Jair Bolsonaro foi condenado por uma minuta feita à mão, por um terceiro, sem seu conhecimento. A esposa de quem condenou Bolsonaro, Viviane de Moraes, mandou uma minuta assinada cobrando 129 Milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, como informou a Polícia Federal. Essa minuta não é prova?
Antes, Viviane Barci de Moraes dizia que não conhecia o Vorcaro e que nunca havia enviado mensagens para ele. Ontem, novas imagens vieram a público mostrando que ela encaminhou diretamente ao Vorcaro o contrato de R$ 132 milhões para assinatura.
Esse país acabou.
A melhor parte da reportagem sobre como o Vorcaro tentou destruir e depois comprar a @malugaspar é o espanto dele e do publicitário Thiago Miranda ao encontrarem alguém com a ficha limpa e sem nenhum esqueleto no armário.
Eles se espantam com o Score da Malu no Serasa perto do máximo, com o fato de ela não ter nem multa na CNH e que todos os demais aspectos da vida dela são íntegros.
Eles ficam surpresos até ao descobrir que ela dirige um carro simples.
Melhor ainda é ver a raiva e o ódio deles quando ela se recusa a ser comprada, mesmo diante de uma oferta de R$ 1,5 milhão + salário de R$ 120 mil por mês.
Como é satisfatório ver alguém que não se vende, que não se corrompe e que tem CARÁTER. Um exemplo.
https://t.co/QGP9M4qZqb
Numa boa bicho. Perdemos a noção do absurdo.
A mulher de um MINISTRO assinando contrato de 130 milhões. PQP
Nem uma petroleira árabe de trilhões tem contrato tão grande com advogado.
Brasil faliu moralmente. 100%!
Alexandre de Moraes está desde o dia 9 de dezembro sem explicar o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci, e o banqueiro corrupto Daniel Vorcaro. São 193 dias
Dos 100 maiores salários públicos pagos ano passado, 100% foi pago pelo TJ-RR.
O salário mais baixo entre eles foi de mais de R$ 3,3 M em um único mês. O mais alto superou R$ 5,5 M.
Por muito menos Luis XVI foi parar na guilhotina.
O STF tem OBRIGAÇÃO de parar esta farra já.
A sentença do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que impôs multa de R$300 mil à Ortobom por não ter mulheres entre 24 gerentes em sua fábrica de Arapongas (PR) foi resultado de ação ajuizada em 2022 sob a liderança da procuradora Margareth Matos de Carvalho. https://t.co/BAIzZhr8cT
Vc vai registrar uma escritura e por algum motivo o Oficial tem que ser remunerado com um percentual do imóvel em vez de um valor fixo?
O fato dos serviços no Registro de Imóveis serem cobrados com base no valor do imóvel é uma imoralidade que justifica uma revolução armada.
REFORMA TRIBUTÁRIA: Proposta de deputado para extinguir IPTU e IPVA divide opiniões e gera debate nacional
Uma pauta de grande impacto econômico tem movimentado as redes sociais e os bastidores políticos no país. O deputado federal Amom Mandel defende a extinção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), sob o argumento de que a alta carga tributária atual sobrecarrega o cidadão e que o modelo de arrecadação necessita de revisão. 📋
A viabilidade e o impacto da medida, no entanto, dividem a opinião de especialistas e parlamentares:
👉 Argumentos favoráveis: Defensores da proposta apontam que a eliminação desses tributos representaria um alívio financeiro direto e imediato no orçamento das famílias brasileiras, estimulando o consumo e a economia.
👉 Argumentos contrários: Críticos da medida questionam os mecanismos de compensação fiscal para estados e municípios. Eles alertam que o IPVA e o IPTU são fontes fundamentais de receita para o financiamento de serviços públicos essenciais, como manutenção de vias, saúde, educação e infraestrutura local.
As discussões em torno da sustentabilidade orçamentária dos entes federativos seguem em pauta no Congresso. 🏛️
Qual é a sua avaliação sobre o equilíbrio entre a arrecadação pública e a carga tributária do cidadão? Participe do debate nos comentários de forma respeitosa. 👇
O risco socialista no caso Ortobom
André Marsiglia para @Poder360
A condenação da empresa Ortobom pela 3ª turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao pagamento de R$ 300 mil por não possuir mulheres em cargos de gerência vai muito além da promoção de políticas de diversidade. A questão principal é outra: o que significa um Estado, pela força do Judiciário, intervir na liberdade de escolha e de decisão de uma empresa privada?
Se o Estado pode punir a empresa porque seus dirigentes não correspondem a determinado perfil, então já não é a empresa quem escolhe seus líderes. A escolha passa a ser
condicionada pela vontade estatal.
E, se é o Estado quem escolhe, a empresa não é mais privada. Disfarçadamente, a decisão aproxima o Estado do que ocorre em regimes socialistas. É legítimo punir uma empresa que discrimine pessoas em razão de seu gênero. Outra coisa, muito diferente, é presumir discriminação simplesmente porque a distribuição dos cargos não corresponde à expectativa do Estado.
Se uma empresa possui menos mulheres em cargos de direção, isso é, por si só, prova de discriminação? O direito não costuma ser tão simplista. Se um homem se casa com uma mulher, não há discriminação porque ele não se casou também com outro homem. Se um cargo público é ocupado por um homem, não decorre daí a obrigação de que outro cargo equivalente seja reservado a uma mulher. Do contrário, a Presidência da República deveria ser obrigatoriamente exercida por duas pessoas: um homem e uma mulher.
A igualdade não é uma fórmula estatística. E promover a igualdade constitucional não significa distribuir cargos, mas criar condições para que todas as pessoas tenham oportunidade de alcançar determinadas posições por seus próprios méritos.
Além disso, parte significativa dos movimentos que defendem políticas dessa natureza também sustenta que o conceito de mulher é definido pela autopercepção de gênero. Ora, se a condição feminina decorre de tamanha subjetividade, qual é o critério jurídico objetivo para que um Tribunal conclua que existem “mulheres de menos” em determinada empresa?
Tudo isso deve nos fazer refletir: estamos combatendo discriminações ou redefinindo, pouco a pouco, os limites da liberdade econômica? Estamos promovendo a igualdade ou caminhando para um modelo socialista?
A história mostra que o caminho para o socialismo, muitas vezes, não começa com a desapropriação de uma empresa. Começa quando o poder público decide que determinadas escolhas privadas já não pertencem mais aos cidadãos.
https://t.co/nRBgYNBZBz
A Tabata não curte bets. Menos quando é o marido dela ganhando com esses patrocínios.
A Tabata não curte corrupção. Menos quando é o marido dela sendo acusado.
Afinal, Tabata, seu problema é ideologia ou caráter mesmo?