso absolutamente nenhum em relação aos bloqueadores de puberdade. UK, também proibiu o seu uso.
Segue o fio 🧵
🚨"ImBestigação" da Cooperativa: tu sabes que, quando eles falam da ciência, do consenso, da ONU e do diabo a 4, é porque há gato escondido com rabo de fora.
Não há consenso absolutamente nenhum em relação aos bloqueadores de puberdade. UK, também proibiu o seu uso.
Segue o fio 🧵