Essa publicação, no Insta, estava com quase 2 milhões de visualizações. A turma do MBL fez denúncias em massa. O insta apagou o vídeo e colocou restrições no meu perfil.
A Meta oficialmente protegendo o candidato que faz “brincadeira” com estupro.
🚨 URGENTE! ATAQUE AOS TRABALHADORES!
176 deputados da direita acabam de apresentar uma proposta que IMPEDE o fim da escala 6x1 até 2036.
Além disso, essa proposta cria jornadas de trabalho de até 52 HORAS SEMANAIS.
Os deputados de São Paulo que assinaram a proposta foram 👇🏽
- Pr. Marco Feliciano, PL
- Delegado Paulo Bilynskyj, PL
- Missionário José Olimpio, PL
- Vinicius Carvalho, PL
- Mario Frias, PL
- Rosangela Moro, PL
- Jefferson Campos, PL
- Luiz Philippe de Orleans e Bragança, PL
- Adilson Barroso, PL
- Adriana Ventura, NOVO
- Ricardo Salles, NOVO
- Marangoni, PODEMOS
- Renata Abreu, PODEMOS
- Simone Marquetto, PP
- Mauricio Neves, PP
- Vitor Lippi, PSD
- Celso Russomanno, REPUBLICANOS
- Arnaldo Jardim, CIDADANIA
- Baleia Rossi, MDB
Eu acho assustador uma pessoa como o Zema, que defende trabalho infantil ter algum espaço midiático, espaço político .
O cara deveria ser execrado do meio político.
Ele ultrapassa os limites da desumanidade e ainda tenta normalizar suas falas que nos jogam para a Europa dos anos 30
🚨🇵🇸 Kuzey Gaza'daki gazeteciler dünyaya doğrudan hitap ediyor: "İsrail'in Palestinlileri ölüme asma yasası Nazilerden daha kötü."
Bu videoyu görürseniz, lütfen farkındalık için yeniden yayınlayın.
Está no ar o Glossário Marxista-Leninista, vídeo que introduz trinta conceitos fundamentais e que acompanha um documento com bibliografia selecionada.
O vídeo é um convite ao estudo, e vocês podem conferi-lo naquele site vermelho famoso.
A luta pelo fim da escala 6x1 é extremamente didática, de um lado quem defende os trabalhadores e trabalhadoras, e querem o fim da 6x1. Do outro, quem defende os parasitas, contra o fim da 6x1. Nunca foi tão fácil.
Imagens perturbadoras‼️
Israel sequestrou mais de 60 palestinos na Cisjordânia, e os transportou em um caminhão de lixo.
Cadê a Tabata Amaral para explicar isso?
Ao permanecer em silêncio e fazerem propaganda israelense as mídias brasileiras são cúmplices dessa barbárie.
Está no ar o manifesto abaixo-assinado “Por uma candidatura a serviço da Revolução Brasileira: Jones Manoel deve ser candidato a deputado!”
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+ DE 10 MIL PESSOAS APOIAM A PRÉ-CANDIDATURA DE JONES 🚩
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@jonesmanoel_PE
Toda vez que algum liberal diz que a China é uma experiência "muito específica", que não é reprodutível ou algo próximo disso, o que ele está realmente fazendo é uma blindagem teórica da teoria que segue.
Como o desenvolvimento chinês é um fato irrefutável e eles não conseguem explicar isso via os dogmas liberais, eles preservam os dogmas e dizem que o caso chinês é diferente.
É um estratagema básico da epistemologia quando teorias ou certos aspectos delas tentam se salvar da refutação.
Desde outubro de 2023, Gaza tornou-se, segundo a UNICEF, o lugar mais perigoso do mundo para ser criança. Os números são devastadores e difíceis de processar: mais de 18.000 crianças foram mortas desde o início do conflito, uma média assombrosa de 28 crianças por dia – o equivalente a uma sala de aula inteira eliminada diariamente durante quase dois anos de guerra. Catherine Russell, diretora executiva da UNICEF, instou o mundo a refletir sobre essa estatística chocante durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, enfatizando que essas crianças não são combatentes, mas vítimas inocentes de um conflito que as atinge enquanto buscam alimento e medicamentos para sobreviver.
A coleta desses dados macabros tem sido feita pelo Ministério da Saúde de Gaza através de registros hospitalares, necrotérios e relatos verificados de famílias das vítimas. Apesar das crescentes dificuldades impostas pelo colapso do sistema médico local, especialistas internacionais como Michael Spagat, presidente da organização Every Casualty Counts, afirmam que Gaza está realizando um trabalho de "qualidade excepcionalmente alta" no registro de vítimas em tempo real. Um estudo revisado por pares publicado na revista The Lancet em janeiro sugere que o número oficial pode até estar subestimado, indicando que a verdadeira magnitude dessa tragédia pode ser ainda maior do que os números já alarmantes sugerem.
As mortes ocorrem de múltiplas formas cruéis. Algumas crianças foram mortas enquanto dormiam em suas camas, outras enquanto brincavam. Muitas foram enterradas antes mesmo de aprenderem a andar. Em julho, um ataque aéreo israelense atingiu uma multidão que esperava para encher recipientes de água na parte central de Gaza, matando dez pessoas, a maioria crianças. O exército israelense classificou o incidente como um "erro técnico" com uma munição que caiu "dezenas de metros do alvo". Para Ramadan Nassar, testemunha do ocorrido, crianças sedentas "retornaram às suas casas como cadáveres sem vida".
Entre os mortos está Moween Shuheiber, de apenas seis anos, que sonhava em se tornar pediatra para cuidar de crianças feridas em guerras. Em outros momentos, imaginava-se como um empresário com um carro de luxo. Seus entes queridos o descreviam como maduro e reflexivo para sua idade. Moween foi morto em um ataque de novembro de 2023 a um prédio de apartamentos que vitimou mais de 30 pessoas. Sua prima Malak acredita que ele passou seus últimos momentos cobrindo os ouvidos – um gesto que havia se tornado automático toda vez que ouvia o som dos aviões.
Além das mortes diretas por bombardeios, a fome e a desnutrição emergiram como assassinos silenciosos. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 147 pessoas morreram de desnutrição em Gaza, sendo 88 delas crianças. Em junho, dos mais de 113.000 crianças examinadas para desnutrição, quase 6.000 foram diagnosticadas com desnutrição aguda – um aumento estarrecedor de 180% em comparação com fevereiro. Edouard Beigbeder, diretor regional da UNICEF para o Oriente Médio e Norte da África, declarou que crianças em Gaza estão literalmente morrendo de fome, com a desnutrição severa se espalhando mais rápido do que a ajuda consegue chegar.
A história de Masoud e Waad ilustra o desespero que permeia a faixa de Gaza. O casal assistiu impotente enquanto a desnutrição aguda severa tirava a vida de seus filhos gêmeos recém-nascidos. Determinado a manter seus outros filhos vivos, Masoud caminhou 24 quilômetros até um ponto de distribuição em Rafah, no extremo oposto de Gaza, esperando obter comida. Durante a espera, às 3 da manhã, um projétil atingiu perto da multidão. Masoud foi ferido na perna e precisou se arrastar de volta, escondendo-se até o dia seguinte na esperança de outra chance. Sua perna desenvolveu gangrena em estágio inicial. Todo esse sofrimento não resultou em nenhum alimento – sua tenda permaneceu vazia.
O acesso à ajuda humanitária tem sido severamente restrito. Antes da guerra, 500 caminhões de suprimentos entravam diariamente em Gaza. Após quase 11 semanas de bloqueio total de ajuda, as autoridades permitiram apenas uma "goteira lenta" de suprimentos da ONU desde meados de maio – uma média de 30 caminhões da ONU por dia entre 19 de maio e 2 de julho. Segundo dados do Escritório de Mídia do Governo de Gaza, Israel permitiu apenas 86 caminhões de ajuda diariamente desde março, o equivalente a apenas 14% dos 600 caminhões mínimos necessários para atender as necessidades básicas da população. Esta restrição sistemática levou a uma fome sem precedentes na região.
A violência não poupa nem mesmo aqueles que buscam desesperadamente ajuda alimentar. Entre 27 de maio e 7 de julho, o Escritório de Direitos Humanos da ONU registrou a morte de 798 civis palestinos – incluindo crianças – em locais de distribuição e comboios humanitários. Até 22 de julho, mais de 1.000 palestinos haviam sido mortos tentando obter alimentos. Soldados israelenses posicionados próximo a zonas militares onde a ajuda é distribuída têm aberto fogo repetidamente contra famílias desesperadas, segundo testemunhas. As Forças de Defesa de Israel afirmaram que dispararam "tiros de advertência" para impedir que "suspeitos se aproximassem".
Para aqueles que sobrevivem, a infância foi substituída por uma luta diária pela sobrevivência básica. Tasneem, de 12 anos, vivendo em uma tenda no campo Al Yarmouk, descreveu sentir-se fraca e tonta, com dores de estômago e ossos começando a aparecer. A menina feliz e saudável vista em fotos antigas pouco se assemelha à Tasneem de hoje. Kadim Khufu Basim, outra criança deslocada, é forçado a sustentar uma família de seis pessoas vendendo biscoitos porque seu pai está ferido. "Eu amo jogar futebol. Mas agora vendo biscoitos. Minha infância se foi. Desde que a guerra começou, não temos mais infância", disse ele.
As cicatrizes psicológicas são igualmente profundas e duradouras. Lana, de 10 anos, teve seu cabelo e pele embranquecidos quase da noite para o dia após um bombardeio perto de seu abrigo, um fenômeno que médicos chamam de despigmentação induzida por trauma. Ela se tornou retraída, frequentemente conversando apenas com sua boneca, enquanto outras crianças a intimidam por sua aparência. "Ela fala com sua boneca e diz: 'Você quer brincar comigo, ou vai ser como as outras crianças?' Sua saúde mental foi severamente prejudicada", relatou sua mãe. Ahmad Alhendawi, diretor regional da Save the Children, resumiu a situação de forma contundente: "Gaza é um cemitério para crianças hoje e para seus sonhos. Esta é uma geração que está crescendo pensando que o mundo os abandonou, que o mundo virou as costas para eles."
Referências:
SAVE THE CHILDREN. Gaza: 20,000 children killed in 23 months of war - more than one child killed every hour. 6 set. 2025.
AL JAZEERA. Israel kills an average 28 Palestinian children daily in Gaza. 5 ago. 2025.
WESTFALL, Sammy; VERDE, Amaya; LEDUR, Júlia; BALOUSHA, Hazem; RAMOS, Adrián Blanco. 60,000 Gazans have been killed. 18,500 were children. The Washington Post, 30 jul. 2025.
FERGUSON, Sarah. Desperate Situation for Gaza's 1 Million Children. Unicef, 24 jul, 2025.
Primo Rico resolveu soltar um vídeo sobre a Venezuela e além de desconhecimentos e falsificações ele também mente descaradamente, como no caso da criação da PDVSA e da nacionalização do petróleo.
Vídeo: https://t.co/O1WnFy0PHk
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“Os traficantes de drogas vivem em Dubai e Miami… e o dinheiro do narcotráfico circula pelo sistema bancário global.”
Gustavo Petro, Presidente da Colômbia
Você já se perguntou sobre o véu das mulheres muçulmanas? No Ocidente, o hijab é frequentemente associado a ideias negativas e vistas como um símbolo de opressão. Mas será que essa visão é realmente precisa? Neste vídeo, vamos explorar as nuances e variedades que cercam a questão do véu no Islã. Descubra a verdade por trás dos estereótipos, a história por trás dessa peça de vestuário e seu significado tanto para o Islã quanto para as sociedades islâmicas: https://t.co/n1L67h4wAA
O cara é fã do Pinochet, admirador de Hitler mas a direita brasileira acha razoável comemorar a eleição do cara. Depois não querem ser chamados de fascistas. Ele são, eles adoram toda a cartilha, só não gostam de serem chamados pelo nome.
Um país sob chantagem
Os lamentáveis ocorridos na Câmara dos Deputados ontem foi um claro sinal do grande capital ao país: precisamos de um candidato palatável e para isso tirar Flávio Bolsonaro do jogo é fundamental. E conseguiram.
A anistia votada ontem foi um dos momentos mais tristes da história do país, mas reflete o nível da luta de classes em nosso país. O jogo vai além da aparência. A luta é por poder e base material.
O recado a nós é claro. Isolados, estaremos mortos.
Minha total solidariedade à @JacqueOmuniz !
A antropóloga, professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense e especialista em segurança pública, vem sendo hostilizada e ameaçada após criticar o massacre promovido pelo governo de Cláudio Castro no Rio de Janeiro.
Há alguns dias, o New York Times revelou uma operação criminosa que os Estados Unidos conduziram na Coreia Popular em 2019.
Na ocasião, Trump aprovou que um grupo de Navy Seals invadisse o território norte-coreano para implantar uma escuta em Kim Jung-un.
Entretanto, quando chegaram perto da costa do país, os Navy Seals avistaram um barco e imediatamente abriram fogo, com medo de serem identificados. Logo, todos os tripulantes norte-coreanos estavam mortos.
Nenhum dos mortos era militar. Eram pescadores à procura de sustento. Mesmo assim, foram brutalmente assassinados para não comprometerem a confidencialidade da operação.
Agora imaginem se fosse o contrário, e militares norte-coreanos abrissem fogo contra pescadores estadunidenses em uma situação análoga. Vocês têm alguma dúvida de que os EUA declarariam guerra à Coreia Popular?
Países como EUA e Israel agem impunemente e depois alegam defender um "mundo baseado em regras". Mas essas regras só valem para os outros.