PCC E CV SÃO TERRORISTAS
7 argumentos contra essa classificação. E por que todos falham.
60 MILHÕES de brasileiros vivem sob influência direta ou indireta de facções criminosas, quase 30% da população nacional.
O país já está invadido. Por dentro.
MITO 1
O ARGUMENTO: “São criminosos comuns, não terroristas.”
A tese mais difundida: as facções buscam apenas lucro, sem motivação ideológica ou política.
A RESPOSTA: O lucro explica o objetivo. Não explica o método. E o método das facções é o medo.
O PCC tem estatuto, doutrina, tribunais internos e sistema de justiça paralelo. O CV controla territórios inteiros com leis, punições e lealdade exigida.
Também queriam dinheiro os piratas, as máfias e os cartéis. Nenhum deles deixou de ser o que era por causa disso.
MITO 2
O ARGUMENTO: “A lei brasileira não permite essa classificação.”
O argumento técnico: a Lei Antiterrorismo de 2016 exige motivação por ódio ou religião. As facções não se encaixariam.
A RESPOSTA: A lei brasileira não é o parâmetro da realidade. É o parâmetro da nossa omissão legislativa.
Se a lei não alcança o fenômeno, o problema está na lei, não no fenômeno.
O Brasil ainda debate se o fogo existe enquanto a casa arde.
O terrorismo não é definido apenas por sua motivação. É definido também por seu método:
• Produzir medo.
• Impor obediência.
• Silenciar a resistência.
• Governar pela intimidação.
Se isso não é terror, o que seria?
MITO 3
O ARGUMENTO: “A cooperação com o FBI será prejudicada.”
A classificação migraria o combate para inteligência de Estado, dificultando o trabalho entre PF, MP e FBI.
A RESPOSTA: Essa cooperação já existe há anos. Não impediu o PCC de operar em mais de 20 países nem o CV de rivalizar com cartéis internacionais.
Não se defende um instrumento que não funcionou.
MITO 4
O ARGUMENTO: “O Brasil sofrerá sanções econômicas.”
O temor: passaríamos a ser vistos como um país que abriga organizações terroristas, atraindo sanções.
A RESPOSTA: E o que somos hoje, de fato?
O rótulo americano não criou a realidade. Ela já estava aqui, sem o rótulo.
Um país com facções controlando territórios, portos, presídios e rotas internacionais de tráfico já é, na prática, o que teme ser chamado de ser.
MITOS 5 E 6
OS ARGUMENTOS: “A classificação ameaça nossa soberania” e “Os EUA não têm legitimidade para isso.”
A RESPOSTA: Antes de invocar soberania, o Estado brasileiro precisaria ter a humildade de reconhecer que não apenas não debelou as organizações criminosas, como deixou que se expandissem assustadoramente, dominando o cotidiano de 60 milhões de brasileiros.
Uma soberania que não consegue afirmar sua autoridade sobre 30% do próprio território não pode, antes de tudo, recusar o espelho.
Quanto à legitimidade: o PCC tem células em 12 estados americanos. O FBI documentou tráfico de armas e lavagem de dinheiro em solo americano com participação das facções.
A questão não é a legitimidade americana. É a incapacidade brasileira de ter feito o mesmo antes.
PRECISÃO JURÍDICA NECESSÁRIA
Trata-se de uma decisão soberana dos EUA, nos limites do seu ordenamento.
O direito norte-americano não tem valia em território brasileiro. Nenhum efeito dessa classificação se aplica aqui sem que o Brasil a internalize.
Nossa soberania legislativa permanece intacta.
Juridicamente, a medida congela ativos, veda transações financeiras e criminaliza o apoio às facções em solo americano.
Isso não fere nossa soberania.
Espelha nossa omissão.
As pessoas só são:
Feministas, até que estoure uma guerra.
Comunistas, até terem que dividir suas próprias conquistas.
Ateus, até que o avião comece a cair.
O “Não julgueis para não serdes julgados”virou termo opcional na Bíblia desse povo, né? É impressionante como o “amor cristão”evapora rapidinho quando surge a chance de apontar o dedo na internet.
Julgar o próximo com propriedade de quem já garantiu a vaga no céu é fácil, quero ver praticar o que pregam. O suposto pecado do próximo é sempre o melhor palanque para se sentir superior né?!
O Pix é um patrimônio do Brasil que foi entregue e consolidado sob a assinatura do governo Bolsonaro.
1. (2020)
Embora os estudos sobre pagamentos instantâneos tenham começado anos antes no Banco Central, o Pix só saiu do papel, foi desenvolvido, testado e efetivamente lançado em novembro de 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro. Ideias antigas guardadas em gavetas não mudam a vida do cidadão; a execução e a vontade política de entregar o projeto, sim.
2. O Pix foi um sucesso estrondoso justamente pela modernização e pela agenda de competitividade (Agenda BC#) amplamente apoiada pelo governo federal da época. O sistema:
Bancarizou milhões de brasileiros que estavam à margem do sistema financeiro.
Isentou pessoas físicas, reduzindo drasticamente o custo de transações que antes eram presas aos monopólios de TED e DOC.
3. Acusar a oposição de querer "taxar o Pix" ignora o fato de que as discussões recorrentes sobre tributação de transações digitais partem frequentemente do atual governo e de sua equipe econômica para aumentar a arrecadação. Logo no início do mandato, o governo Lula e a equipe econômica de Fernando Haddad levantaram debates sobre a taxação do Pix e de transações digitais como alternativa para aumentar a arrecadação federal, recuando após forte pressão e reação negativa da opinião pública.
A gestão Bolsonaro manteve o Pix gratuito para a população e defendeu a desburocratização do mercado de crédito e pagamentos.
MENTIROSA, só engana trouxa!
A senhora dessa idade acredita no marketing do Lula. Alguns tópicos para repensar:
* A piora dos indicadores sociais ocorreu após a recessão de 2015-2016 gerada pela Nova Matriz Econômica do próprio PT e foi agravada pela pandemia de 2020-2021.
* Auxílios emergenciais e programas de transferência de renda ajudaram a reduzir os impactos da crise.
* O Bolsa Família pagava, em média, cerca de R$ 190 por família.
* O Auxílio Emergencial e, depois, o Auxílio Brasil elevaram o benefício para R$ 600.(Bolsonaro).
* O Bolsa Família atual manteve o valor de R$ 600, já em vigor anteriormente.
* O desemprego atingiu 14,9% no auge da pandemia.
* Em 2022, caiu para 7,9%, antes da troca de governo.
* A recuperação do mercado de trabalho começou com a reabertura da economia e reformas aprovadas nos anos anteriores.
* Apesar do desemprego menor, a inflação de alimentos e serviços continua reduzindo o poder de compra.
* O ENEM foi criado em 1998.
* O FIES foi criado em 1999.
* As políticas de cotas surgiram inicialmente em universidades estaduais antes da legislação federal.
* A expansão do FIES gerou elevado índice de inadimplência e questionamentos dos órgãos de controle.
* A maior queda da pobreza começou após o Plano Real (1994), que controlou a hiperinflação.
* Nos anos 2000, a redução da pobreza foi impulsionada pelo crescimento econômico e pelo boom das commodities.
* A recessão de 2015-2016 reverteu parte dos avanços sociais e aumentou novamente os índices de pobreza.
Vamos lá, vou desenhar.
- Dezembro de 2019 (Pré-pandemia): US$ 356,8 bilhões
- Dezembro de 2022 (Fim do governo Bolsonaro): US$ 324,7 bilhões (queda provocada pelas intervenções na crise da Covid e pela forte alta global dos juros pelo Fed).
- Dados Recentes (Gestão Lula): As reservas têm oscilado no patamar de US$ 350 bilhões a US$ 360 bilhões.
Essa variação recente não é porque o governo está comprando dólares. O aumento do saldo nominal se deve, principalmente, à contabilidade de juros que a própria carteira do Banco Central recebe no exterior e a variações cambiais de paridade de moedas (como a valorização do ouro e de outras moedas frente ao dólar). Na prática, o estoque atual continua abaixo do recorde histórico de 2019. As reservas caíram na pandemia porque o Banco Central fez o papel dele: usou o seguro para proteger o real durante a maior crise do século. O governo atual não está "recompondo" nada ativamente; o estoque apenas flutua conforme o mercado internacional e os juros globais.
E se o atual governo tentar forçar uma compra maciça de dólares para inflar artificialmente o número das reservas, ele repetirá o mesmo erro fiscal dos anos 2000:
Para comprar dólares no mercado, o Banco Central precisa emitir títulos públicos em reais.
Com a taxa Selic em patamares elevados, o custo para o Estado brasileiro pegar dinheiro emprestado para acumular reservas que rendem muito menos no exterior gera um enorme prejuízo fiscal, chamado de déficit nominal.
SENADO FEDERAL
Gabinete do Senador FLÁVIO BOLSONARO
OFÍCIO-EXT Nº 008/2026-GSFB
Brasília, 02 de junho de 2026.
Ao Excelentíssimo Senhor Marco Rubio
Secretário de Estado
Departamento de Estado dos Estados Unidos
Washington, D.C.
Prezado Secretário Rubio,
Escrevo, primeiramente, para agradecer pela cordialidade com que fui recebido durante minha recente visita a Washington. Nossa conversa reafirmou minha convicção de que a amizade entre nossas duas nações se sustenta em valores compartilhados e em uma visão comum para a segurança e a prosperidade do Hemisfério Ocidental.
Sou especialmente grato por sua decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas. Essas duas facções estão entre os empreendimentos criminosos mais violentos do Brasil, e suas redes de drogas, armas e dinheiro alcançam muito além de nossas fronteiras, chegando também ao seu país. A esmagadora maioria do povo brasileiro celebrou essa medida, ainda que ela não tenha agradado ao nosso atual governo. Trata-se de um passo decisivo para proteger cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado.
Também escrevo, entretanto, com preocupação em relação à recente determinação da Seção 301 anunciada pelo Representante de Comércio dos Estados Unidos. Embora eu compreenda que nenhuma tarifa tenha sido imposta até o momento, a determinação abre um processo de consulta pública e etapas técnicas que conduzem a um prazo legal em julho. Acredito que é meu dever compartilhar com o senhor as reais condições econômicas enfrentadas pelo povo brasileiro neste momento.
O Brasil atravessa uma grave deterioração fiscal e econômica. Nossa dívida bruta do governo geral ultrapassou 80% do PIB pela primeira vez desde a pandemia, alcançando R$ 10,4 trilhões em abril, e as projeções do mercado a colocam em um recorde de 83,7% até o fim do ano. As contas públicas continuam registrando déficit primário, enquanto os pagamentos de juros da dívida subiram a níveis recordes. O peso sobre as famílias comuns é ainda mais alarmante: um recorde de 81,7 milhões de brasileiros está inadimplente, quase metade da população adulta, com compromissos de dívida consumindo uma parcela sem precedentes da renda familiar.
Do lado empresarial, as recuperações judiciais, equivalente brasileiro ao Chapter 11, dispararam para o recorde histórico de 2.466 empresas em 2025, enquanto 8,7 milhões de contribuintes empresariais estavam inadimplentes no início de 2026. Cada um desses números representa um recorde histórico.
Diante desse cenário, a imposição de novas tarifas causaria sério prejuízo ao povo brasileiro, justamente os cidadãos que veem os Estados Unidos como parceiro e amigo. Por isso, escrevo para reiterar formalmente o pedido que fiz ao senhor pessoalmente: que os Estados Unidos não imponham tarifas ao Brasil.
Como já afirmei, estou confiante de que serei eleito Presidente do Brasil em outubro. Caso essa seja a vontade do meu povo, estou preparado para colocar minha equipe de transição imediatamente à sua disposição, para que possamos concluir, o quanto antes, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nossas nações, construído com base no livre mercado, no respeito mútuo e na aliança estratégica que nossos dois povos merecem.
Permaneço inteiramente à sua disposição e espero aprofundar a amizade entre o Brasil e os Estados Unidos.
Que Deus abençoe a América, e que Deus abençoe o Brasil.
Respeitosamente,
Flávio Bolsonaro
Senador da República Federativa do Brasil