➡️ Após diagnóstico de câncer avançado, jovem faz apelo por ajuda
Walison tem 24 anos e vive em Petrolina, no interior de Pernambuco. Até pouco mais de um ano atrás, sua rotina era acordar antes do sol para trabalhar. No entanto, um diagnóstico de câncer de testículo em estágio avançado, com metástase, mudou tudo.
Atualmente ele faz quimioterapia paliativa e convive com tumores no pescoço e no abdômen que causam dores constantes. Segundo ele, sintomas como falta de ar até em repouso, dificuldade para engolir e dias sem conseguir se alimentar direito nem dormir são comuns.
Sem poder trabalhar, ele enfrenta uma segunda batalha, que é conseguir o básico: “Peço, pelo amor de Deus, o que tocar no coração de vocês. Toda ajuda é bem-vinda”, disse Walison.
Por isso, foi criada uma vaquinha on-line para custear comida, aluguel e o transporte até o hospital para não interromper o tratamento
Doações: [email protected]
🤳 wallisonlemos229 | @myhoodbr
رجل مهاجر ومشرد يقترب من بائع تاكو في الاكوادور ويمد له يده لكن البائع رفض اخذ المبلغ وحضر له الاكل واعطاه، واكتشف ان الرجل كان بحاجة الى حضن اكثر من الطعام
The sacred hours begin once more. “This is the day the Lord has made; we will rejoice and be glad in it” (Psalm 118:24, NKJV).
May this Sabbath refresh your faith and empower your mission wherever the Lord leads you.
Happy Sabbath!
The future of a child is shaped long before diplomas and ceremonies. It begins at a table where someone listens, a question is welcomed, and a story is told with patience. #FromTheHeart
⚠️SENSÍVEL ✝️
Cristãos sendo massacrados na Nigeria por extremistas Islâmicos
Onde estão as lideranças cristãs que não vão lá?
Onde estamos NÓS CRISTÃOS quando nossos irmãos sofrem?
O silêncio está matando eles.
O nosso silêncio é conivência.
O nosso silêncio é cooperar com o mal.
O nosso silêncio é cumplicidade.
Débora "do Batom" fala pela primeira vez. O relato é de revirar o estômago
Pela primeira vez, a prisioneira política Débora Rodrigues, conhecida como "Débora do Batom", dá uma entrevista depois de ter sido mantida presa preventivamente por dois anos, e condenada a 14 anos, hoje cumpridos em regime domiciliar.
O vídeo abaixo é apenas um resumo, com alguns trechos da entrevista completa, que pode ser encontrada no site da Revista Oeste.
Poucas coisas revoltam mais do que a injustiça. E o caso de Débora simboliza bem o colapso moral brasileiro. Uma mulher simples, sem antecedentes criminais, cabeleireira, mãe de dois meninos pequenos, adventista, descreve como foi tratada pelo regime.
Nem mesmo os piores criminosos são tratados assim.
Débora foi presa em 17 de março de 2023, às 5:50 da manhã, na frente dos filhos. As crianças, assustadas, perguntaram: "Mamãe, onde você vai?" Ela respondeu que ia conversar com o policial e que logo voltaria. Foi algemada e levada na viatura. Só voltaria para casa dois anos depois.
Na penitenciária de segurança máxima de Mojiguaçu, as paredes da cela eram sujas de fezes e sangue. O kit de higiene que lhe entregaram estava encharcado de urina. A cela não tinha luz. Débora lia a Bíblia pela fresta de claridade que entrava pela boqueta da porta — o mesmo buraco por onde passavam a comida. Estava menstruada quando chegou e foi submetida a revistas corporais degradantes.
Para ser transferida, foi algemada nos pés e nas mãos. Disse que naquele momento se sentiu "um bicho".
Ficou 2 anos e 11 dias presa. Nesse período, viu traficantes e homicidas receberem indulto e saída de presos, enquanto ela não podia sequer passar o Natal com os filhos.
A primeira visita da família aconteceu somente depois de 20 dias. Quando os meninos entraram, choraram sem parar e perguntaram: "Mamãe, você é criminosa?" Ela ajoelhou no pátio e agradeceu a Deus por vê-los.
O estrago na família foi profundo. O filho mais velho, Caio, parou de sorrir. A professora relatou ao pai que tentava distraí-lo, mas ele mantinha um olhar fixo, ausente. Até hoje, quando escutam uma sirene de polícia, os meninos acham que vão buscar a mãe de novo. A luz de casa chegou a ser cortada. O marido, pintor, interrompia o trabalho para levar as crianças ao psicólogo. Sobreviveram com doações de cesta básica. Débora trabalhava dentro da prisão para pagar o advogado.
Hoje, em regime domiciliar, Débora não pode usar redes sociais, não pode ir aos cultos da sua igreja. Diz que não se sente uma cidadã brasileira.
Num país em que homicidas e estupradores recebem penas irrisórias, em que traficantes e outros ladrões são tratados como "vítimas da sociedade", e os maiores corruptos da República são descondenados, manter uma pessoa honesta, trabalhadora e temente a Deus em presídios fétidos por dois anos é o cúmulo da barbárie.
Espero que algum dia os responsáveis por essas atrocidades sejam devidamente punidos e afastados dos seus cargos. Enquanto esse dia não chega, temos que lutar pela liberdade de Débora e de todos os outros perseguidos políticos, e pelo fim do REGIME DE EXCEÇÃO em curso!
No Reino Unido, Millie Taplin aceitou uma bebida de um desconhecido enquanto ia a uma boate pela primeira vez, no dia do seu aniversário de 18 anos.
O desconhecido lhe ofereceu um coquetel, dizendo: "Vodka com limonada, experimente".
Millie tomou um gole.
Em segundos, seu rosto ficou dormente, seus dedos se contraíram em um espasmo grotesco e todo o seu corpo enrijeceu, como se ela estivesse presa no próprio corpo.
Ela estava totalmente consciente, mas seu corpo não se movia; presa ali dentro, ela se contorcia de agonia, sua mente gritando ao perceber que não conseguia se mexer.
Quando foi levada às pressas para o hospital, os médicos disseram que provavelmente lhe haviam dado duas substâncias não identificadas: uma para paralisá-la e outra para fazê-la desmaiar. Os exames não conseguiram identificar as substâncias.
Sua mãe compartilhou isso mais tarde como um alerta: "Nunca aceite uma bebida de um estranho".
MELHOR VÍDEO DO ANO
Um raro momento de verdade na ONU, proferido pelo corajoso dissidente kuwaitiano Jasem Aljuraid, a convite da UN Watch:
Senhor Presidente,
Ouvi o termo "colonizadores". Mas quem são os verdadeiros colonizadores? Um reino judeu governou a Judeia por mil anos. Nós, os árabes, tomamos esta terra.
Quem arabizou egípcios, fenícios, persas e berberes? Fomos nós, os árabes.
Então, por que o Conselho consagra uma mentira ao manter um item permanente na agenda sobre a Palestina, enquanto ignora o coração indígena de Israel retornando para casa?
Sejamos claros sobre quem realmente defende nossa soberania. Hoje, Israel luta por nações pacíficas, libertando Gaza do Hamas e salvando iranianos da República Islâmica.
O que Israel está fazendo com a Guarda Revolucionária Islâmica — impedindo um regime genocida de adquirir armas nucleares — é um presente para a humanidade.
Existem 57 países islâmicos e apenas um Estado judeu, Israel. Apesar do desejo odioso e contínuo de eliminá-lo, Israel não só sobreviveu, como prosperou.
Não acredito em milagres, mas este é um.
Portanto, pergunto à ONU: quando vocês vão acabar com o ritual de condenar Israel?
Não está na hora de aprendermos com Israel? Como derrotar o terror, defender sociedades livres e buscar a paz?
Obrigado.
(UN Watch)
Nesta semana, em entrevista para o podcast RedCast, comentei sobre as origens da rivalidade entre o Irã, Israel e outros países do Oriente Médio. Após a Revolução Islâmica em 1979, o regime iraniano passou a adotar uma política externa mais confrontacional, marcada pela disputa de influência regional, especialmente com a Arábia Saudita.
Na minha avaliação, o Irã tenta ampliar sua hegemonia em um cenário no qual vários países árabes passaram a manter relações mais pragmáticas com Israel. Essa estratégia, frequentemente acompanhada do apoio a grupos armados e da promoção de tensões na região, ajuda a explicar a escalada de instabilidade no Oriente Médio.
MOMENTOS HISTÓRICOS: Gritos de alegria irromperam quando o povo iraniano celebrou a eliminação do aiatolá Khamenei, líder do regime iraniano, morto em ataques americanos e israelenses contra o Irã. O maior terrorista do Oriente Médio não existe mais. Liberdade para o Irã!
Um adolescente foi preso por liderar uma rede de sacrifício de animais, incentivo a mutilação de jovens e pedofilia.
Senhores pais, não deixem os teus filhos trancados no quarto com acesso a Internet e sem monitoramento.
🚨Nigéria 🇳🇬: Bandidos armados sequestraram dezenas de fiéis de duas igrejas no estado de Kaduna, na Nigéria, informou a polícia nesta segunda (19) .
Segundo o Reverendo John Hayab o número de sequestrados é de 163.
O Irã vive uma das mais graves ondas de repressão de sua história recente, com milhares de mortos, prisões em massa, bloqueio prolongado da internet e denúncias de violência extrema contra manifestantes que pedem liberdade. Trata-se de um país com cerca de 100 milhões de habitantes governado há décadas por uma ditadura que reprime mulheres, silencia opositores e responde a protestos pacíficos com força letal.
Diante desse cenário, chama atenção o silêncio de setores que se mobilizaram intensamente em outras crises internacionais. Onde estão as flotilhas, os protestos e os apelos humanitários agora que iranianos morrem nas ruas apenas porque querem ser livres? Se direitos humanos são universais, a solidariedade não pode ser guiada por conveniência ideológica.